Escuela española - Año XIII, núm. 640, 13 de mayo de 1953

ESCVELA
n
ESPAÑ5LA
II ü l - •• 1* l
L.lll
I
Ji&J
MORDIDA DE ANGUSTIA
Acabo de leer una novela publicada hace m u y pocos años y escrita
por una mujer. Por una mujer que debía de a n d a r alrededor de los
veintidós años cuando la escribió. Felices circunstancias—mujer y juventud—para crear sin esfuerzo escenas de optimismo, de belleza nítida, de ciará alegría. Pues n o ; todo lo contrario: los personajes,, anormales casi todos, francamente locos; algunos se m u e v e n en u n ambiente estrecho y maloliente, sin dejarles apenas u n resquicio por el
que puedan salvar u n jirón noble de la vida.
A veces se concibe la esperanza de que la fantasía de la escritora
se escape de los recintos pútridos, llenos de suciedad y de pecado, p a r a
volar libre y señora—que arrestos no le faltan—por espacios anchos,
inundados de sol. Pero no. Cae en seguida y se repliega en la madriguera, como pájaro enfermo, sin ganas ni fuerzas p a r a levantar el
vuelo.
Es auténticamente una novela angustiada y angustiosa, empleando
los términos d e otra m u j e r que ha hablado recientemente de novelística. Más todavía, «mordida de angustia», y copio palabras de la misma mujer que la escribió.
Yo no voy ahora a analizar la novela literariamente ni a estudiar
su entronque con autores y con escuelas.
Si bien, desde el p u n t o de vista estético, n o acabo de entender este
raro y enfermizo empeño de acumular desdichas sobre pobres criaturas humanas, para acabarlas con u n vulgar y repelente suicidio.
Me limito a consignar la pena que m e produce ver u n a pluma ágil
y fresca, pluma de j u v e n t u d y de mujer, complaciéndose obstinadamente, patológicamente, en remover fango y basura hedionda.
Pena por lo que la novela es en sí; pena por el mal que puede hacer-—o, a lo menos, por el bien que pudo hacer y n o hizo—; pena
de v e r tan alicortados los vuelos de u n a literatura, la nuestra, que
tuvo la audacia de a r r a n c a r plumas a las alas de los ángeles para escribir lo que no pudo e n c o n t r a r expresión en ningún otro idioma; pena, porque éste es, digan lo que quieran, síntoma de decadencia y decrepitud.
Y aqui viene ya lo nuestro, lo de los educadores.
Ante el fenómeno, no restringido a casos aislados, nosotros tenemos que reaccionar con brío y q u e infundir u n espíritu nuevo—que
es el viejo espíritu inmortal de la raza—en las generaciones que estamos formando.
No son buenos los caminos q u e discurren trabajosamente e n t r e angustias de filosofía y de literatura. Y es triste ver a las almas arrastradas dolorosamente por ellos, cuando tienen tantos motivos p a r a
sentirse dichosas en medio d e u n m u n d o que es suyo y con u n alma
que es inmortal.
El secreto está en s e m b r a r optimismo y alegría en los dulces cercados de la vida de los niños. Y esto con naturalidad y sencillez, poniendo en práctica la fórmula que, precisamente tratando de estas cosas, recomendaba hace unos días Bartolomé Mostaza en Radio Nacion a l : «la vuelta humilde a Dios».
Y ya en ese camino de gracia, i m p e d i r las desviaciones ocasionadas por fuerzas oscuras. El hombre no ha nacido para vivir en muladares; pero si en muladares lo criamos, en el m u l a d a r tendrá su
descanso y su gozo.
¡Sol y aire puro, fe arraigada, generosidad vivida, las luces de la
verdad calando las almas! Y m u y poco más tendremos que hacer para
que esas almas busquen sus complacencias en escenas superiores a las
de una desdichada familia de tarados, sin esperanza de redención.—
AGUSTÍN SERRAMO DE HARO.
Ano XIII
Núm. 6 4 0
Madrid, 13 dé mayo de 1953
SUMARIO
Mordida de angustia, por
Agustín Serrano de Haro.
Portugal saluda a España,
por Federico Torres.
Patronatos p a r a «protección».
•Conversación abierta.
Pichas bibliográficas.
Las preguntas de estos días.
El «Año Donosiano» en la
Escuela.
DISPOSICIONES OFICIALES
Recurso de agravios sobre
adjudicación provisional de
destinos.
Normas para la celebración
de los exámenes de bachillerato en las convocatorias del
presente curso.
Elevación a definitiva dé la
adjudicación provisional de
Escuelas rurales.
Se elevan a definitivas las
adjudicaciones por c o n c u r r i ó .
Las oposiciones a cátedras
de P'sica y Química, Historia
Natural y Fisiología e Higiene para Escuelas del Magisterio.
LA VIDA EN LA ESCUELA
Período de iniciación. Párvulos. Lengua española. Religión. Matemáticas. Guiones de
trabajo para la semana.
OTRAS NOTICIAS
El recurso sobre la plasa de
Barajas de Madrid.
Ha fallecido don Pedro García Marín.
Concurso para cuatro Escuelas de Patronato en Valencia-capital y seis en la provincia.
Premio de 5.000 pesetag para la mejor colección de dibujos.
Las II jornadas Pedagógicas.
LA SEMANA.
286
13
de
mayo
de
1953
Las preguntas de estos días CONVERSACIÓN ABIUHTA
CONCURSO Y OPOSICIONES A I N G R E S O
Nada n u e v o h a y r e s p e c t o a lo q u e d i j i m o s e n el n ú m e r o a n t e r i o r . Se sigue t r a b a j a n d o i n t e n s a m e n t e e n
la Sección de Provisión de Escuelas, y p u d i e r a d a r s e el
caso d e q u e s e p u b l i c a r a n las a d j u d i c a c i o n e s con t i e m po s u f i c i e n t e p a r a convocar las oposiciones a ingreso
e n u n a de los ú'.timos días del p r e s e n t e m e s , y asi q u e d a r í a c u m p l i d o lo q u e e n este p u n t o s e ñ a l a el E s t a t u t o ; pero si n o es así, h a de f a l t a r m u y poco y realizarse la c o n v o c a t o r i a en los p r i m e r o s d í a s d e j u n i o . Decimos que puede ser en mayo porque las plazas p a r a
las oposiciones p u e d e n p u b l i c a r s e , a reserva de l a s rec l a m a c i o n e s q u e s e a n e s t i m a d a s en el c o n c u r s o d e t r a s lados H e m o s o í d o - q u e h a b r á m á s p l a z a s q u e en las
oposiciones a n t e r i o r e s ; p e r o h a y q u e t e n e r en c u e n t a
q u e n o t o d a s l a s v a c a n t e s d e s i e r t a s v a n a l a oposición,
s i n o las q u e n o e s t é n clasificadas c o m o r u r a l e s ; q u e
6ólo se c u e n t a n las p r o d u c i d a s a n t e s del i d e o c t u b r e ;
q u e la m a y o r p a r t e d e las excedencias h a n sido concedid a s d e s p u é s d e d i c h a fecha, y q u e las diez p l a z a s de
Escuelas v o l a n t e s p a r a h i j o s d e M a e s t r o s f u e r o n c u b i e r t a s t o t a l m e n t e en varias provincias; p o r ejemplo, en
M a d r i d . P o r estos m o t i v o s dijimos q u e p r o b a b l e m e n t e
n o en t o d a s las p r o v i n c i a s h a b r á oposiciones. P e r o es
p r e m a t u r o hacer todavía afirmaciones absolutas. Que
h a b r á p r o v i n c i a s con v a c a n t e s , eso sí parece a h o r a p r o bable.
LOS CUESTIONARIOS
E s t a m o s t o d o s d e s e a n d o q u e se p u b l i q u e n los cuest i o n a r i o s de E n s e ñ a n z a P r i m a r i a ; p e r o n a d a s a b e m o s
de la fecha n i de si los técnicos h a n d i c t a m i n a d o sob r e las p r o p u e s t a s p a r a confección y d i s t r i b u c i ó n . Siemp r e h e m o s creído q u e es c o m p a t i b l e la m a r c h a del concurso, p a r a la edición oficial, con el a n t i c i p o de exponerlos -ante el p ú b l i c o p a r a q u e p u e d a n ser e d i t a d o s
l i b r e m e n t e . Nosotros r a p i d i s i m a m e n t e lo h u b i é r a m o s h e cho, y g r a t i s , p a r a n u e s t r o s s u s c r i p t o r e s , q u e e s t á n imp a c i e n t e s , con l a m e j o r v o l u n t a d .
PUNTUACIONES EN LA CARTILLA DE ESCOLARIDAD
A. S., de S.—Desde luego, t i e n e u s t e d r a z ó n : n o t o d a s
las casillas h a n de llenarse; p e r o eso n o q u i e r e d e d i q u e q u e d e n i n c o m p l e t a s . Por lo p r o n t o n o t o d a s las
n o t a s h a n d e ser p a r a n i ñ o s y n i ñ a s . P a r a E d u c a c i ó n física t a m b i é n , por ejemplo, n o es n e c e s a r i o p o n e r siemp r e n o t a . Y e n c u a l q u i e r a s i g n a t u r a , p o r d i f e r e n t e s circ i r c u n s t a n c i a s , p u e d e f a l t a r la calificación, s i n q u e p o r
eso h a y a de decirse q u e el aMestro n o h a c u m p l i d o . E n
c o n d u c t a y e n aseo n o s h u b i e r a g u s t a d o m á s q u e las
calificaciones h u b i e r a n s i d o «muy bien» (m. b ) , «bien»
(b.), etc., e n l u g a r d e p u n t o s , q u e significan «sobresaliente», «notable», e t c . Sobre t o d o , es e s t o i n t e r e s a n t e ,
p o r q u e e n el r e s u m e n de l a escolaridad, p o r años, q u e
f o r m a la ú l t i m a p á g i n a , d e b e n f i g u r a r las calificaciones
m e d i a s , y n o s u m a r s e los p u n t o s de las a s i g n a t u r a s con
los d e c o n d u c t a . Pero p a r a t o d a s e s t a s cosas h a n - de
esperarse i n s t r u c c i o n e s . A c o n t i n u a c i ó n i n s e r t a m o s l a
r e p r o d u c c i ó n fotográfica de d i c h a ú l t i m a p á g i n a , s e g ú n
p r o m e t i m o s al p u b l i c a r la g e n e r a l d e los cursos. '
SÍNTESIS
DE ESCOLARIDAD
MEDIAS
ANUALES
CURSOS
CALIFICACIÓN
PUNTUACIÓN
EL SERVICIO MILITAR Y LO.S MAESTROS
DE ESCUELAS VOLANTES
E s p e r a m o s q u e se d e n aclaraciones s o b r e si el t i e m p o
de servicio m i l i t a r se c o n t a r á p a r a los dos a ñ o s como
m í n i m o q u e h a n de c u m p l i r los M a e s t r o s d e Escuelas
v o l a n t e s . Nosotros o p i n a m o s q u e d e b e r í a c o n t a r s e , y
q u e al t e r m i n a r los dos a ñ o s d e b e r í a n p o d e r ya h a c e r
oposiciones r e s t r i n g i d a s , s i n t e n e r q u e esperar o t r o s dos
años, como se i n t e r p r e t a m i e n t r a s n o h a y a o t r a aclaración.
LAS QUE REALIZARON EL CURSO ESPECIAL
PARA PARVULISTAS
N a d a n u e v o t e n e m o s q u e decir. E s p e r a m o s l a p u b l i c a c i ó n d e las listas t e r m i n a d a s o la expedición de certiCONFIRMACIÓN DE RURALES
E s p e r a m o s t a m b i é n q u e se aclarará, si los q u e n o h a n
o b t e n i d o i n f o r m e s favorables s i g u e n p r o v i s i o n a l m e n t e o
t i e n e n ya q u e cesar.
REGLAMENTOS PENDIENTES
Hay q u e s u p o n e r q u e s i g u e n t r a b a j a n d o las Comision e s p a r a el de Escuelas, Inspecciones, etc. T p o r a n a l o gía m e n c i o n a m o s a q u í t a m b i é n l a r e f o r m a del E s t a t u t o
y el D e c r e t o sobre excedencias de M a e s t r a s consortes.
FICHAS BIBLIOGRÁFICAS
AMOR RTJTBAL, por d o n Avelino G ó m e z
Ledo, P á r r o c o d e S a n A g u s t í n . Mad r i d ; — U n v o l u m e n de 342 p á g i n a s de
22 p o r 15 c e n t í m e t r o s . — M a d r i d , 1949.
50 p e s e t a s .
Don Avelino Gómez Ledo, c u l t o S a c e r d o t e q u e s a b e
c o n j u g a r f e l i z m e n t e s u c u r a de a l m a s c o n u n a a s i d u a
dedicación a las b u e n a s l e t r a s , se acoge e n e s t a o b r a
al conocido p r e c e p t o d o r s i a n o q u e consiste *en elevar la
a n é c d o t a a categoría. Y n o se p i e n s e p o r ello q u e l a
v i d a del i l u s t r e S a c e r d o t e gallego d o n Angei Amor R u i bal, q u e en s u vida, n o l a r g a c i e r t a m e n t e , consiguió
c u l t i v a r con p r o f u n d i d a d y c o n e x t e n s i ó n i m p r e s i o n a n t e s
la filosofía, la teología, la filología y la l i t e r a t u r a p u r a
p a r a d a r j u s t o m o t i v o al a u t o r p a r a c o m p o n e r e s t a
o b r a ; n o se crea, decimos, q u e e s t a vida gloriosa es u n a
p u r a a n é c d o t a . Más b i e n p o d r í a m o s decir q u e d o n Avel i n o G ó m e z L e d o h a i n v e r t i d o los t é r m i n o s y h a t o m a d o
ú n ser q u e e n sí es u n a c a t e g o r í a p a r a d a r n o s e n e s t a s
b i e n escritas p á g i n a s , e n forma a m e n a d e a n é c d o t a , la
GRÁFICA DE ESCOLARIDAD
Puntuación
19
a
media
19
C U R S O S
19..
a
19....
19
19
a
19
19
a
19
19
19
a
19
a
19
19
a'
• a
19
19
19
a
19
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
..
A c a u s a de las fiestas q u e se c e l e b r a n en los d í a s 14
y 15 h e m o s a d e l a n t a d o e n u n a fecha la p u b l i c a c i ó n del
presente número.
s í n t e s i s d e u n s e ñ e r o p e r s o n a j e gallego, q u e h o n r a al
clero español de t o d o s los t i e m p o s .
S u o b r a s e lee con g r a n agrado, y d o n Avelino Góm e z Ledo t i e n e m o m e n t o s en q u e forja u n a f i r m e p r o s a
de l a m e j o r calidad literaria.—L. A. P .
Escuela
PATRONATOS PARA
"PROTECCIÓN"
Nos parece perfectamente bien
que la legislación vísente conceda facultad a los Consejos de Protección Escolar para proponer a
los Maestros de sus Escue'as. Pe
ro esta facultad t a n amplia, que
no tiene casi limitación legal, na
nos parece tan bien. El principio
es bueno y deben reconocerlo incluso los mas opuestos a las Escuelas de Patronato. Cuando un
Patronato organiza una o varias
Escuelas es natural que desee y
se proponga nombrar a los Maestros más capacitados o más eompotentes en la finalidad o especialidad que se pretende cumplir
con estas Escuelas de tarácter especial. Y ya se sabe de muchos
que, una vez proclamada la creación oficial de las Escuelas, no se
conforman ni contentan con ello,
sino que publican con ursos para
proponer sus Maestros medíante
un procedimientj.de selección, a
tenor de los n.éritos de los participante'-. .
Pero conocemos otros muchos
también que a la propuesta de
creación de Escuelas adjuntan
los nombres de los que deben regentarlas. ¿Lo hacen legalmente?
Desde luego. A la Administración
n> le queda casi nada más que
la aceptación y el nombramiento.
En la práctica, este proced miento lleva aparejadas consecuencias
que disgustan al Magisterio en
general; a nadie le puede gustar
que u n o s tengan que trabajar,
sacrificarse y acumular puntos en
una misma lo;a!idad mientras
otras no tienen que pasar por ello
o consiguen sin dificultad alcanzar ,as grande; capitales. Tampoco puede agradar ver cóijio se
realiza la designación de los Maestros de Patronato sin ninguna publicidad ni conocimiento para los
demás. Y no se puede evitar que
este medio, un tanto ocult), sea
mirado con desfavor y por su propia naturaleza sea sospechoso de
recomendaciones de favoritismo e
injusticias.
Por eso convendría dividir las
Escuelas de Patronato en orden
a los nombramientos en dos clases: los de las grandes capitales
y poblaciones hasta 10.000 habitantes y los restantes situados en
localidades de censo inferior.
En las de la primera clase, los
nombramientos de los Maestros
deberían hacerse mediante concurso público que ofreciera garantías üe seriedad y de justicia.
En las Escuelas de la segunda
clase no vemos inconveniente en
que los nombramientos se hagan
como hasta ahora. Generalmente
las localidades pequeñas no son
tan apetecidas, y cuando hay personas en ellas con tan buenos deseos para crear unas Escuelas, con
dotación de material, casa-vivienda y ventajas económicas, bien
puede dejárseles que propongan
P a r a regentarlas el Maestro o
Maestra que quieran; pero repetimos que sólo cuando se dan todas estas circunstancias. Porque
ha de tenerse sumo cuidado en
que los Consejos de Protección
sean eso: de «protección»; pero a
la Escuela, y no a una determinada persona de medio para residir como Maestro en la localidad que a ella le conviene, sin
concurso ni oposición.
287
Española
LA ACTUALIDAD EN LA ESCUELA.
Portugal saluda a España
A tinque escrito el presente artículo para la sección de "La
vida-en la Escuela", lo- insertamos en este lugar destacado, por
la importancia
de la actualidad y como señal de afecto de E S CUELA ESPAÑOLA O la nación
hermana
Cuando estas líneas lleguen a ti, lector, ya estará en España Su
Excelencia el general Craveiro Lopes, Jefe del Estado d e Portugal, o
al menos su llegada a Madrid será inminente. El día 15, festividad de"
nuestro Patrón San Isidro,' ei Presidente portugués' y el Genarilísimo
F r a n c o presidirán u n desfile militar, en el que participarán fuerzas d e
las guarniciones de la Península y Marruecos pertenecientes a los t r e
Ejércitos. El general Craveiro Lopes será huésped de España d u r a n t e
cinco o seis días. Visitante de honor, al que todos los españoles deseamos hacer grata la estancia, porque no se trata d e ningún prohombre
extranjero, sino de u n eminentísimo hombre d e Estado ibérico herm a n a d o con nosotros con indisolubles lazas de afecto y parentesco
Portugal y España son dos naciines soberanas unidas por el destino,
por la sangre y por la cultura. Así, pues, el.saludo de los dos Jefes de
E s t a d o n o será u n protocolario saludo ceremonioso, sino u n apretado
abrazo d e hermanos.
El general Craveiro Lopes no desconoce España. Ha estado ya aquí
e n t r e nosotros y todavía recuerda con emoción u n episodio ocurrido
el año 1922, del que fué protagonista, y p o r el que pudo comprobar
cómo laten al unísono los corazones peninsulares. Entonces, el hoy
general era u n modesto capitán recién ingresado en las fuerzas aeronáuticas de su país. Pilotando un aparato—un avión de aquellos d e
hace treinta años—sufrió u n accidente y el aparato, averiado, fué a
caer e n el lugar de Buenaventura, en la Sierra de Credos. Las g e n t e s
de aquellos lugares le recogieron herido y le trasladaron al pueblo r
donde fué atendido con tales muestras de cariño, que cuando pudo
m a r c h a r a su país tenía u n buen p u ñ a d o d e amigos d e esos q u e s e
recuerdan toda la vida.
El general Craveiro Lopes fué elegido el 22 de julio de 3951 Presidente de la República portuguesa, puesto que había dejado v a c a n t e
por fallecimiento otro general modelo de patriotas y estadistas: el
Mariscal Carmona.
Hoy Portugal vive los años más felices de su siglo. Todo se lo d e b a '
a un h o m b r e providencial que preside el Consejo de Ministros y s e
ocupa de las tareas deJ Gobierno desde hace veinticinco años. Es un
intelectual m u y preparado, fervoroso católico, sencillo y modesto y
es ei mejor colaborador del actual Presidente, como lo fué del anterior.
Se llama doctor Oiiveira Salazar. Cuando hace veinticinco años se incorporó al Gobierno como ministro de Finanzas, la economía portuguesa vacilaba en adversas crisis. El que no haya alcanzado aquellos
años, no podrá imaginarse la gigantesca tarea acometida por el doctor
Oiiveira, hasta situar de nuevo a la nación y al país al rango que m e rece por su historia. A finales del mes pasado, los portugueses le rindieron u n cordialísimo homenaje, que si no fué t a n g r a n d e como ellos
querían, se debió a q u e el propio Oiiveira, enterado de lo q u e preparaban sus compatriotas, dijo: «No, no quiero canonizaciones cívicas.»'
Dijo en aquellos días u n periodista: «No sufrió ese día el Jefe del
Gobierno el m á s amargo t r a n c e de los seres h u m a n o s apuntado p o r :
Halmes: la ingratitud. Pero pudo pensar también sin rubor, como
Campagne, que la mayor grandeza del hombre es el desprecio de l a :
mayor grandeza.»
La unión de España y Portugal es indestructible porque está sella-,
da con sangre. E n n u e s t r a Cruzada, portugueses y españoles lucharon
codo con codo y muchos d e aquéllos supieron morir dignamente p o r
la libertad y la grandeza de España. Posteriormente, cuando el m u n d o
se consumía en la segunda Guerra Mundial, España y Portugal, vigilantes, atentos al incendio exterior, se unieron en el Bloque Ibérico,,
por el cual quedaba su destino ligado q u e el ataque a u n a de las dos
naciones sería interpretado por la otra como ataque directo a su país.
Esla h e r m a n d a d p e r d u r a r á ya siempre y será el mejor modelo q u e
poner ante u n m u n d o u n tanto desconcertado.
Un Jefe de Estado de raíz hispana, el de la Argentina, general Perón, a p u n t ó en momentos difíciles la tercera posición, la tercera fuerza. P a r a oponerse al coloso ruso, ateo y bolchevique, p a r a t r a t a r en
pie de igualdad con el coloso americano, enfermo también de m a t e r i a -
288
13 de m a y o
El recurso sobre la p'aza de Barajas
de Madrid
El día 21 de junio de 1951, en la sección de «Conversación abierta», decíamos:
«No debe usted quedarse sin la plaza de Madrid.—
M. C, de O.—Usted pidió Barajas, de Madrid, y esta Escuela se la han adjudicado a otro solicitante de menor
puntuación, porque usted puso «Madrid» eri la casilla
de «localidad», en lugar de Barajas. La realidad es que
usted ha solicitado perfectamente bien la Escue'a de
Barajas, y su error—si eso es error—es completamente
accidental al poner Madrid como localidad por estar ya
Barajas anexionado a Madrid.
Si usted hubiera puesto en lugar de Barajas otro nomBre cualquiera, por ejemplo, Torrojas, entraría en aquello de no coincidir exactamente con la designación con
que la vacante se anunciaba. Pero usted h a pedido
exactamente bien Barajas de Madrid.
El funcionario habrá hecho bien al considerar—a nuestro juicio equivocadamente—que no estaba su instancia
en regla, conforme a las instrucciones de la Dirección
General. Pero usted hará bien del m'.smo modo al entablar recurso de reposición (sin perder tiempo) como previo al de agravios. Porque es el Consejo de Estado el
que, en último término, ha de dictaminar si a usted,
por su puntuación y por su instancia, corresponde la
Escuela de Barajas...
Ciertamente que no debe perderse una Escuela, nada
menos que de Madrid, por causas de tan dudosa estimación como las que a usted 'le afectan...»
Hemos estado esperando con verdadero interés, porque el asunto lo tiene ciertamente, y por fin se publicó
la resolución del recurso de agravios, que queda desestimado, declarándose que no se Ha formulado reglamentariamente la solicitud y que el carácter formulista de
las instrucciones del concurso no permiten otra interpretación que la literal. Véase la Orden completa en la
sección de Disposiciones Oficiales de este mismo número.
Desde luego es lamentable que u n tan pequeño defecto de forma haya sido suficiente para dejar a un
• concursante sin la plaza a que aspiraba, máxime cuando el texto del recurso reconoce que la vacante había
-quedado perfectamente identificada y cuando se trata
de una vacante t a n codiciada como son las de Madrid;
pero hay que reconocer que el Consejo de Estado, al
^dictaminar, ha tenido que atenerse a la interpretación
.litera!, «tanto más—se dice en la Orden—cuando una
interpretación más elástica del precepto aplicable en
favor de la intención del recurrente al tomar parte en
el concurso llevaría consigo la de:posesión ai titular
que la ostenta en la actualidad de la vacante, el cual,
según se comprueba en el expediente, redactó la solicitud de. acuerdo con los preceptos exigidos».
Pero una interpretación más elástica—decimos .nosotros—, que es la que correspondía cuando fué adjudicada la plaza, no hubiera llevado entonces consigo la
desposesión de nadie, y se h u b e r a adjudicado la plaza
a quien debería obtenerla por su puntuación evidentemente. Por eso decimos que el funcionario se equivocó.
La resolución es interesante, en cuanto supone una
advertencia, que todos los Maestros tendrán presente en
lo sucesivo al llenar las instancias de los concursos, y en
cuanto pone de manifiesto que se ha procurado evitar
el perjuicio de la desposesión al titular actual de la vacante de Barajas, que habia formulado la solicitud con
-todos los requisitos reglamentarios.
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hacen sumamente fácil, aun para
niños pequeños, la
preparación de la 1.a Comunión
•4.
edición.
-:-
4
poseías.
Ha fallecido don Pedro García M a r í n
Nuestro querido amigo y colaborador don Pedro García Marín falleció el sábado, 9 de: corriente, en Madrid,
a los setenta y cinco años de edad, tan cristianamente
como había sido su vida, verdaderamente ejemplar.
Fué muchos años Presidente de la Asociación de Maestros de Madrid «La Enseñanza Católica» y también de
la Asociación «Siete Picos», de las Capillas-Refugios.
Como Maestro de Madrid, fué jubilado por edad, siendo
el número 1 del Escalafón y Director del Grupo escolar
«Ricardo de la Vega». Hombre de extraordinaria cultura, se corportó en todas partes .con gran espíritu cristiano y dando un magnifico ejemplo con sus virtudes
Como literato obtuvo grandes éxitos, por ejemplo, con
sus obras «Las mañas de la mañica» y «En Aragón hi
nacido», realizadas en colaboración con el señor Arniches. Ganó muchas veces oposiciones, siempre con el
número uno.
Acompañamos en su pena a toda su familia y especialmente a sus hijos: don Fernando, ingeniero industrial; don Luis, arquitecto; don Manuel, interventor del
Estado; doña Matilde, escultora, y don César, ingeniero
de Telecomunicación. En nuestra Guerra de Liberación
cayó como oficial provisional de Artillería su hijo don
Ismael, licenciado en Ciencias.
A nuestros lectores pedimos una oración por el descanto eterno del querido compañero, que acaba de dejarnos para recibir el premio que Dios le habrá concedido por su vida de virtud y laboriosidad, de que nos
ha dejado tan buen ejemplo.
CONTESTACIONES COMPUTAS
PARA EL EXAMEN DE INGRESO
EN LAS ESCUHAS DEL MAGISTERIO
Por JOSÉ MARÍA MARTÍNEZ VAL, EDUARDO BERNAL
y AGUSTÍN URQUIZU, con los redactores de ESCUELA
ESPASOLA
SEGUNDA EDICIÓN
Son verdaderamente completas porque contienen, tema
por tema, la contestación esmerada a cada uno de los
31 temas de Religión, los 20 de Historia, los 20 de Geografía y los 5 de Labores, que forman el programa que
viene exigiéndose, según Orden de 24 de junio de 1947,
juntamente con 80 problemas resueltos de los que han
sido puestos en los exámenes; trozos explicados para Análisis gramatical y Francés, igualmente de los puestos en
los exámenes, y la Iniciación completa político-social,
todo ello con arreglo al Decreto de 7 de julio de 1950.
Con este libro se obtiene una preparación rápida y perfecta que asegura el éxito.—PRECIO: 75 pesetas.
lismo, el Bloque Ibérico. ¿Petulancia que este rabo de E u r o p a , esta
Península privilegiada, quiera erigirse en tercera fuerza? P u e s sí, porq u e a e t r á s de E s p a ñ a y Portugal pueden estar, a p a r t e de sus colcnias
e Imperio, n a d a menos que el Brasil, que u n a veintena de naciones
hispanoamericanas, que Filipinas... ¿Puede uno imaginar lo que sería
u n a unión, no material, ni geopolítica, sino de destino, espiritual, de
v e i n t í t a n t a s naciones soberanas unidas en bloque compacto, con una
m i s m a fe, con u n a misma lengua, con idéntico sentido de la vida y d e
la muerte, teniendo, como decía Rubén Darío, lo que les falta a ellos:
Dios?
Celebremos todos este feliz encuentro e n t r e n u e s t r o Caudillo F r a n co y el Jefe de la g r a n nación h e r m a n a , y u n á m o n o s , portugués y
españoles también, en fraterno abrazo.—FEDERICO TORRES.
E S T U D I O S
DEL
M A G I S T E R I O
EXAMEN DE INGRESO. NOBMAB.
CUESTIONARIO PARA LA PRUEBA
FINAL
CÁTEDRAS DE ESCUELAS DEL
MAGISTERIO
REFORMAS DEL REGIAMENTO
(SEXTA EDICIÓN)
Escuela
Espalóla
DISPOSICIONES
289
OFICIALES
Recurso de agravios sobre adjudicación de una pla2a de Madrid. - Normas
para les exámenes de bachillerato en el présenle curso.- Adjudicaciones
definitivas de rurales y por concuisillo. - las oposiciones a cátedras
BOLETÍN I p OFICIAL
DEL ESTADO
MARTES, 28 DE ABRIL DE 1953
Recurso de agravios sobre adjudicación provisional
de destinos.
28 FEBRERO.—O. M.
El Consejo de Ministros, con fecha 31 de octubre último, tomó el acuerdo que dice así:
«En el recurso de agravios promovido por don Manuel
Cachero García contra Orden del Ministerio de Educación Nacional de 4 de junio de 1951, que eleva a definitiva la adjudicación provisional de destinos en el Magisterio; y
Resultando que en 24 de marzo de 1951 don Manuel
Cachero García, Maestro nacional con destino en la Escuela de niños de Belmoite (Oviedo), solicitó tomar
parte por el turno voluntario en el concurso general
de traslados del Magisterio, convocado por Orden ministerial de 22 de febrero de 1951, pidiendo, entre otras
Escuelas, la «U. Barajas de Madrid», haciéndola figurar como de Madrid en la casilla de su instancia correspondiente a la localidad, y que resuelto provisionalmente dicho concurso, se adjudicó la citada plaza a don
Felipe Macho García, que había obtenido una puntuación total de 72,955 puntos;
Resultando que el señor cachero reclamó ante la Dirección General de Enseñanza Primaria contra el referido acuerdo, alegando que había acreditado en el concurso en cuestión 77,736 puntos y tenía solicitada la
vacante concedida al señor Macho, el cual había reunido únicamente 72,965 puntos? por lo que se creía perjudicado por la resolución impugnada, tanto más cuando que a su esposa pe le había adjudicado, también por
el turno voluntario, la S. G. de Menéndez y Pelayo, de
Madrid;
Resultando que en 4 de junio de 1951, al elevarse a
definitivas las propuestas provisionales, fué desestimada
la reclamación del interesado, por entender el Ministerio que había solicitado mal la vacante a que aspiraba,
ya que la hac'a figurar como perteneciente a la localidad de Madrid, y no a la de Barajas, por lo que el
señor Cacho interpuso, dentro de plazo, los recursos
de reposición y agravios previstos en la Ley de 18 de
marzo de 1944, alegando sustancialmente que en la casilla de su instancia, cuyo epígrafe dice: «Nombre, número y clase de Escuela», figura concretamente «TJ. Barajas de Madrid», y sería una redundancia innecesaria,
a efectos de claridad, repetir el mismo nombre en la
casilla «Localidad», aparte de que esta Escuela está
considerada como del casco dé Madrid, dado que se
anunció con la denominación «Barajas de Madrid, ídem»
Para indicar que radicaba en Madrid, lo que dio origen
a la confusión del exponente, que sabía se había anexionado a la capital, y que si la hubiese solicitado como
Perteneciente al Ayuntamiento de Barajas, hubiera pedido algo que no existía, ya que en aquella fecha se
habla ya suprimido ese Municipio, según certificación de!
Secretario del Ayuntamiento de Madrid, que acompaña,
de: que se deduce que la incorporación a Madrid del
Municipio de Barajas se efectuó el 31 de marzo de 1950;
Resultando que la Subsecretaría del Ministerio ha informado que. ateniéndose a un criterio rigorista, «es
evidente que la instancia formulada por el señor Cachero adolecía de un vicio de forma que la invalidaba, toda
vez que en la casilla correspondiente no había consignado la localidad de Barajas, a la que pertenecía. la Escuela de referencia dentro de la relación de vacantes
sacadas a concurso; mas que si se tiene en cuenta, de
un lado, que en la relación de solicitud de Escuelas y
en donde dice «Nombre, número y clase de Escuela» figura concretamente «TJ. Barajas de Madrid», por lo que
no
parece absolutamente necesario repetir el mismo nombra
de Barajas en la casilla «localidad», y de otro lado,
e; hecho de que la localidad de Baralas se había incuido ya en el Ayuntamiento de Madrid, juntamente
con la coincidencia de circunstancias de nombre y nú-
mero exactamete formuladas por el solicitante, resulta
clara su intención de solicitar la repetida Escuela de
Barajas y suficientemente expresada para que se tuviese
en cuenta entre las peticiones del concurso que nos
ocupa. Al no entenderse así, por razones de sistemática
y práctica administrativa, también muy respetables, dando lugar con ello a los recursos interpuestos por el señor Cachero, cabe considerar nuevamente su originaria
petición, y si se estima que era suficientemente clara
para ser admitida en su concreta petición entre las formuladas por los demás optantes, resolviéndose en, derecho la concurrencia producida de solicitantes a la
vacante de referencia;
Resultando que, remitido el expediente al Consejo de
Estado, la Sección de Agravios informó que debía ponerse en conocimiento del señor Macho los recursos de
reposición y agravios interpuestos por el señor Cachero;
y que, evacuado dicho trámite, se ha unido al expediente
u n escrito de aquél, en el que manifiesta, en síntesis,
que estima correcta la Orden ministerial impugnada, ya
que el anuncio de la plaza que regenta figura en la
página 247 del «Boletín Oficial del Ministerio de Educación Nacional» del día 12 de marzo de 1951, como perteneciente a la localidad de Barajas de Madrid, Ayuntamiento del mismo nombre, y al quedar firme este anuncio por no ser recurrido, a él tenían que atenerse todos
los concursantes y referirse todas las peticiones, pues
de lo contrario, conforme previene la instrucción séptima de las dictadas por la Dirección General de Enseñanza Primaria de 6 de marzo del pasado año, quedarían nulas estas peticiones, perdiendo todo derecho a
ellas los solicitantes, y que el anuncio de la vacante en
cuestión se halla de acuerdo con las normas del Estatuto (articulo 52) y Orden de convocatoria, pues responde-a cómo la citada localidad figura en el Nomenclátor oficial vigente y que regía en el mencionado concurso;
Resultando, por último, que el expediente fué enviado de nuevo al Consejo de Estado para su informe;
Vistas la Orden de convocatoria del concurso, de 22 de
febrero de 1951 («B. O. del M. de E. N.» del 26 siguiente), la Orden de la Dirección General de Enseñanza Primaria de 6 de marzo de 1951 («B. O. del M.» del 12 del
mismo mes), la Ley de 18 de marzo de 1944 y demás
disposiciones aplicables;
Considerando que la cuestión planteada,en el presente recurso de agravios consiste en determinar si el
recurrente solicitó la Escuela vacante a que se refiere
este expediente en fjrma correcta o si, por el contrario, el error padecido ñor la resolución impugnada al
adjudicarle una plaza distinta de aquella a la que tenía derecho preferente le es plenamente imputable por
no haber ajustado su instancia a las normas aplicables;
Considerando que el concurso en que fué anunciada
la plaza discutida fué convocado por Orden del Ministerio de Educación Nacional de 22 de febrero; de 1951
y que, en virtud de lo dispuesto en su apartado número 27, la Dirección General de Enseñanza Primaría publicó en el «Boletín» del Departamento del 12 de marzo siguiente las instrucciones con arreglo a las cuales
tenía que celebrarse el concurso, así como la lista de
las vacantes afectas, a él y disponiendo en el párrafo
sexto de la instrucción séptima que «en la solicitud.se
relacionarán las Escuelas con todo detalle, y por orden
de preferencia, sin tachaduras o enmiendas, expresando
con la mayor claridad los datos exactos que en la instancia se exigen. TJna vez entregada la documentación,
por ningún concepto se alterarán las Escuelas solicitadas ni aun en cuanto al orden de prelación. Las que resulten ilegibles o no coincidan exactamente con la designación y número con que las vacantes se anuncien, se
consideraran no incluidas en la petición, perdiendo todo
derecho a ellas el solicitante», y determinando al relacionar las Escuelas que «¡o impreso en primer lugar se
refiere a «localidad»: en segundo, a «Ayuntamiento», y
en tercero, a «clase de Escuela»;
Considerando que en la aludida Orden de la Dirección General de Enseñanza Primaria figura la plaza cuya
adjudicación se impugna en la lista correspondiente a la
provincia de Madrid con la siguiente, denominación: «Barajas de Madrid,. :dem»; unitaria, por lo que debe entenderse., que Barajas es la «localidad» de la Escuela, y
Madrid, el «Ayuntamiento», puesto que en aquella -'echa
ya habla sido suprimido el Municipio de Barajas,, y que
el recurrente solicitó colocándola en la localidad y Ayun-
.290
13
de
mayo
tamiento de Madrid, por lo que en rigor no puede afirmarse que la petición se hiciera conforme exige el precepto transcrito, ya que no se ha observado la diferenciación entre «loca'.idad» y «Ayuntamiento» que la norma en cuestión establece, no obstante haber quedado
perfectamente identificada la vacante solicitada;
Considerando que no habiéndose formulado reglamentariamente ¡a solicitud de vacante, y teniendo en cuent a el carácter preferentemente formulista de las normas para la celebración de concursos como la transcrita,
<iue no permiten otra interpretación que la que literalmente les corresponde, no puede entenderse que exista
nase legal suficiente para revocar el acuerdo impugnado,
tanto más cuanto que una apreciación más eléctica de:
precepto aplicable en favor de la intención del recurrente al tomar parte en 'él concurso llevaría consigo la
desposesión al titular, que la ostenta en la actualidad
de la vacante, el cual, según se comprueba en el expediente, redacto la solicitud de acuerdo con los preceptos
exigidos.
De conformidad con el dictamen emitido por el Consejo de Estado.
El Consejo de Ministros ha resuelto desestimar el presente recurso de agravios.»
Madrid, 28 de "ebrero de 1953—Carrero.
(«B. O. del E.» del 28 de abril.)
SÁBADO, 9 DE MAYO DE 1953
Normas sobre la celebración de los exámenes de bachillerato en las convocatorias del presente curso.
fí MAYO.—O. M.
Los exámenes de Grado Superior en las convocatorias
del presente año 1953 exigen una especial reglamentación t-ansitoria, pues cus Tribunales deben constituirse
en ciudades que no son cabeza de Distrito universitario,
y acomodándose en su composición a la vigente Ley de
Ordenación de la Enseñanza Media, según el Decreto de
6 de marzo último, pero para juzgar las materias del
pasado plan de 1938.
Tal reglamentación debe evitar a Jueces y alumnos
dificultades subsanables y servir a la vez de experiencia
para corregir en la posterior reglamentación permanente
las deficiencias que puedan observarse y para reglament a r edecuadamente la inspección del Estado en lo que
a recta a la función examinadora.
En tanto que se constituye de modo definitivo la Intpecc'ón oficial prevista en la Ley, la designación de
los Vocales inspectores en los Tribunales de exa*rei para
las convocatorias del presente curso debe hacerse de
suerte que queden salvaguardados los principios fundamentales de la Ley en lo que se refiere a la incompa-tibilidad de dichos Inspectore-. con el ejercicio de la
docencia en Centros de Enseñanza Media.
A tal propósito, y previo acuerdo del Consejo de Ministros,
••
Este Ministerio ha tenido a bien disponer lo siguiente:
I.» Exámenes de ingreso en el bachillerato.—Los exámenes se verificarán, tanto en los Institutos nacionales
íomD en los Colegios reconocidos, a tenor de lo dispuesto en los artículos 87, 88 y 96 de la vigente Ley de
Ordenación de la Enseñanza Media. Los Directores de
cada Centro tomarán las disposiciones conducentes a
la normal constitución de los Tribunales y al buen desarrollo de las pruebas.
2.o Exámenes de curso.—Los exámenes de curso se celebrarán igual que en años anteriores en todo lo que
respecta a calificación por puntos, actas, libros de calificación escolar. Juntas de Profesores de curso, etc.; mas
no habrá calificación de conjunto para el pase al curso
siguiente ,sino por asignaturas, a tenor de lo que dispone el párrafo segundo del artículo 98 de la vigente
Ley.
3.° Exámenes de grado elemental.—En cumplimiento
de lo que dispone el artículo 2.» del Decreto de Adaptación de 6 de marzo último, no habrá exámenes del grado de bachiller elemental en las convocatorias del presente año 1953.
4.o Fechas de celebración.—Los exámenes de curso y
los de ingreso comenzarán a partir del 1 de junio. Los
exámenes de Grado, en las fechas que oportunamente
serán señaladas, a partir del 15 del mismo mes.
5.o inscripción para la matrícula en los exámenes de
grado superior.—Los que habiendo aprobado todo el séptimo curso del plan de 1938, en sus respectivos Centros,
aspiren a las pruebas del grado superior deberán dirigir
sus solicitudes de matrícula, como en años anteriores,
al Rector del Distrito universitario correspondiente, abonando en las Secretarías de las respectivas Universidades los derechos de matrícula que se establezcan.
El plazo de matricula para los exámenes de grado en
la próxima convocatoria terminará el día 10 de junio.
de
1953
6.o Exámenes de los procedentes de anteriores convocatorias.—Los que se hallen pendientes de aprobar total
o parcialmente el anterior examen de Estado y no figuren matreulados durante el presente curso en enseñanza oficial ni colegiada podrán solicitar ahora nuevo
examen de grado superior o de los ejercicios del anterior
examen de Estado que tengan pendientes de aprobación,
y serán incorporados, si se matriculan a este fin, al grupo de alumnos libres.
7.o Constitución de los Tribunales del grado superior.—Los Tribunales dei grado superior se constituirán
según lo establecido en los artículos 99, 100 y 104 de
la vigente Ley.
Antes de la fecha del comienzo de los exámenes, los
Rectores constituirán los Tribunales y les adscribirán
los alumnos que deben ser por ellos examinados.
La designación se hará de la siguiente forma:
a) Los Presidentes serán designados por el Rector de
entre Catedráticos de su Universidad.
b) El Ministerio designará, de conformidad con lo
estabiecido en los artículos 99 y 100 de la Ley, los dos
Vocales Inspectores que juzgarán a los alumnos de los
Institutos nacionales, así como de los Centros privados
reconocidos, y a los alumnos libres, de entre Inspectores
oficiales de Enseñanza Media y, en su defecto, de entre
Catedráticas de Institutos de circunscripción distinta.
De igual forma será designado el Inspector examinador
de los Tribunales que hayan de juzgar a los alumnos de
los Centros no oficiales autorizados.
c) Los dos Inspectores oficiales examinadores que formarán parte de los Tribunales que hayan de juzgar a
ios alumnos de los Centros reconocidos de la Iglesia y
el Inspector que haya de juzgar a los de los mismos
Centros autorizados, serán designados por el Ministerio
para las convocatoria ordinaria y extraordinaria del presente curso académico entre Catedráticos en activo de
ias Facultades de Letras y Ciencias, Catedráticos de cualquier otra Facultad, que sean .además, Licenciados en
Letras o en Ciencias, y Catedráticos de Universidad o de
Instituto que se hallen en situación de excedencia o
jubilados.
En de-ecto de todos ellos, y si las necesidades del servicio lo exigieran, podrán ser también designados dichos
Inspectores entre los Profesores Auxiliares numerarios
de Universidad y Profesores adjuntos de las Facultades
de Letras, Ciencias o Farmacia.
De acuerdo con lo que dispone el artículo 64 de la
Ley, ninguno de dichos Jueces podrá ejercer funciones
docentes en Centros de Enseñanza Media.
d) Los Directores de los Institutos nacionales de Enseñanza Media propondrán al Rector, antes del día 1 de
junio, los nombres de los dos Vocales Catedráticos, uno
de Letras y otro de Ciencias, que deben incorporarse a
los Tribunales que juzgarán a los alumnos de sus respectivos Centros, y asimismo el Vocal, también Catedrático, que debe incorporarse a los Tribunales que juzgarán a los alumnos de los Centros no oficiales autorizados que se hallen inscritos en cada Instituto.
e) De la misma manera, los Directores de todos los
Centros no oficiales reconocidos propondrán al Rector,
antes del día 1 de junio, ios nombres de los dos Vocales
Profesores del Centro, uno Licenciado en Letras y otro
en Ciencias, que juzgarán a sus respectivos alumnos;
y los Directores de los Centros no oficiales autorizados,
el nombre del Vocal Licenciado en Letras o en Ciencias
que debe incorporarse a su respectivo Tribunal.
fl Finalmente, los Rectores recabarán de los Ordinarics diocesanos la designación del Profesor que debe juzgar de Religión en cada uno de los Tribunales de grado
superior; y de las Delegaciones del Frente de Juventudes y de la Sección Femenina, los nombres de los Vocales que deben examinar de las materias de Formación
del espíritu nacional y Enseñanza del Hogar, respectivamente.
8° Irrenunciabilidad de la función examinadora.—
Tanto los cargos de Presidente como los de Inspectores
examinadores en el grado superior son irrenunciables,
salvo causa justificada, que apreciará en cada caso el
Ministerio.
9.o Número de examinandos.—A cada Tribunal se le
asignará un cupo aproximado de trescientos alumnos.
Ningún Tribuna; podrá examinar en la próxima convocatoria de junio a más de trescientos cincuenta.
10. Lugar del examen.—Los Tribunales se constituirán
en. las capitales de provincia y en las poblaciones de
más de cincuenta mil habitantes, siempre que haya en
todas ellas, por lo menos, cuarenta examinandos matriculados. Los lugares serán señalados por los Rectores,
de acuerdo con las instrucciones que recibirán del Ministsrio.
Cuando en una ciudad no se llegare a la cifra de cuarenta examinandos, éstos serán incorporados a la capital de la provincia, y en el caso excepcional de no haber en ésta número suficiente, lo serán a una de las
(Contn aa en la pagiua 295}
Escuela
PERIODO
291
DE I N I C I A C I Ó N - P Á R V U L O S
VERBOS
Entre las partes variables de la
oración tal vez sea el verbo la que
más dificultades encierra p a r a ser
enseñada a los párvulos. El hecho
de tener tan variadas accidentes supine un inconveniente al presentar
la misma palabra tantas formas distintas, que pueden inducir al niño
a la confusión. Pero, a pesar de ello,
<ab.^ per rectamente el dar unas ideas
c'.aras, que permitan a los párvulos
reconocer los caracteres diferenciales
que son propios de esta parte de la
oración.
No será difícil seíia'ar algunas frases en las aue figuren principalmente las partes de la oración ya estudiadas. Estas frases pueden fer, por
ejemplo, del tipo de las siguientes:
el perro negro salta; Juan comió muchas cerezas; Pedro rompe la mesa
grande; la niña sabe una lección difícil; el auto viejo no camina... Si
se van analizando oralmente estas
frases quedarán unas palabras (1)
que los niños no conocerán. Escribámoslas aisladamente y hagamos
que las observen, ayudándoles a comprender que todas ellas representan
acciones. Ampliando los ejemplos deben llegar los niños a percatarse de
lo que son estas palabras.
Concluyase dejando bien sentado
que tales vocablos son palabras que
nos dicen «lo que hacen los seres»
y se llaman verbos.
No es necesario tratar nada de accidentes. Nuestra fina.idad ha de ser
procurar que los niños distingan los
verbos entre las demás palabras.
Para realizar los distintos ejercicios que en estos guiones hemos señalado deben consultarse las lecciones correspondientes en la obra «Palabras y pensamientos», de Serrano
<le Haro, en la cual hay abundancia
de ejemplos y pueden encontrarse
numerosas sugerencias que permitirán hacer esta enseñanza de un modo racional y, sobre todo efectivo.
(1)
Española
Los verbos.
MAESTRAS PARVULISTAS.—Ya no
constituye problema la organización
J el desenvolvimiento del trabajo en
vuestras Escuelas. El nuevo libro LA
ESCUELA DE PÁRVULOS, del que
«s autor el conocido publicista Juan
Navarro Higuera, es un manual eminentemente práctico, que aborda los
•nás importantes aspectos que oírsce
^a pedagogía, grado de iniciación
LA
CARRETILLA
Con el estudio de la carretilla, uno
de los más sencillos elementos de
transporte, podemos completar
las
ideas que los párvulos tengan sobre
las máquinas simples, haciendo que
observen las
particularidades
del
funcionamiento
de ésta y realizando sencillas experiencias que hagan
penetrar las ideas del modo más cla;o y objetivo. De estas observaciones recogerán los escolares unos conceptos claros que les permitirán alcanzar, aunque sólo sea de un modo muy elemental, el
fundamento
de estas máquinas.
A)
OBSERVACIÓN
Pregúntese, en primer lugar, a los
niños si han visto una carretilla.
Dónde la han visto y qué servicio
prestaba. Ayúdese, en caso necesario,
al interrogatorio recordando o explicando la utilización de este artefacto. Pregúntese quiénes la usan,
qué suelen llevar en ellas, cómo las
manejan...
B)
ANÁLISIS DE LA MAQUINA
Debemos ir viendo de cuántos elementos se compone, determinando e:
servicio de cada uno de ellos. De-
tengámonos en la rueda, la caja, las
varas, los pies... Forma de cada uno
de estos elementos y pape: que desempeñan en el conjunto. Lugar donde se coloca la carga; cosas que suelen cargarse en las carretillas (arena, sacos, cántaros...) y forma que
adoptan según los objetos a transportar.
C)
EXPERIENCIAS
Valiéndonos de una regla, apoyada en uno de sus extremos, y de u n
libro, hagamos ver cómo se nota menos la carga cuanto más cerca esté
la resistencia del punto de apoyo
Compruébese igualmente c ó m o la
rueda facilita mucho el deslizamiento y hace más leve el cargamento.
H)
MANUALISMO
Debemos construir a la vista de
los niños algunas carretillas. Pueden
hacerse de cartulina o con otros materiales mác fuertes, como carretes
de madera o de cinta mecanográfica, listoncitos finos, chapas de madera, trozos de lata, etc. Se procurará mantener la atención del alumnado mientras dura la construcción
del material. Pinalmeate se dibujará la carretilla.—J. N. H.
13
292
LENGUA
de
ESPAÑOLA
mayo
de
1953
(Curso de perfeccionamiento)
Ouión de trabajo para la semana
GRAMÁTICA Y ANÁLISIS: Tema: Oraciones impersonales y
A) ORACIONES IMPERSONALES
La oración es «impersonal» cuando el sujeto no se
expresa por indeterminado, ni se le puede suplir por el
sentido de la expresión. No es que las oraciones impersonales no tengan sujeto, sino que va aludido de una
manera vaga e imprecisa. Si, por ejemplo, digo: «Vendo
una casa», el sujeto, aunque no vaya expreso, se sobreentiende; elíptico o desinencial no puede ser otro que
«yo». Pero si decimos: «Se vende una casa», el sujeto
también existe, porque sin sujeto no puede haber oración; pero existe de un modo vago e impreciso.
De este modo, cuando el sujeto es impersonal, la oración es también impersonal. Las oraciones impersonales
pueden ser transitivas o intransitivas, según que lleven
o no lleven complemento directo en acusativo.
Impersonales transitivas.
Estas oraciones sólo se diferencian de las transitivas
o primeras de activa en que no llevan sujeto expreso,
sino vago o indeterminado.
Si decimos: «Los labradores aseguran buena cosecha»,
enunciamos una oración transitiva o primera de activa,
cuyo sujeto es «los labradores»; pero si solamente decimos «aseguran buena cosecha», sin especificar el sujeto, expresamos una oración «impersonal transitiva».
Es «impersonal» porque no tiene sujeto expreso o determinado, ni siquiera sobreentendido, y es «transitiva»
porque lleva complemento directo (buena cosecha).
Ejemplos de oraciones impersonales transitivas:
Anuncian la derrota de>l enemigo.
Dicen que no habrá guerra.
Premian al trabajador honrado.
Nótese cómo el sujeto de las oraciones impersonales
anteriores va en tercera persona de plural; en primera y
segunda personas no puede darse la impersonalidad.
Impersonales con la partícula «se».
Las oraciones del párrafo anterior pueden enunciarse
también poniendo el verbo en tercera persona del singular precedido de la partícula «se»:
Se anuncia la derrota del enemigo.
Se dice que no habrá guerra.
Se premia al trabajador honrado.
Si el complemento directo de la impersonal transitiva
exige la preposición «a» (tratarán bien al enfermo), no
podemos expresar la oración con el pronombre «se» y
la forma activa del verbo, sino con el verbo «ser» y el
participio pasivo (el enfermo será bien tratado).
Impersonales intransitivas.
Estas oraciones se diferencian de las impersonales transitivas en que no llevan complemento directo, pudiéndose construir con verbos transitivos sin complemento
directo (trataron de tus exámenes) o con verbos intransitivos (cantaban ea la calle; allí suspiran).
Los verbos reflexivos propios (jactarse, ufanarse, arrepentirse) no admite la forma impersonal.
B) ORACIONES UNIPERSONALES
Las oraciones unipersonales o terciopersonales se llaman así porque van construidas con verbos «unipersonales», esto es, con verbos que sólo pueden usarse en
infinitivo o en la tercera persona de singular (llover,
llovió).
Los verbos unipersonales pueden ser «propios» (tronar, relampaguear...) e «impropios» (haber, hacer...).
Son oraciones «unipersonales propias» la construidas
con verbos que expresan fenómenos de la Naturaleza,
como tronar, relampaguear, llover, diluviar, granizar, heÉjemplos: Ayer llovió mucho. Ha nevado en. la sierra.
Relampaguea a lo lejos...
Son oraciones «unipersonales impropias» aquellas cuyos verbos, sin ser unipersonales de suyo, toman a veces este carácter, como haber, ser, hacer, convenir, importar, parecer...
Ejemplos: .No hay clase. Es de día. Hace frío. Conviene
que duermas Importa que lo sepas...
Hay que advertir que en las impersonales impropias,
formadas con los verbos parecer, importar, convenir...,
el sujeto es o el infinitivo o la oración a que dichos
verbos se refieren.
«Parece que sale» (ello parece. ¿Qué es ello? «Que sale».
Este es el sujeto de esta oración).
_'.•'' —
«Conviene estudiar» (ello conviene. ¿Qué es ello? «Estudiar»; luego «estudiar» es el sujeto).
unipersonales
«Conviene que vengas» (ello conviene. ¿Qué es ello?
«Que vengas»; luego «que vengas» es el sujeto).
«Importa que lo sepas» (ello importa. ¿Qué es ello?
«Que lo sepas»; éste es el sujeto).
«Es de admirar lo hacendosas que son tus hijas» (ello
es de admirar. ¿Qué es ello? «Lo hacendosas que son t u s
hijas», que es el sujeto oracional).
Con el verbo «ser» omitimos el sujeto (es de día; es
tarde; es verano...).
En las impersonales impropias «hubo fiestas; hace car
lor», «fiestas» y «calor» son los complementos directos.
El sujeto de «hubo fiestas» equivale a decir «el pueblo
tuvo fiestas»; el sujeto sería «el pueblo».
Si decimos «hace calor», «ca'or» es el complemento
directo y el sujeto sería «el tiempo», o la estación, o
hace.
Las oraciones formadas por la tercera persona del s ngular del presente de indicativo del verbo «haber» («ha:>
o «hay») como unipersonal forman oraciones unipersonales impropias («tres años ha que lo esparo», «hay indiciosa, «hay toros», etc.).
EJERCICIOS DE LENGUAJE
Tema: Nidos y pájaros.
Observación y expresión. .
En primavera, los pájaros construyen sus nidos en sitio y forma diferentes; pero el fin es el mismo: «formar
u n hogar» Los niños aman a los pájaros; pero a veces
son crueles con ellos'y con frecuencia destruyen sus nidos. Por eso esta lección de lenguaje girará alrededor de
este asunto: «amar los pájaros y respetar sus nidos».
Conversación: ¿En qué época del año construyen los
pájaros sus nidos? ¿De qué materiales se construyen?
¿Cómo los hacen? ¿Has visto algún nido? ¿Dónde? ¿Cuando? ¿De qué pájaros era? (Digan los niños todo lo que
se les ocurra sobre el particular como fruto de sus observaciones personales.) ¿Cómo son los pajaritos? ¿De
qué se alimentan? Decid nombre de pájaros. Háblese
algo sobre la incubación (unos quince días) y sobre las
costumbres de algunos pájaros, como la golondrina, por
ejemplo.
Vocabulario.
Nombres, adjetivos y verbos relativos a los pájaros.
Escribamos en el encerado la palabra «pájaro», y frente a ella, bajo una llave, palabras que digan como puede
ser un pájaro (adjetivos), y debajo, repitiendo la palabra
«pájaro», escribid cosas que hace o puede hacer u n pajaro (verbos),
,,
Formad frases de invención en que entren las palabras del vocabulario anterior. Por ejemplo: Los pájaros
construyen sus nidos en la primavera.
Composición y redacción.
1. Contestad por escrito algunas de las preguntas de
la conversación indicada en el párrafo primero.
2. Formad cinco frases con la palabra «nido» y otras
cinco con la palabra «pájaro».
3. Un niño destruyó u n nido. Está pesaroso de su
acción. Expresad por escrito su arrepentimiento.
Recitación.
Copiad .aprended de memoria y recitad la siguiente
poesía de Juan de Dios Peza:
El nido.
Mira ese árbol que a los cielos
las ramas eleva erguido;
en ellas columpia un nido,
en que duermen tres polluelos.
Ese nido en u n hogar;
no lo rompas, no lo hieras;
sé bueno y deja a las fieras
el vil placer de matar.
Ejercicio sobre la poesía anterior: Escribidla en prosa:
deducid alguna moraleja.
Lecturas del Maestro.
1 Leed y comentad el capítulo «El nido», «La nidada» (ver «Lecciones de cosas», de Solana, página 109).
Haced después de la lectura un resumen escrito, a ser
posible ilustrado.
2 Leed y comentad las dos poesías que siguen: «El
zagal y el nido», por Mart nez de la Rosa (ver «El trovador de la niñez», de doña Pilar Pascual de San Juan,
página 17)- «Las golondrinas», por Ricardo Sepulveda
(ver «Hojas literarias para niños», de Manuel Ibartz,
página 147).—E. B.
Escuela
Española
2S3
En el orden social, la Revolución
francesa, al suprimir los gremios profes'onales,
dejó abandonados los de(24 de mayo de 1953)
rechos de los obreros, que no podian
defenderse ante la voracidad de la
SAN JUAN, XVI,
23-31
burguesía liberal, produciéndose asi.
en toda su gravedad, la llamada cuesJesús promete a sus Apóstoles enviarles el Espíritu
Santo
tión social por antonomasia, con las
tremendas luchas entre obreros y patronos.
(Véanse el texto evangélico, dibujo infantil y comentario -en el Ai
En el orden moral, a los funestos
manaque Escolar de ESCUELA ESPAÑOLA.)
principios de la Revolución francesa
siguió la corrupción de costumbres,
la insubordinación y rebelión frente
a los dictados del orden y de la autoridad legítima, el laicismo de la
vida y la independencia en la moral-o mora: autónoma, que pretende
alimentemos con el pan que bajó de
desligarse de todo principio sobrelos cielos. Jesucristo, por su poder
natural.
infinito,
comunicado
a
los
sacerdotes,
PARTE HISTÓRICA
En el orden reig'oso, las conseestá real y verdaderamente presente
cuencias fueron funestísimas. Los EsTama: La Revolución francesa.
en la Sagrada Eucaristía, y nos Intados
empezaron a declararse indevita a que nos acerquemos a reciA finss de: siglo XVIII estalló la
pendientes de la Iglesia para pasar
birle para alimento de nuestras alRevolución francesa, que vino a prodespués
a perseguirla y apoderarse
mas.
clamar y consagrar todas v s errores
inicuamente de sus b'e>-es, disolvienPero hemos de recibirle dignamendel racionalismo. Se deseucade.nó la
do las órdenes y asociaciones relite, para lo cual es necesario que tenpersecución contra la Iglesia católigiosas, é p i c a m e n t e las dedicadas a
gamos el alma limpia de pecado, lo
ca; los Obispos, el clero y los fieles
la enseñanza.
cual
se
consigue
mediante
una
bue.
en general se vieron crueim nte ataEjercicios:
na confesión.
cados por los revolucionarios.
Ejercicios:
l.o Preguntas retrospectivas.
Los bienes de la Iglesia fueron
confiscados: los temp'os y los con2.o Resumen escrito sobre ¡os da1.° Preguntas retrospectivas.
ventos fueron destruidos. Se proclaños
derivado; de la Revolución fran2.o Referencia o r a l del ejemp'o
mó la República, y los mismos Recesa.
propuesto
y
aplicaciones
que
del
misyes Luis XVI y María Antonieta fuePARTE DOCTRINAL
mo se obtienen.
ron guillotinados.
La persecución religiosa culminó
Ampliación y sugerencias.—La Eudurante la época llamada del terror,
Período de DerWrinnnmiiHfto caristía es el más grande y santo de
en que el cruel Robespierre se aduelos Sacramentos, y fué instituida por
ñó de: poder. Innumerables sacerdoJesucristo en la última Cena, la no(Lo mismo que el período elementes, religiosos y f'eles fueroi asesiche del Jueves Santo.
tal, con la consiguiente adaptación
nados por los enemigos de la IgleLa Eucaristía contiene real y very ampliación que seguidamente se
sia.
daderamente el Cuerpo, la Pangre,
indica.)
Se cometi°ron muchas profanacioel
A'ma y la Divinidad de Nuestro
Amp'iación y sugerencias.—La Renes y sacrilegios. En la Cátedra: de
Señor Jesucristo, bajo las aparienvolución francesa t u v o muchas y
París se llegó a tributar culto a la
cias
del pan y del vino.
perniciosas - consecuencias de orden
diosa Razón, representada por una
Jesucristo, con su omnipotencia,
social,
moral
y
religioso,
no
sólo
en
mala mujer, actuando de sacerdote
convirtió el pan en su Cuerpo y el
Francia, sino también en todo el
el imp'o Robespierre.
vi^o en su Sangre, v a continuación
mundo, pues sus princ'pios se proDespués de la caída de Robespieotorgó a los Apóstoles y a sus legípagaron
por
los
demás
países.
rre, que fué ejecutado, cesó u n poco
timos sucesores esta misma facultad
la persecución religiosa, que se reamilagrosa.
nudó con el Directorio, que invadió
En virtud de las palabras de la
¡os Estados Pontlt'c'o?, haciendo priconsagración, pronuncada^ p o r el
LITURGIA
sione o al Papa Pío VI, que fué consacerdote, la sustancia de: pan se
(Para ambos períodos)
ducico a Valence (Francia), en donconvierte mi'.agrosamente en el Cuerde murió por la vejez y los malos
po de Jesucristo y :a sustancia del
LrTTJRGH
DE LA COMUNIÓN.
Cotratos.
vino se convierte en la Sangre de
IO muy bien enseña el Cardenal
Ejercicios:
Jesucr'sto; de modo que lo que era
Goma, el encuadramiento
litúrgisustancia de pan y de vino deia de
1.» Preguntas retrospectivas.
co de la Eucaristía es la Misa,
serlo y no es más que apariencia
2.o Comentario oral para fijar meporque, ésta es Sacrificio y Sacrade pan y de vino. Este milagro se
jor y aclarar las ideas principales.
mentar hasta el punto de que no
llam-' transustanclación o transforpuede realizarse el Sacrificio sin
mación de una sustancia en otra.
PARTE DOCTRINAL
Que se produzca el Sacramento.
Hemos dicho que por las palabras
Siendo la Comunión un comT e n a : Sacramento de la Comunión.
de la consagración, el pan se conplemento
del Sacrificio, lo más
Ejemplo: Dos amigos muy devotos
vierte
en Cuerpo y el vino en Sanconveniente es comulgar dentro
acordaron que, si Dios lo permitía,
gre de Jesucristo. Pero Jesucristo esde. la Misa. Así se realiza una clael que muriera antes comun'caría al
tá
todo
entero bajo cada especie y
ra y directa participación e inotro el estado en que se encontrara.
en cada una de sus partes, cuandocorporación de la asamblea crisMurió uno de ellos, y a los pocos
están
divididas,
porque el Cuerpo, la
tiana a Cristo, comiendo la Cardías se apareció gloriosamente a: otro
Sangre ,el Alma y la Divinidad del
w
de
la
Sagrada
Victima.
y le dijo:
Salvador vivo e inmortal están inSin embargo, actualmente
se
separablemente unidos.
—Por la misericordia de Dios es"dministra con gran frecuencia
Por tanto, la presencia real de Jetoy gozando en el cielo.
Ir Sagrada Comunión fuera de la
sucristo en la Eucaristía lo comprenY el otro le respondió:
Misa. Y su liturgia comprende los
de
a El todo entero, verdadero Dios
siguientes actos :
—Dime. amigo, en qué agradaste
y verdadero hombre, con su Cuerpo.
Rezo del «Yo, pecador», seguimás a Dios mientras vivías en la t ! eSangre,
Alma y Divinidad.
rra y con qué conseguiste más glodo de la absolución y bendición
Ejercicio:
ria?
d"l Sacerdote;
luego
muestra
Resumen escrito sobre la doctrina
una Sagrada Hostia y dice : «He
Y él le contestó:
de la Sagrada comunión.—S. R. H
aquí el Cordero de Dios que qui—En frecuentar los Sacramentos y
ta los pecados del mundo»,.y reprocurar cuando comulgaba ir con
pite tres veces: «Señor, yo no
Registro Escolar Solana. De m»
mucha devoción y l i b r e de toda
soy
digno de que entres en mi
trícula, asistencia diaria, clasificaculpa.
morada,
pero
dilo
sólo
con
tu
paComentario: Este ejemplo nos ención, contabilidad y correspondencia
labra y mi alma será curada.»
seña cuan grande es la eficacia de
Al depositar la Hostia en la
Aprobado por el Consejo Nacional a*
los Sacramentos, como que en ellos
lengua
de
los
fieles,
el
Sacerdote
Educación. Serie A (hasta 70 niños).
se nos da la gracia, y en el de la
va
diciendo
:
«El
Cuerpo
de
Comunión recib'mos al m'smo Autor
10 pesetas. Serie B (hasta 105 niNuestro
Señor
Jesucristo
guarde
de la gracia, a Jesucristo, Dios y
tu alma para la vida eterna.
ños) , 12 pesetas. Serie C (hasta 14*
Hombre todo entero. Por eso, a la
Amén.» Después del rezo de unas
niños), 14 pesetas. Serie D (hast»
Comunión se le llama Santísimo Saoraciones, el Sacerdote da la bencramento.
2io niños), 20 pesetas. Abreviado
dición al pueblo.
Si queremos tener vida eterna, es
(para 70 niños). 5 pesetas
decir, salvarnos es necesario que nos
EVANGELIO DE LA DOMINICA DE PENTECOSTÉS
RELIGIÓN
13
.94
M Al
de
mayo
E M ATIC
de
1953
Período de perfecciono miento
AS
Período elemental
P r o g r a m a —Ejercicios y p r o b l e m a s
sobre las fracciones.
Material.—El i n d i c a d o en. las lecciones a n t e r i o r e s .
Consideraciones metodológicas.—Se
recuerda y repasa p r i m e r a m e n t e , por
m e d i o d e ejercicios, l a s s u m a s y restas de q u e b r a d o s d e l m i s m o d e n o minador:
D e s p u é s s e les p l a n t e a n a l g u n o s
p r o b ' e m a s , p a r a q u e ellos r e s u e l v a n
a y u d a d o s por el M a e s t r o y c o n el
auxilio del m a t e r i a l a p r o p i a d o . P u e d e n servir de m o d e l o los s i g u i e n t e s :
l.o Q u e r e m o s a v e r i g u a r si t e n i e n d o la m i t a d ( 1 / 2 ) y c u a r t a p a r t e
(1/4) de u n a c u a r t i l l a la t e n e m o s
c o m p l e t a . Se ve q u e n o p o d e m o s decir u n a m i t a d m á s u n c u a r t o igual
a dos u n i d a d e s o dos c u a r t o s ; p e r o
c o m o s a b e m o s q u e 1/2 = 2/4, diremos: 2 / 4 + 1 / 4 = 3 / 4 , y c o m 0 una
c u a r t i l l a t i e n e c u a t r o c u a r t o s , result a q u e n o s f a l t a 1/4.
2.o E m i l i o s a c a d e s u bolsillo u n a
m o n e d a de dos reales y seis p e r r a s
gordas, m i e n t r a s q u e R a m ó n saca
del s u y o t r e s m o n e d a s de dos reales y u n a p e r r a gorda.. ¿ Q u i é n t i e n e
más?
Emilio t i e n e : 1/2 de p e s e t a + 6/10
de p e s e t a s . R a m ó n t i e n e 3/2 + 1/1°
de Deseta.
A h o r a b i e n , n o p o d e m o s t u r n a r las
m o n e d a s d e p e s e t a c o n las p e r r a s
gordas; asi es q u e c o n v e r t i r e m o s las
m o n e d a s en p e r r a s gordas. T e n d r e mos:
Emilio:
5
6 11 10 1
— ¡ - — = — = — + — = 1 p e s e t a + 1 pel o 10 10 10 10
r r a gorda o m o n e d a de diez c é n t i m o s .
Ramón:
15 1 16 10 6
h—=—=—l
= 1 p e s e t a s + 6 pel o 10 10 10 10
r r a s gordas.
Luego t i e n e m á s d i n e r o R a m ó n .
3.o Si t e n g o m e d i a c u a r t i l l a (1/2)
y doy la t e r c e r a p a r t e d e ella ( 1 / 3 ) ,
¿cuánto me queda?
De m e d i a c u a r t i l l a n o p o d e m o s rest a r la t e r c e r a p a r t e y t a m p o c o sab e m o s c o n v e r t i r la m i t a d e n tercios.
Si nos a y u d a m o s con u n a c u a r t i l l a
1
1
2
4
En l a m u l t i p l i c a c i ó n d e q u e b r a d o s
debe empezarse por multiplicar u n
q u e b r a d o p o r u n e n t e r o , valiéndose
i g u a l m e n t e de u n p r o b l e m a .
Ejemplos:
Si t e n e m o s 20 n i ñ o s y a c a d a u n o
le doy m e d i a c u a r t i l l a , ¿ c u á n t a s
cuartillas h e repartido?
Si u n a g o m a vale o c h o p e r r a s gord a s (8/10 d e p e s e t a ) , ¿ c u á n t o v a l e n
media docena?
Ejercicios:
1
2
1
— x 3 = ... — x 3 = . . .
— x 5 = ...
4
5
8
3
6
5
10
6
18
9
9
7
7
8
8
m
V
H
3.'
3
i
i& 1
¿Cuál es el d o b l e d e 3/5? ¿Y t r e s
veces 1/3? ¿Y c u a t r o veces 1/8?
¿ C u á l es el t e r c i o de 3 / 6 ? ¿Y la
m i t a d d e 4 / 8 ? ¿Y el q u i n t o d e 5/10?
¿ Q u é p a r t e es u n a p e r r a g o r d a de
dos reales? ¿Y d o s reales d e u n a
p e s e t a ? E s c r i b i r e m o s , p u e s : 1/5 de
1 / 2 = 1 / 1 0 . Con t i r a s d e p a p e l o c u a r tillas fácil es c o m p r o b a r q u e :
1 1 1
1 1 1 2
1 2
4
8
2
3
6
3
2
4
I
l i a r e m o s hfllie é s t a q u e d e d i v i d i d a a
lo l a r g ó ,¥n tercios. D e s p u é s la dob l a m o s p o r s u m i t a d a lo a n c h o . Obs e r v a r á n q u e h a q u e d a d o dividida
e n seis p a r t e s (sextos:), y q u e m e d i a
cuartilla tiene tres, y u n tercio tien e dos. Así veremos q u e :
1 3
1 2
3
2
1
2
6
3
6
6
6
R e s u é l v a n s e los s i g u i e n t e s
cios:
1 3
1 1
2
1 5
3
4
3
4X2
I
1
6
7
1
1
— : 3 = —, o s e a — : 3 =
=—
3
9
3
3x3
9
1
1
1
1
— : 5 = — , o sea — : 5 =
4
20
4
4x5
3
ejerci2
6
P u e d e n i g u a l m e n t e resolverse alg u n o s ejercicios d e división de u n
q u e b r a d o por u n e n t e r o . Así, s e les
p r e g u n t a : 3/4 d e c u a r t i l l a r e p a r t i dos e n t r e t r e s n i ñ o s , ¿ a c u á n t o t o can?
P o r el p r o c e d i m i e n t o a n t e r i o r , o
s e a e m p l e a n d o u n a c u a r t i l l a , fácil
r e s u l t a h a c e r l e s ver la s o l u c i ó n d e
e s t e p r o b l e m a , y al m i s m o t i e m p o i n dicarles la f o r m a d e dividir q u e b r a dos.
En electo:
I
1
— : 2 = — - de c u a r t i l l a , o sea q u e
4
8
1
1
n-ir'zi.
i.
3
i.
i
1
— i — i
2
Cuestionario.—Lección X X X I I I de
la E n c i c l o p e d i a S o l a n a , 2.o g r a d o .
P a r t e p r á c t i c a . — L o s ejercicios cor r e s p o n d i e n t e s a d i c h a lección.
Ejercicios c o m p l e m e n t a r l o s :
G r u p o C) S i s t e m a m é t r i c o d e c i mal:
Convertid en Dm. y m . :
a ) 36 Hm., 135 d m .
b) 8 Km., 173 m., 7 d m . , 9 c m .
c) 9 Mm., 6 K m . , 7 D m . , 8 m.,
9 cm.
Respuestas:
a) 361,35 Dm., 3.613,5 m .
b) 817,379 Dm., 8.173,79 m .
c) 9.607,809 D m . , 96.078,09 m .
í d e m e n d2 m . 2 los2 s i g u i e n t2e s :
a) 3 Dm. , 16 2 m. , 35 dm. , 5 cm. 2
b ) 1.649,5 m .
c) 68 d m . 2 , 13 cm. 2 , 4 m m . 2
Respuestas:
a) 31.635,05 d m . 2
b) 164.950 d m . 2
c) 68,1304 d m . 2
c
S u m a d y expresad e n d m . » :
l.o 68 m3. 3 + 0,498 d m . 3 +748,309 3 c m . s
2.o 3 m . 3 + 533 dm.3 + 1.248 c m . 3
3.o 82 m + 2.149 cm.3 + 0,927 m .
Respuestas:
l.o 68.001,2443:9 dm.=
2.o 3.537.243 d m . 3 3
3<> 82 929,149 d m .
Expresad e n Kg, y g. las s i g u i e n tes r u m a s :
1." 6 T m . , 38 Kg., 92 g . + 4 2 1 5 g . +
+ 8 Hg.. 52 g., 65 cg.
2.o 15 Kg., 81 g. + 32 Dg., 7 S6 dg. + 9 . 2 4 8 dg.
3 o 428 g . 16 cg., 5 m g . + 42 g.,
7 dg., 8 m g + 1 Kg., i Hg., 5 g.
Respuestas:
. l.o 6.043,15965 Kg., 6.043.159,65 g.
2 o 16.3334 K g „ 16.333,4 g.
3.o 1,575873 Kg., 1.575,873 g.
Aplicaciones m a t e m á t i c a s :
Problemas:
TJn p a d r e dejó a s u s c u a t r o h i j o s
u n a h e r e d a d de 67,5 H a . p a r a q u e
s e la r e p a r t i e s e n e n la s i g u i e n t e form a : el m a y o r , 248 á r e a s ; el s e g u n do. 14 Ha., 5 a., 7 ca.; el t e r c e r o ,
la s u m a de los dos a n t e r i o r e s , y el
4,o, el r e s t o . ¿ Q u é c a n t i d a d de t e r r e n o c o r r e s p o n d i ó al ú l t i m o ?
Solución:
C o r r e s p o n d i ó a' 1.°: 2,48 H a .
C o r r e s p o n d i ó al 2.o: 14,0507i H a .
C o r r e s p o n d i ó al 3.o : 16,5307 H a .
C o r r e s p o n d i ó a los t r e s :
2 . 4 8 + 1 4 0507 + 16.5307 = 33,0614 H a .
C o r r e s p o n d i ó al ú l t i m o :
67,5 — 33,0614 = 34 4386 H a .
Se desea s a b e r el peso del a g u a
calda d u r a n t e t r e c e h o r a s s o b r e u n
c a m p o a r a z ó n de 9 Hl. y 7 1. p o r
hora.
Solución:
9 Hl. y 7 l. = 907 litros.
Agua c a í d a :
9 0 7 x 1 3 = 1 1 . 7 9 1 litros.
Peso del a g u a :
11.791 1 = 11.791 kilos.
R. S. M.
Escuela
( V i e n e de la página -29(1)
capitales más próximas, designada por el Rector, dentro
del mismo distrito universitario.
11. Ejercicios de examen y materias.—Los ejercicios
serán los mumos que en pasadas convocatoria y sobre
las mismas rraterias que en ellas han venido exigiéndose.
Para facilidad de los alumnos, los Tribunales desdoblarán las pruebas orales o escritas en dos actos: uno
para las disciplinas de Letras y otro para las de Ciencias.
La asignatura de Religión será sólo calificada por el
Profesor de esta materia, aunque presenciada por todo
el Tribunal, y el resultado se computará en la calificación de conjunto.
Las pruebas orales serán escuchadas y juzgadas por
todos los Jueces, aunque actúen principalmente en ellas,
cuando sean desdobladas, los Vocales de .la Sección respectiva.
La revalidación de las materias de Formación del espíritu nacional y Enseñanzas del hogar se realizará en
la misma forma que en anteriores convocatorias.
12. Calili<aoir>nes.—En los exámenes de grado regirán las calificaciones especificadas en el artículo 101 de
la Ley, según la siguiente computación: de cero a cuatro puntos, inclusive, suspenso; las de cinco y seis,
aprobado: las de siete y ocho, notable, y las de nueve
y diez, sobresaliente.. En las actas, a efectos estadísticos,
se hará constar, además de la calificación expresada, el
número de puntos merecido por ios examinandos en las
pruebas.
13 Archivo de expedientes y títulos.—Una vez terminados los exámenes, serán enviados los expedientes a la
Secretaría del Instituto de procedencia, la cual transitará
la expedición del título y procederá al archivo de' lo
actuado.
14. Remuneración dé lo; Jueces.—Los Presidentes y
los Vocales de los Tribunales de grado percibirán como
retribución de su t r a b f o además de l a ' asignaciones
que por su condición les correspondan por gastos de
locomoción y, en su caso, por dietas cuando actúen en
pobaclón distinta de la d e ' s u habitual residencia, una
remuneración especial por su .'unción, que será oportunamente determinada.
Los Rectores de las Universidades podrán anticipar las
cantidades que se consideren indispensables, a fin de
que los miembros de los Tribunales puedan atender por
adelantado a los gastos de movilización.
15. Resolución de incidencias.—En todos los pormenores de procedimiento no reglamentados en esta Orden
ni en las instrucciones complementarias que dicte este
Ministerio, los Rectores harán uso dé la autorización
que establece el artículo 106 de la Ley de Enseñanza
Media.
16. Carácter transitorio de esta Orden.—Las disposiciones de la presente Orden se considerarán transitorias
y aplicables únicamente a las convocatorias del presente curso académico.
. Madrid, 6 de mayo de 1953.—Ruiz-Giménez.
(«B. O. del E.» del » de mayo.)
Boletín m Oficial
l^ür5-!
j e | Ministerio de I *gg£v.l
EDUCACIÓN NACIONAL
LUNES, 11, y JUEVES, 14 DE MAYO DE 1953
Elevación a definitiva de la adjudicación provisional
de Escuelas rurales.
La toma de posesión, hasta el día 10 de junio.
1 MAYO.—O. M.
Vistas las reclamaciones presentadas a la adjudicación
provisional de destinos de Escuelas rurales, realizada por
Orden de esa Dirección General de 11 de marzo pasado
(«Boletín del Ministerio» del 19),
Este Ministerio ha resuelto:
1° Desestimar, por las razones que se indican, las
reclamaciones siguientes:
Maestros.
Don Bienvenido Rodríguez Ramos, porque no justifica
cump.ídamente la dependencia económica exigida para
ser incluido en el grupo de familiares de caído, tanto
"jas que había cumplido con exceso la mayoría de edad
ai fallecimiento de su hermano.
Española
295
Don Alfredo Palanco Luengo, porque su condición
de huérfano del Magisterio Nacional no le concede derecho a ser incluido en el apartado d) de la Orden de
convocatoria.
Don Salvador Bernal Bernal, debe atenerséSSa lo dispuesto en la Orden ministerial de 28 de noviembre de
1951 («Boletín Oficial del Ministerio» del 10 de diciembre), por la que se resolvió petición análoga del interesado.
Maestras.
Doña María de los Angeles Quintana Barbosa, porque
la Escuela que reclama figura incluida en su solicitud
con posterioridad a la de Villavieja, Ayuntamiento Priaranza del Bierzo (León), que le fué adjudicada.
Doña María de la Encarnación Casedas Cobos, porque
'as Escuelas unitarias que reclama han sido adjudicadas
a concursantes con más años de servicios.
Doña Angeles Balibrea Ballester, porque todas, las vacantes que reseñaba fueron mal solicitadas, ya que no
especificaba en ninguna la provincia a que pertenecía.
Doña Herminia Abella Salgado, porque en su expediente de solicitud no acredita documentalmente la dependencia económica exigida para ser incluida en el
grupo de "amillares de caído, y la vacante que reclama
fué adjudicada a concursante con mayor tiempo de
servicios.
Doña Bonifacia María Zorrilla Santiago, porque la
vacante que reclama no ha sido incluida en su solicitud.
Doña Isabel Bellido Barbero, porque la Escuela de
Moñón, Ayuntamiento Allande (Oviedo) figura incluida
en su solicitud, si bien por otra reclamación se le adjudica nueva plaza.
Doña Francisca Rosario Rodríguez Aracil, porque la
Escuela da Villapol (Lugo) que reclama fué eliminada
de la reclamación de vacantes por Orden ministerial de
31 de octubre último («B. O. del E.» del 6 de noviembre).
Doña Capilla López Cruz, porque en el documento que
acompaña no justifica su condición de familiar de caído.
Doña Luisa Alvarez Alvarez, porque las diecisiete plazas correspondientes al turno de ex combatientes fueron adjudicadas a concursantes con mayor tiempo de
servicios.
Doña María Aurora Rubio Sanabria, porque no justifica documentalmente la dependencia económica exigida para ser incluida en el grupo de familiares de caído.
Doña Emilia Arias Várela, porque no justifica cumplidamente la dependencia económica exigida para ser
incluida en el grupo de familiares de caído.
2.» Eliminar de la relación de vacantes la Escuela de
Los Ermitaños, Ayuntamiento de Nerva (Huelva), por
haber sido clausurada oiicialmente, anulando el nombramiento provisionalmente efectuado a favor de doña
Gala Noriega García, a quien se le adjudica nuevo destino de acuerdo con las vacantes reseñadas en su petición y que por sus años de servicios le corresponde.
3.° Aceptar la renuncia presentada por doña Valentina Tejedor González al destino que hubiera podido
corresponderle, considerándosela a todos los efectos como
no seleccionada.
4° Estimar, por las razones que se expresan, las reclamaciones presentadas por los siguientes concursantes:
Maestros.
Don Gonzalo Gómez García Vaquero, porque la vacante que reclama ha sido adjudicada a concursante
con menos años de servicios.
Maestras.
Doña Antonia Pérez Fernández, porque en su expediente de solicitud justifica documentalmente su condición de ex combatiente, incluyéndola en este grupo con
diez años, cinco meses y veintiún días de servicios, adjudicándosela la vacante Que en derecho le corresponde.
Doña Zulima de Acevedo Barreiro, en su expediente
de solicitud acreditaba su condición de ex combatiente,
incluyéndola en este grupo y adjudicándole la vacante
que como tal ex combatiente en derecho le corresponde.
Doña Evangelina Calderón Rey, en su expediente de
solicitud justifica debidamente la circunstancia de ser
familiar de caído.
Doña Julia Martín Muñoz, porque en su expediente
justifica debidamente la condición de familiar de caído.
Doña María de la Encarnación Cascajo Tajadura, a
quien por error se consignó como mixta la Escuela de
Altamiros (Avila), que se le había asignado siendo unitaria.
Doña María Magaña Bisbal, porque la Escuela de Herrerías, Ayuntamiento de Sorbas (Almería), que reclama, la conágnaba en su petición con anterioridad a
la que le fué adjudicada.
Doña Natividad García Morate, la Escuela que redar
ma fué adjudicada a concursante con menos años de
servicios.
13
29ó
de
mayo
D o ñ a S a t u r n i n a Cordero M a n j a r í n , a q u i e n se le r e conocen o c h o años, dos meses y diez d í a s p o r h a b e r l o
así a c r e d i t a d o en s u h o j a de servicios, a d j u d i c á n d o s e l e
la Escuela de Moral de Valcárce, A y u n t a m i e n t o T r a b a delo ( L e ó n ) , m i x t a .
Doña Matilde Posadas Cuenya, porque la vacante q u e
reclama í u é adjudicada a concursante con menos años
de servicios.
D o ñ a L o r e n z a F e r n á n d e z S á n c h e z , la v a c a n t e q u e r e clama h a b í a sido asignada a concursante con menos
a ñ o s de servicios.
D o ñ a J o s e í a F e r n á n d e z González, p o r q u e la Escuela
m i x t a de O t e r o ( S a n t a n d e r ) l a solicitaba c o n p r e ; e r e n cia a la q u e le fué a d j u d i c a d a , si b i e n p o r o t r a reclam a c i ó n se o t o r g a a c o n c u r s a n t e con m á s t i e m p o de
servicios q u e la i n t e r e s a d a .
D o ñ a María R o d r í g u e z S a m p e d r o M e n é n d e z , la- E s cuela q u e r e c l a m a fué a d j u d i c a d a a c o n c u r s a n t e con
m e n o s a ñ o s de servicios.
D o ñ a M a r í a L u i s a T o r r e s Salvadores, p o r el t i e m p o
de servicios con q u e c u e n t a , le c o r r e s p o n d e l a Escuela
de P e n a d e c a b r a s (Oviedo), c o n p r e f e r e n c i a a la M a e s t r a
a quien había sido adjudicada.
D o ñ a A m p a r o p i n e r o Gómez, p o r q u e l a v a c a n t e q u e
r e c l a m a se a d j u d i c ó a c o n c u r s a n t e con m e n o s años de
servicios.
D o ñ a M a r í a de los Angeles López G u e r r e r o P i n a , porq u e la Escuela de Olsón (Huesca) l a c o n s i g n a b a en s u
p e t i c i ó n con a n t e r i o r i d a d a la q u e :e fué a d j u d i c a d a .
D o ñ a Felicísima S á n c h e z Crespo, la v a c a n t e de S a n t a
María de Nuez ( H u e s c a ) , q u e reclama, fué a d j u d i c a d a
a c o n c u r s a n t e c o n m e n o s a ñ o s de servicios.
D o ñ a R e g i n a Gómez Silva, a q u i e n se le r e c o n o c e n
seis años, c i n c o meses y v e i n t i s i e t e d í a s de servicios,
y s u c o n d i c i ó n de ex c o m b a t i e n t e , si b i e n por e s t a r c u b i e r t o este c u p o por c o n c u r s a n t e s con m á s a ñ o s de servicios q u e la i n t e r e s a d a p a r a al l i b r e ,no a s i g n á n d o s e l e
d e s t i n o p o r a d j u d i c a r s e las v a c a n t e s q u e r e s e ñ a b a e n s u
p e t i c i ó n a M a e s t r a s con m á s d e r e c h o .
D o ñ a M i n e r v i n a del Olmo C u e n y a , a q u i e n se la incluye e n el g r u p o de familiares d e caído, p o r h a b e r l o
así a c r e d i t a d o en s u e x p e d i e n t e , si b i e n le c o r r e s p o n d e
el m i s m o d e s t i n o .
5.» N o m b r a r c o n c a r á c t e r provisional, y e n las condiciones q u e e s t a b l e c e n los a r t í c u l o s 42, 43 y 81 d e l
E s t a t u t o del Magisterio, Maestros r u r a l e s d e las Escuelas
a q u e f u e r o n d e s t i n a d o s p o r la c i t a d a O r d e n de esa Dirección G e n e r a l de 11 de m a r z o ú l t i m o a los c o m p r e n didos en ella, c o n ¡as modificaciones q u e a c o n t i n u a ción se i n s e r t a n .derivadas d e las r e c l a m a c i o n e s estimadas.
Los c o n c u r s a n t e s q u e f i g u r a n con ¡a expresión «sin
plaza» se c o n s i d e r a r á n a t o d o s los erectos como n o seleccionados, p o r h a b e r sido a s i g n a d a s las v a c a n t e s q u e
s o l i c i t a b a n a p a r t i c i p a n t e s con m e j o r d e r e c h o .
6.0 Los M a e s t r o s n o m b r a d o s t o m a r á n posesión a n t e
la J u n t a M u n i c i p a l e n m a t e r i a d e E d u c a c i ó n P r i m a r i a
a q u e p e r t e n e z c a la localidad de d e s t i n o en el p l a z o d e
veinticinco días hábiles, c o n t a d o s a p a r t i r del e n q u e se
p u b l i q u e ia p r e s e n t e O r d e n , c o n efectos e c o n ó m i c o s y
a d m i n i s t r a t i v o s d e la fecha en q u e lo verifiquen, deb i e n d o cesar el día a n t e r i o r q u i e n e s d e s e m p e ñ a r a n estas
vacantes.
Las Delegaciones A d m i n i s t r a t i v a s de E n s e ñ a n z a Prim a r i a r e m i t i r á n con t o d a u r g e n c i a a las J u n t a s M u n i c i pales r e s p e c t i v a s ¡os t í t u l o s a d m i n i s t r a t i v o s de ¡os i n t e resados p a r a q u e se h a l l e n a disposición de éstos dent r o del plazo s e ñ a l a d o .
7.» P a r a la elevación a definitivos de los n o m b r a m i e n t o s q u e p r o c e d a n t r a n s c u r r i d o u n p e r í o d o de t r e s años,
las Comisiones P e r m a n e n t e s de E d u c a c i ó n P r i m a r i a elev a r á n a este Ministerio d u r a n t e el m e s de m a y o d e 1953
p r o p u e s t a s de aquellos Maestros q u e h a y a n d e ser conf i r m a d o s e:r s u s cargos, a c o m p a ñ a n d o los i n f o r m e s emit i d o s por la I n s p e c c i ó n de E n s e ñ a n z a P r i m a r i a d e l a
Zona y J u n t a de E n s e ñ a n z a P r i m a r ' a , de c o n f o r m i d a d
con el a r t í c u l o 42 del E s t a t u t o del Magisterio.
Madrid, 1 de m a y o d e 1953.—Ruiz-Giménez.
RELACIÓN QUE SE CITA
Advertencia.—Después del n o m b r e y apellidos se cons i g n a n los servicios i n t e r i n o s o d e s u s t i t u c i ó n y, por
ú l t i m o , el d e s t i n o .
MAESTROS
Don Gonzalo Gómez G a r c í a Vaquero; 20 años. 11 m e ses y 7 días; M o n t o r o de M e z q u i t a , A y u n t . í d e m (Teruel), unitaria.
Don José F o n t e s S a n t a o l a l l a ; 19 años, 11 meses y 25
días; Villar del Cobo, A y u h t . í d e m ( T e r u e l ) , u n i t a r i a .
D o n J o s é María B a r r e i r o G ó m e z ; 19 a ñ o - , 5 meses y
13 días; Oix, A y u n t . í d e m ( G e r o n a ) , u n i t a r i a .
D o n Dionisio E s t e b a n M a r t í n e z ; 19 años, 1 m e s y
18 días; s i n plaza.
de
1953
MAESTRAS
Ex c o m b a t i e n t e s .
D o ñ a A n t o n i a Pérez F e r n á n d e z ; 10. años, 5 m e s e s y
21 días; Veredas, A y u n t . í d e m (Ciudad R e a l ) , m i x t a .
D o ñ a Z u l i m a de Acevedo B a r r e i r o ; 9 a ñ o s y 27 días;
Teayo, A y u n t . Dodro ( C o r u ñ a ) , m i x t a .
D o ñ a María del R o s a r i o Caravasa García; 6 a ñ o s , 9 m e ses y 20 días; s i n plaza.
Doña Elena Fernández Manzanos; 6 años, 2 meses y
13 días; s i n plaza.
F a m i l i a r e s de caídos.
D o ñ a M i n e r v i n a del Olmo C u e n y a ; 12 a ñ o s , 2 m e s e s
y 3 d í a s ; S a n M a r t i n d e la Cueza, A y u n t . J o a r a ( L e e n ) ,
mixta.
D o ñ a Bvangelina C a l d e r ó n Rey; 4 años, 1 m e s y 16
días; Villarmeriel, A y u n t . Q u i n t a n a d e l Castillo ( L e ó n ) ,
mixta.
D o ñ a M a r í a R e g u e r a Charles-Seres; 3 a ñ o s , 4 meses y
4 días; Navacerrada, A y u n t . Almodóvar del C a m p o (Ciudad R e a l ) ) ; m i x t a .
D o ñ a J u l i a M a r t í n M u ñ o z ; 3 a ñ o s y 13 días; Villacreces, A y u n t . í d e m (Valladolid), m i x t a .
G r u p » libre.
D o ñ a A m p a r o Caño González; 16 a ñ o s , 1 m e s y 28 días;
San Pedro Castañeros, Ayunt. Castropodame (León),
mixta.
D o ñ a María del C a r m e n B e n i t o Barrio; 15 años, 5 m e ses y 11 días; C a m p o de Cobo, A y u n t . Orol ( L u g o ) , m i x t a .
D o ñ a E n r i q u e t a Alvarez Diez; 12 a ñ o s , 8 m e s e s y
22 días; Q u i n t a n i l l a del M o n t e e n J u a r r o s , A y u n t . VIUaescusa l a S o m b r í a ( B u r g o s ) , m i x t a .
D o ñ a M a r g a r i t a B r i n g a s B r i n g a s ; 11 a ñ o s , 6 m e s e s y
24 dias; Doroño, A y u n t . C o n d a d o de T r e v i ñ o ( B u r g o s ) ,
D o ñ a P a u l a d e la Cruz E s p a d a ; 11 años, 8 meses y
15 d í a s ; Los Morenos, A y u n t . F u e n t e o v e j u n a ( C ó r d o b a ) ,
mixta.
,
„. . .
„,
D o ñ a Criselda Velarde Hidalgo; l i a ñ o s y 21 días; El
Sotillo, A y u n t . Malagón (Ciudad R e a l ) , m i x t a .
D o ñ a María V e n t u r e i r a Salgado; 10 a ñ o s , 3 meses y
29 días; Noceda, A y u n t . Folgoso del C a u r e l ( L u g o ) ,
mixta.
D o ñ a María A u r o r a R o d r í g u e z F e r n a n d e z ; 10 a ñ o s ,
1 m e s y 28 días; Teijeira, A y u n t . C a u r e l ( L u g o ) , m i x t a .
D o ñ a F r u c t u o s a Reinoso S o b r i n o ; 10 a ñ o s , 1 m e s y
22 días; Bel vis, A y u n t . V i l l a n u e v a de S a n Carlos (Ciudad R e a l ) , m i x t a .
D o ñ a María del C a r m e n C o r t é s Casado; 10 años, 1 m e s
y 20 días; El T o r n o , A y u n t . P o r z u n a ( C i u d a d R e a l ) ,
mixta.
D o ñ a Gloria Ovilo M e m b i e l a ; 9 años, 10 meses y 3
días; s i n plaza.
D o ñ a Isabel Courel F e r n á n d e z ; 9 años, 7 meses y 4
días; R e q u e j o de P ó r t e l a , A y u n t . S o b r a d o ( L e ó n ) , m i x t a .
D o ñ a Visitación Alvarez S u á r e z ; 9 años, 6 m e s e s y
10 días; Villar del Nistoso, A y u n t . V i l l a g a t ó n (-León).
mixta.
D o ñ a Gala Noriega García; 9 a ñ o s , 5 m e s e s y 8 d í a s ;
Las F u e n t e s , A y u n t . B e n a t a e ( J a é n ) , m i x t a .
D o ñ a María de la E n c a r n a c i ó n F e r n á n d e z F e r n á n d e z ;
9 años, 3 meses y 2 días; El T r i c h e t o , A y u n t . P o r z u n a
(Ciudad R e a l ) , m i x t a .
D o ñ a V a l e n t i n a Tejedor González; 9 años, 3 m e s e s y
9 días; s i n plaza.
D o ñ a L u c i n d a B o y a n o Iglesias; 8 a ñ o s , 11 meses y
17 días; Vega del Castillo, A y u n t . E s p a d a ñ e d o ( Z a m o ra), mixta.
D o ñ a B e n i g n a Valladares C a m p o s ; 8 años, 11 m e s e s
y 9 días; El Carril, A y u n t . C a r r a c e d o ( L e ó n ) , m i x t a .
D o ñ a María M a g a ñ a Visbal; 8 años, 10 m e s e s y 24 d í a s ;
Herrerías, A y u n t . Sorbas ( A l m e r í a ) , m i x t a .
D o ñ a P e t r a de la F u e n t e Celada; 8 a ñ o s , 10 meses y
20 días; Valdelaloba, A y u n t . T o r e n o (León), m i x t a .
D o ñ a N a t i v i d a d G a r c í a M o r a t e ; 8 a ñ o s , 9 meses y
18 días; Otero, A y u r t . Valderredible ( S a n t a n d e z ) , m i x t a .
D o ñ a Sofía Cela O r d ó ñ e z ; 8 años. 6 meses y 6 días;
s i n plaza.
D o ñ a Adelina Cobos M a r q u é s ; 8 a ñ o s , 5 m e s e s y
2 días; Villar d e Otero, A y u n t . Vega de E s p i n a r e d o
(León), mixta.
D o ñ a S a t u r n i n a Cordero M a n j a r í n ; 8 años, 2 m e s e s y
10 días; Moral d e Valcárce, A y u n t . T r a b a d e l o . (León),,
mixta.
D o ñ a María D o m i t i l a Conde Cid; 8 a ñ o s , 2 meses y
4 días; s i n plaza.
D o ñ a María de los Angeles Morales J i m é n e z ; 8 a ñ o s ,
2 m e s e s y 4 días; Gafares, A y u n t . Sorbas ( A l m e r í a ) , M.
D o ñ a M a t i l d e Posadas C u e n y a ; 8 a ñ o s y 20 días; CopeGarrobillo, A y u n t . Águilas ( M u r c i a ) , m i x t a .
D o ñ a Sira B o u z a s F e r n á n d e z ; 8 a ñ o s y 10 días; Villacibrián, A y u n t . C a n g a s del Narcea (Oviedo), m i x t a .
D o ñ a María Elvira Arias F e r n á n d e z ; 7 años, l i m e s e s
y 27 días; Rodillazos, A y u n t . C á r m e n e s ( L e ó n ) , m i x t a .
Escuela
Doña María Contreras Amado; 7 años, 10 meses y
13 días; SantalavUla, Ayunt. Benuza (León), mixta.
Doña' María de los Angeles Recena Aparicio; 7 años,
9 me r es y 10 días; Molinell, Ayunt. Culla (Castellón),
mixta.
Doña Rosa Marco Costa; 7 años, 9 meses y 3 días; Rcdeche, Ayunt. Fuent»s de Rubie'.os (Teruel), mixta.
Doña Celia López Tarrida: 7 años. 8 meses y 5 días;
Figuero'a. Ayunt: Fontllonga (Lérida), mixta.
Doña Josefa Jiménez París; 7 años, 8 meses y 4 días;
•Los Adrianes, Ayunt. Oria (Almería), mixta.
Doña Ange'es Banegas Sánchez; 7 años, 7 meses y
1 día; San Esteban de la Sarga, Ayunt. ídem (Lérida), mixta.
Doña Lorenza Fernández Sánchez; 7 años, 6 meses y
28 d'as; Larriba, Ayunt. ídem (Logroño), mixta.
Doña Amalia Miracaya Roca; 7 años, 6 meses y 27
días; Boiro, Ayunt. Ibias (Oviedo), mixta.
Doña María.de la Concepción Suirez Estrada; 7 años,
6 meses y 7 día";; Buso^iz, Ayunt. Caso (Oviedo), m'xta.
Doña María Mej'as Remedios; 7 años, 5 meses y 8 días;
Ambrona. Ayunt. ídem (Soria), mixta.
Don' Felipa Gutiérrez Callejo; 7 años, 4 me^es y 15
días: Clavillas, Avunt. Somiedo (Oviedo), mixta.
Doña Marina Fernández de la Fuente; 7 años, 3 meses y 26 días; Palancares, Ayunt. ídem (Guadalajara),
mixta.
Doña María de los Ange'es Sánchez Castillo; 7 años,
3 meses y 15 días; La Tejera, Ayunt. Hermisende (Zamora), mixta.
Doña María de la Concepción Olea Sedaño; 7 años,
3 meses y 10 días; Caracena, Ayunt. ídem (Soria), mixta.
Doña María de la Encarnación Adelina Suárez Alvarez; 7 años, 3 meses y 4 días; Villategil, Ayunt. ídem;
Cangas del Narcea í Oviedo), mixta.
Doña Angeles Marina Sánchez Rodríguez: 7 años, 2 rreses y 16 días; Corondeño, Ayunt. Allande (Ov'edo), mixta.
Doña María Luisa Corujo Camín, 7 años. 2 meses y
15 dí's; Infiesta. Ayunt. Caso (Oviedo), mixta.
Doña María Rodríguez Sampedro Menéndez; 7 años,
2 meses y 5 d''as; La Pinera, Ayunt. Cangas del Narcea (Oviedo), mixta.
Doña Basilis-a González Ruiz; 7 años, 1 mes y 21 días;
Escobosa de Almazán, Ayunt. ídem (Soria), mixta.
Doña María Luisa Torres Salvadores; 7 años, l mes
y 20 días; Penadecabras. Ayunt. El Franco (Oviedo), M.
Doña Mar'a dé las Candelas Oliva Laviana; 7 años
y 20 días; Vidural, Ayunt. Boal (Oviedo), mixta.
Doña Irene Sancho Escudero; 7 años y 18 días; El
Pozuelo, Ayunt. Carrascosa de Abajo (Soria), mixta.
Doña María de los Dolores Choren Várela; 7 años y
14 días; sin plaza.
Doña Amparo Pinero Gómez; 6 años, 11 meses y
28 d'as; El Vállelo, Ayunt. Sámago (Soria), mixta.
Doña Angela Mira de la Rubia; 6 años, 11 meses y
26 d ; as (Tít. 26-12-1939), sin plaza.
Doña Elena Martín Pamplona; 6 años, 11 meses y
28 días (Tít. 10-5-1944), Dou, Ayunt. Oblas (Oviedo). M.
Doña Milagros García Caramelo; 6 años, 10 meses y
17 días; Monon, Ayunt. Allande (Oviedo), mixta.
Doña María de los Angeles López Guerrero Pifia; 6 años
y 10 meses; Olson, Ayunt. ídem (Huesca), mixta.
Doña Isabel Bellido Barbero; 7 años, 9 meses y 22 días;
Rebollar, Ayunt. Degaña (Oviedo), mixta.
Doña Alicia Obregón Alonso; 6 años, 9 meses y 18 días;
Bacamorta, Ayunt. Merli (Huesca), mixta.
Don!» María Leónides Pola Rodríguez; 6 años, 9 meses
y 17 días; Viboli, Ayunt. Ponga (Oviedo), mixta.
Doña Margarita Sánchez-Toscano Woüar; 6 años, 8 meses y 17 días; Seroiro, Ayunt. Ibias (Oviedo), mixta.
Doña María Josefa Barreiro Novoa; 6 años, 8 meses
y 12 días; sin plaza.
Doña María de la Concepción Carnicer Peláez; 6 años,
8 meses y 11 días; Mendot, Ayunt. Olson (Huesca), M.
Doña Carmen Campos Baeza Rojano; 6 años, 8 meses
y 9 días; las Belicistas, Ayunt. Sarsa de Surta (Huesca),
mixta.
Doña Felicisa Sánchez Crespo; 6 años, 7 meses y 16
días; Santa María de la Nuez, Ayunt. Barcabo (Huesca),
mixta.
Doña Martirio Botana Bayo; 6 años, 6 meses y 21 días;
Charo, Ayunt. Muro de Roda (Huesca), mixta.
Doña María Luisa Núñez Romero; 6 años, 8 meses y
17 días; Iscles, Ayunt Cornudella (Huesca), mixta.
Doña Francisca Felipa Domínguez Santos; 6 años,
* meses y 10 días- Lapenilla, Ayunt. Clamosa (Huesca),
mixta.
Doña María Josefa Saavedra Cobelo; 6 años, 6 meses
7 4 días; Obis, Ayunt. Betesa (Huesca), mixta.
Dofia Asunción Velasco González; 6 años, 5 meses y
21 días; Palíamelo de Monclús, Ayunt. Morillo de Mond o s (Huesca), mixta.
Doña Fernanda Pons Pons; 6 años, 5 meses y 18 días;
*ln plaza.
Española
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Premio d ? 5.000 pesetas p a r a la m e jor colección d e dibujos
La Jefatura Central de Enseñanza del Frente de Juventudes convoca un concurso para premiar la mejor
co'ecclón de dibujos sobre formación del espíritu nacional, con obieo de confeccionar un libro que sea de
utilidad ai Magisterio Primario en su tarea formativa.
Este concurso se ajustará a las siguientes bases:
1> Pueden coucurrir a él todos los dibujantes españoles.
2> Los trabajos deberán consistir en dibujos sobre
las lecciones contenidas en el Manual de Iniciación Político-Social, editado por la Jefatura Central de Enseñanza del Frente de Juventudes.
3.» Para su presentación se tendrán en cuenta:
a) Que el dibujo exprese de forma clara y sencilla
para los escolares las ideas o conceptos que se deseen
representar.
b) Que los dibujos sean de trazo sencillo, a fin de
que lo puedan copiar fácilmente los escolares.
c) Que su dificultad de reproducción para los escolares corresponda a la graduación escolar (grados elemental, medio y superior).
d) QU3 para cada lección deben confeccionarse tantos dibujos como se estime necesarios, debiendo contener la colección que se presente u n mínimo de doscientos.
e) La lección conmemorativa que con el nombre de
Día del Amanecer figura en el Manual ha sido sustituida por el denominado Día de Gibraltar (4 de agosto).
4.» Cada autor puede presentar su trabajo en la forma que estime más conveniente, aunque guardando la
lógica ordenación entre los diferentes dibujos y haciendo las indicaciones que crea necesarias para su utilización por Instructores y Maestros.
5> Los originales se enviarán bajo lema y plica que
contenga el nombre, apellidos y dirección del autor, a
la Jefatura Central de Enseñanza del Frente de Juventudes, calle de Alcalá, número 44, Madrid, hasta el día
30 de junio del corriente año.
6.» El Jurado que falle el concurso será designado en
momento oportuno por el Delegado Nacional del Frente
de Juventudes y actuará bajo su presidencia. En él figurará u n Inspector central de Enseñanza Primaria, u n
Profesor de Dibujo, u n Director de Grupo escolar y un
Maestro nacional.
7.a El fallo del Jurado será hecho público en •! mes
de Julio.
8.a El autor del trabajo premiado recibirá u n premio
de 5.000 pesetas y la obra pasará a ser propiedad de la
Delegación Nacional del Frente de Juventudes.
9.a La Jefatura Central de Enseñanza expedirá recibos de las obras que se presenten, devolviendo contra su
presentación las no premiadas una vez fallado. Los trabajos que no se retiren dentro del plazo de dos meses,
una vez conocido el fallo, quedarán propiedad de la
Jefatura Central de Enseñanza del Frente de Juventudes, que podrá hacer de los mismos el uso que estime
conveniente.
10. Ei fallo del concurso será inapelable, entendiéndose que el hecho de participar en el mismo implica la
total conformidad con las bases de esta convocatoria.
Doña Francisca Rosario Rodríguez Aracil; 6 años, 5 meses y 13 días; sin plaza.
(«B. O. del M. de E. N.» del 11 y 14 de mayo.)
Se elevan a definitivas las adjudicaciones por concursillo.
29 ABRIL.—O. M.
De conformidad con lo dispuesto en el artículo 55 del
Estatuto del Magisterio y en el número 11 de la Orden
ministerial de 15 de octubre de 1952 («Boletín Oficial»
de este Ministerio del día 10 de noviembre),
Esté Ministerio ha resuelto:
1.» Elevar a definitiva la adjudicación provisional de
destinos de los Maestros a quienes les ha correspondido
plaza por concursillos y que fué publicada en el «Boletín Oficial» de este Ministerio del día 12 de febrero último, con las alteraciones siguientes:
NUEVOS DESTINOS
Provincia de Lugo.
Don Alejo Bolaño López, provisional de Lugo y procedente de Cruzul, con 53,299 puntos, a la Escuela mixt a de Cruzul, Ayuntamiento de Becerrea.
(Continúa en la página 299)
93
13 de m a y o
Concurso para cuatro Escuelas de
Patronato en Valencia, capital
Y SEIS EN LA PROVINCIA
En e! suplemento que publicamos el día 5 del corriente dábamos una detallada información de todo lo que
interesaba de este concurso como anticipo a la completa
que prometíamos y que incluimos a continuación, repitiendo para más facilidad lo que constituía dicho anticipo.
Patronato de Educación e Instrucción del Arzobispado
de Valencia. Convocatoria.—Concurso-oposición para proveer entre Maestros del escalafón general del Magisterio
Nacional Primario las Escuelas que a continuación se
expresan y las que, dependientes del Patronato, se creen
hasta la resolución de este concurso-oposición:
VALENCIA-CAPITAL
Una unitaria de niños.
Un i unitaria de niñas.
Una unitaria de párvulos.
Todas ellas dependientes del Patronato de Viviendas
«Nuestra Señora de los Desamparados» v sita en el grupo de viviendas «Virgen del Fuig».
-Y una unitaria de niños en la Parroquia de Santo Tomás Apóstol.
VALENCIA-PROVINCIA
Una unitaria de niños en la Parroquia de San Miguel
Arcángel, de Simat de Valldigna.
Una unitaria de niños en la Parroquia de Nuestra Señora de la Asunción; de Torrente.
Uno unitaria de n ños en la Parroquia de Nuestra Señora de la Asunción de Ribarroja.
Una unitaria de niños en la Parroquia de San Jaime
Apóstol de Moneada.
Una unitaria de niños en la Parroquia de la Santísima
Trinidad y San José cié Ventas de Puebla de Vallbona.
Una unitaria de niñas en la Parroquia de San Antonio Abad de Cañáis.
Este concurso-opo Ición se resolverá de acuerdo con
las siguientes normas:
P-jdrán tomar parte los Maestros nacionales en activo
que carezcan de nota desfavorable y no hayan cumplido
ios cincueita años de edad. Los que aspiren a desempeñar las Escuelas de Valencia-capital deberán tener
prestados cinco años de servicios efectivos en propiedad
en Escuelas nacionales.
Las instancias-solicitud, en las que se especificaran
claramente anotadas al margen izquierdo y por orden
de prelación la íscuela o Escuelas a que concursan
y se expresarán las especiales de oficios manuales o conocimientos técnicos que se dominan y las personas que
integran la familia del interesado, serán dirigidas al
excelentísimo y reverendísimo señor Arzobispo, hasta el
31 de mayo próximo, a las catorce horas, presentándolas
en la Secretaría del Patronato (Palacio Arzobispal) acompañadas de los siguientes. documentos:
1. Hoja de servicios certificada, cerrada en 15 de mayo del corriente año, acompañada de los documentos
justificativos de ¡os méritos que se expongan.
2. Certificación académica personal, con expresión de
las calificaciones e l cada una de las asignaturas de la
carrera del Magisterio o estudios de carácter académico
que se hayan realizado.
3. Memoria-exposición de la labor realizada por el
concursante en las Escuelas que haya servido hasta la
fecha de esta convocatoria, con expresión de la llevada
a cabo en el orden religioso, patriótico y profesional, procurando probar dichos extremos documentalmente.
4. Memoria-proyecto de la labor que piensa realizar
el concursante en la Escuela o Escuelas que solicita.
5. Copia de los informes emitidos por los señores
Inspectores o Inspectoras de Enseñanza Primaria con
ocasión de las visitas giradas por los mismos a las Escuelas en que ha servido el solicitante.
6. Dos fotografías tamaño carnet.
7. Cuantos documentos crea el interesado que pueden dar a conocer mejor su personalidad en el orden
apostólico, patriótico y profesional.
El Patronato ,una vez recibidas las documentaciones
y debidamente estudiadas, seleccionará de entre los solicitantes aquello que estime de mayores méritos y condiciones más adecuadas para la labor a realizar en las
Escuelas objeto de este concurso, a los que someterá a
las pruebas que a continuación se expresan.
Ei resultado de esta selección primera será comunicado
a los interesados dentro de los quince días primeros del
mes de junio próximo.
Pruebas.—Los concursantes seleccionados, según se ex-
de
1953
presa en el apartado anterior, serán sometidos a diversas pruebas teórico-prácticas, consistentes en los siguientes ejercicios:
Los que aspiren a desempeñar Escuelas de Valenciacapital:
1. Exposición oral, en el tiempo máximo de una hora,
de los trabajos más destacados realizados por el opositor
en el orden apostólico, patriótico y profesional, de acuerdo con lo dicho en la Memoria exposición presentada y
de lo expuesto de la Memoria-proyecto sobre la labor a
realizar. El Tribunal podrá solicitar las aclaraciones que
estime convenientes sobre los puntos o aspectos de la
actuación expuesta o la que piensa realizar el opositor
en la Escuela que desea regentar.
2. Ejercicio escrito, que constará de dos partes, sobre Pedagogía fundamental y Teoría de la Educación,
Religión y Motivos fundamentales de la Historia patria.
El cuestionario de las materias objeto de este ejercicio se halla expuesto en el tablón de edictos del Patronato (Palacio Arzobispal), y la Secretaría del mismo
facilitará a los señores Maestros y Maestras concursantes
que, residiendo fuera de Valencia, lo soliciten.
La primera parte de este ejercicio será sobre u n tema
sacado a la suerte de entre los que constituyen el cuestionario.
Y la segunda parte, que versará sobre u n tema del
mismo cuestionario, será sobre el que designe ei Tribunal libremente.
Para el desarrollo de cada u n a de estas partes se dispondrá del tiempo máximo de dos horas.
3. Ejercicio práctico, consistente en el desarrollo de
una lección, cuyo tema señalará el Tribunal, ante niños
del período de perfeccionamiento.
Todos los ejercicios serán eliminatorios, y el Tribunal
nombrado al efecto por Nos dará cuantas normas y aclaraciones crea convenientes para el mejor desarrollo de
la oposición y a ellas se atendrán íntegramente los señores opositores.
Los que aspiren a Escuelas de fuera de la capital:
Realizarán sólo los ejercicios primero y tercero, es decir, la exposición y defensa oral de las Memorias y el
ejercicio práctico.
El Tribunal podrá declarar desiertas las plazas objeto
de este concurso-oposición si, a su juicio, no resultaran
idóneos para el desempeño de la misión que se les piensa confiar los Maestros y Maestras presentados que en
él tomen parte.
Los gastos de alojamiento de los señores Maestros y
Maestras que sean seleccionados para actuar en la oposición y residan fuera de Valencia-capital correrái a cargo del Patronato desde el día anterior al del comienzo
de la oposición hasta el siguiente de finalizada ésta para
cada, opositor, y también será a cargo del Patronato el
importe de. los billetes de ida y vuelta por ferrocarril
o coche de línea desde el lugar de la residencia oficial
del opositor hasta Valencia y viceversa.
El Patronato señalará a cada opositor el alojamiento
que ha de ocupar, y caso de no aceptarlo, los gastos de
hospedaje correrán a cargo del opositor.
Todos los extremos relativos a su selección o no, viajes y alojamientos serán comunicados a los interesados
por carta particular de la Secretaría del Patronato.
Los Maestros y Maestras que resulten seleccionados
definitivamente al finalizar los ejercicios de la oposición serán propuestos a Nos por el Tribunal, al objeto
de estudiar dicha propuesta y elevarla, si procede, al
Ministerio de Educación Nacional para que, de acuerdo
con las normas vigentes, se nombre provisionalmente a
dichos señores Maestros, por u n período de dos años,
para regir las Escuelas que, a nuestro juicio, deban desempeñar, nombramientos que serán elevados a definitivos si, transcurrido el período de provisionalidad, lo estimamos conveniente.
Los Maestros y Maestras designados para regir las Escuelas objeto de este concurso-oposición observarán siempre una relevante conducta en el orden religioso, patriótico y profesional y deberán consagrarse en el mayor
grado posible a las Escuelas que les sean asignadas, quedándoles prohibida toda otra actividad ajena a la escolar y parroquial, incluso las lecciones privadas, sin permiso especial de la J u n t a Rectora de este Patronato.
La labor que realizará cada Maestro o Maestra comorectores de sus Escuelas no se limitará al cumplimientode su tarea dentro del recinto escolar, sino que comprenderá además la marcha de las instituciones circum
y port-escolares, las clases de adultos o adultas, la colaboración parroquial y de Acción Católica en la forma
que en cada caso señale el Patronato, de acuerdo con
el reverendo señor Párroco a cuya demarcación corresponda la Escuela.
El incumplimiento de las obligaciones señaladas en
este apartado podrá ser causa de separación, siempre
que, mediante expediente incoado al efecto, se acredite
la falta de celo o eficacia en la tarea encomendada o l a
infracción en la labor educativa de las fundamentales
Escuela
(Viene de U página 297J
Provincia de Pontevedra.
Doña María Novoa Suárez, de Lavadores-Bouciña, obteiida con e": censo de la totalidad del antiguo Municipio con 66,509 puntos, a la' unitaria número 2 de Lavadores, Ayuntamiento de Vigo.
Provincia de Salamanca.
Doña Leonor Santas Mareca, de Salamanca, unitaria
número 2 «Pizarrales», con 66,083 puntos, a la sección
graduada «Fray Luis de León», de Salamanca.
MAESTRAS SIN DESTINO
Doña Mar a de las Mercedes Escudeiro Salgueiro, Maestra de La Iglesia-Bendaña, Ayuntamiento de Touro (La
Ooruña).
2.o Acceder a las reclamaciones que a continuación
se indican, por las causas que se determinan:
Doña Angela Fernández de la Torre; anulándose el
nombramiento de doña Mercedes Escudeiro Salgueiro, por
pertenecer la Escuela que se le adjudicó a distinta localidad.
Doña María Novoa Suárez; se le adjudica la Escuela
que reclama por haber obtenido la que sirve con el censo de la totalidad del desaparecido Municipio de Lavadores.
3,o Desestimar, por las causas que se Indican, las reclamaciones formuladas por los siguientes Maestros:
Don Alejo Bolaño López; la Escuela -de Garabolos se
anuncia y provee como perteneciente a Lugo, en virtud
de las Ordenes ministeriales de 16 de marzo de 1949 y
25 de noviembre de 1952.
Don Alejo Bolaño López; la Escuela contra cuyo anuncio reclama es vacante producida por jubilación en 6 de
noviembre de 1951.
Don Arturo Mera González; ni en el Estatuto del Magisterio ni en la Orden de convocatoria ce exige que
para participar en lo? concursillos se reúna en 31 de
agosto último las condiciones para ells.
Doña Adelaida Montes Gallardo; la plaza que solicita
no se le puede adjudicar por tratarse de una sección
de párvulos y quedar eliminada, por ello, de los concursillos.
Doña Ana Justa Navarro Moreno; la Escuela que reclama no la solicitó la interesada; en su petición figura
la unitaria número 4, y no la número 3."
Don Juan Torres Banqueri; no acredita estar comprendido en la Orden de convocatoria ni haber sido repuesto en su antiauo cargo.
Doña Rosalina Vicente Morales; la plaza contra cuyo
anuncio reclama es vacante producida por excedencia en
31 de agosto de 1952.
4.° La posesión en las respectivas Escuelas se cerificará ei 1 de septiembre próximo, con efectos económicos
y administrativos de dicha fecha, cesando los interesados en sus Escuelas de procedencia en 31 de agosto del
año en curso.
5.° Por esta Orden queda agotada la vía ordinaria
para cuantas reclamaciones se refieran a nombramientos en propiedad por estos concursillos.
Madrid, 29 de abril de 1953—Ruiz-Giménez.
(«B. O. del M. de E. N » del 11 y 14 de mayo.)
Las II Jornadas Pedagógicas, se celebrarán del
28 a l 31 de mayo
La Junta Directiva de la Hermandad de Inspectores
de Enseñanza Primaria ha decidido que las II Jornadas
Pedagógicas se celebren los días 28, 29, 30 y 31 de mayo,
inmediatamente anterior a la Semana de InspectoresJefes de Enseñanza Primaria, convocada del i al 6 del
próximo junio.
Las seis ponencias sobre el tema central de estudio,
«Crisis de la conciencia de responsabilidad», serán desarrolladas por don José Dorca González, don Manuel
Laguna Buitrago, don Francisco Rodríguez Gómez, doña
María Bris Salvador, don Joaquín García Ojeda y don
José Luis Rubio Alarcón.
normas que constituyen la esencia de la obra escolar
parroquial o si el Maestro objeto del expediente faltase
a la íntima colaboración con la Parroquia y el Patronato.
Gratificaciones.—Los señores Maestros y Maestras que
resulten elegidos tendrán, además de los derechos que
les correspondan como Maestros nacionales en ejercicio,
las siguientes gratificaciones:
Los que rijan las Escuelas del Grupo de Viviendas «Virsen del Puig»: Una gratificación anual mínima de 2.800
Pesetas, más 2.000 pesetas por cada una de las personas
que formando parte de la familia del Maestro o Maestra sean carga necesaria para él.
Los que se encarguen de Escuelas parroquiales: una
gratificación equivalente ai 30 por 100 del sueldo.
valencia, 2? de abril de 1953.
Española
299
LA SEMANA
Miércoles, 6. ESPAÑA.—El Ministro de Comercio, señor Arburúa, manifiesta que el crédito
norteamericano de 62 millones de dólares se
ha utilizado en comprar mercancías de producción y que se está defendiendo el valor de la
peseta.
—El Ministro de Obras Públicas ordena los
aprovechamientos de regadío en el valle del
Segura.
EXTRANJERO.—Continúa el peligro de invasión comunista en Laos.
—La Policía argentina descubre una importante organización terrorista.
j
¡
Jueves, 7. ESPAÑA.—Por el Ministerio de Hacienda se establecen reducciones en el impuesto sobre las rentas que se destinen a empresas
productivas. Este impuesto se empezará a pagar a partir de las ciento veinticinco mil pesetas.
—Se inaugura en Sevilla el IV Congreso Nacional de Cardiología.
EXTRANJERO.—El General De Gaulle disuelve su partido y anuncia que no concurrirá a
más elecciones ni tomará parte en la vida parlamentaria.
Viernes, 8. ESPAÑA.—Se inaugura en Segovia
el II Congreso Mundial de Husionismo.
—Se eleva a Embajada en régimen de reciprocidad la repreientación diplomática de España en el Uruguay.
—El Ministerio de Educación Nacional dispone que los exámenes de grado de Enseñanza
Media comiencen el 15 de junio.
EXTRANJERO.—El Embajador de los Estados
Unidos en España manifiesta en Washington que
las negociaciones hispanonorteamericanas progresan satisfactoriamente.
Sábado, 9. ESPAÑA.—El Ministro de Educación Nacional manifiesta que cualquiera que sea
el volumen de la cosecha triguera, está asegurado el abastecimiento de pan.
—Se anuncia que el Presidente de Portugal,
señor Craveiro Lopes, será nombrado General
del Ejército español con ocasión de su visita
a España.
EXTRANJERO.—Hay ambiente de optimismo
acerca de las negociaciones para llegar a un
armisticio en Corea.
—Los periódicos argentinos dejan de publicar
noticias procedentes de Agencias norteamericanas.
Domingo, 10. ESPAÑA.—Comienzan las fiestas de San Isidro en Madrid, pronunciando el
pregón el Director general de Radiodifusión, don
Jesús Suevos. A continuación, una lucida cabalgata recorrió las calles de la capital.
—Se inicia en Caleruega (Burgos) la campaña
pro-rosario en familia.
EXTRANJERO.—Foster Dulles y Stassen emprenden viaje para visitar doce países del Cercano Oriente.
—En elecciones municipales, los conservadores
ingleses pierden 121 puestos, mientras los laboristas ganan 130.
Lunes, 11. ESPAÑA.—El Ministro de Hacienda preside en Valencia la botadura de u n petrolero y visita la Feria muestrario.
—Termina en Segovia el Congreso Mundial de
Husionismo.
—A la llegada de Foster Dulles y Harold Stassen a El Cairo, la tirantez anglo-egipcia está
en su punto máximo. La solución de Dulles sería la plena soberanía y la retirada gradual de
las tropas extranjeras.
EXTRANJERO.—Los rojos coreanos no acaban
de concretar sus propuestas para u n armisticio.
—El Canciller Adenhauer sale para París y
Londres para celebrar conversaciones sobre el
futuro de Alemania Occidental.
,
,
13
3ÜJ
(i e
mayo
de
19 5 3
•El "Año D o n o s i a n o " en la Escuela
Ha comenzado en la capital de la Baja Extremadura,
con una solemne apertura, la conmemoración del centenario de Donoso Cortés. Y es más. según acuerdo de
las Comisiones respectivas, con el comienzo del «Año
Donosiano» ha coincidido la inauguración de la cátedra
«Donoso Cortés» en el Instituto Nacional de Enseñanza
Media de Badajoz.
Hechos éstos que nos sitúan ante unas efemérides no
ya locales, sino nacionales y hasta universales. Porque
la recia personalidad de Juan Francisco Manuel María
de la Salud Donoso Cortés dejó huellas de su valía tanto en su Patria como en los demás países cultos de
Europa. Y es en ellos donde primero se le estudió y más
a fondo se le conoció.
Pretender descubrir al Marqués de Valdegamas, desde
que un día del mes de mayo, el 6, del año 1809 viene
al mundo en Valle de la Serena (Badajoz)—adonde se
habían trasladado sus padres desde Don Benito y de
paso para sus haciendas de Valdegamas, tras la derrota
de nuestrs tropas en Medellín—hasta que otro día, también de mayo, el 3, de 1853 dejaba de existir en París,
es tarea harto difícil y que excede de los límites de
\vnas cuartillas.
¡Cuántos momentos de emoción, de lucha, de satisfacciones y de incomprensiones en la azarosa y no larga
vida de este paladín del pensamiento español, que, cual
Agustín de Tagaste, Saulo de Tarso y García Morente,
entre otros, recibió las santlficadoras caricias de ¡a
Gracia, incorporándose plenamente en el lustro final
de su vida a la Iglesia Católica! Impresionan todavía
en este aspecto los rasgos de p'edad heroica que lleva
a cabo nuestro Vizconde del Valle durante su estancia
en París como Embajador de España. Y se asegura que
durante los últimos años de su existencia pensó seriamente en ingresar en la Compañía de Jesús.
Su vida de estudiante en Salamanca, en Cáceres y en
Sevilla; sus amistades con hombres destacados en las
letras, la política y la piedad; su magisterio docente
(Catedrático de Estética y Literatura) en el Co'egio de
Humanidades de Cáceres; sus diversas actividades en
el campo del periodismo, de la literatura, de la política
y de la oratoria, nos muestran a u n Donoso Cortés prototipo del «hombre de lucha», que si en una larga etapa de su vida le podemos llamar «liberal», no es menos
cierto que en otra se le apoda «católico», sin que una
y otra fase de su evolución puedan simple y bruscamente oponerse.
Nuestro polígrafo Menéndez y Pelayo dijo del Ilustre
-orador extremeño que «no hay modo de confundir sus
páginas con las de otro alguno; donde él está sólo los
Reyes entran» («Heterodoxos», página 408, tomo VII).
Ytambién Eugenio d'Ors, en sus famosas «Glosas», ha
dicho de Donoso Cortés que «cada página es u n paso;
cada discurso, una procesión».
Pues bien, esta egregia figura, cuya ejemplaridad es
bien notoria en varios aspectos, no debe hurtarse al conocimiento de los escolares primarios. Porque si «es
imposible contemplar a un hombre eximio, aunque sea
por un instante, sin reportar alguna ganancia, ya que
es una fuente luminosa y dispensadora de vitalidad, y
acercarnos a ella acrecienta nuestro bienestar» (Carlyle).
la Escuela primaria, forjadora de los futuros ciudadanos,
tiene que colocar ante sus alumnos el ejemplo de este
gran patriota y no menos católico, para quien «la más
honda raíz de los males de la época había de buscarse
en el alejamiento de Dios».
Y ello en gracia a que «la Escuela, nuestra Escuela,
es 'parte de>! cuerpo de la Patria, chiquita, y viva, y
activa, como son las células: como que ella es gran
célula germinal» (Serrano de Haro, en «Llama de Amor»).
Por eso también la Escuela española se llenará de
gozo al vitalizar sus actividades, sumándose espontáneamente al centenario conmemorativo del gran patricio
español Juan Donoso Cortés, quien, por amar sinceramente la verdad, no descansó hasta que se encontró de
verdad con la Verdad.—Julio HERRERA LÓPEZ.
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III. — Pedagogía y su historia. - 25 pesetas
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El MES DE MARÍA EN LA ESCUELA
P o r A. S O L A N A
Librito que contiene, para cada uno de los dias del mes
de mayo, en forma breve y adecuada, una consideración,
jaculatoria, flor espiritual y ejemplo, además de la música y letras de las canciones para todos los dias. Al fina)
de la obra se recoge un ramillete de nuestras mejores
poesías a la Virgen. Contiene también el rezo del Rosario
y una interesante circular sobre la celebración del Mes
de María en las Escuelas.
2,50 P E S E T A S
Se ha Incluido una preciosa Novena a la Inmaculada.
para que pueda servir al propio tiempo para su fiesta
en el mes de diciembre
«Durante el mes de mayo, siguiendo la Inmemorial
costumbre española, los Maestros harán con sus alumnos
el Ejercicio del Mes de María.»
(De la Orden circular de 9 de abril de 1937, «Boletín
Oficial» del 10.)
DOMINGO, 10 DE MAYO DE 1953
Las oposiciones a cátedras de Física, Química, Historia
Natural y Fisiología e Higiene (Maestros) (1).
Tribunal de oposiciones a las cátedras de Física, Química, Historia Natural y Fisiología e Higiene de las Escuelas del Magisterio (Maestros) de Álava, Avila. Jaén,
La Laguna, Las Palmas, Melilla, Murcia, Palencia, Pontevedra, Salamanca, Santiago y Soria, convocadas por
Orden ministerial de 29 de marzo de 1952 («B. O. del
Estado» del 16 de abril) para proveer las citadas cátedras.
Señalando fecha hora y local en que han de presentarse ante el Tribunal los aspirantes a dichas cátedras.
Se convoca a los señores opositores a las citadas cátedras para hacer su presentación y primer ejercicio el
día 10 de Junio, a las nueve de la mañana, en el aula
de Microbiología de la Facultad de Farmacia de Madrid.
En dicho acto se dará cumplimiento al articulo 17 (entrega de la Memoria, programa, etc.) del vigente Reglamento de oposiciones.
Al mismo tiempo se hace saber que el cuestionario por
el que se han de regir los tres primeros ejercicios y las
normas a que deberán ajustarse los ejercicios prácticos
estarán a disposición de los señores opositores a partir
del día 20 del mes de mayo, según determina el articulo 14 del Reglamento, en el local de la citada Facultad.
Madrid, 7 de mayo de 1953.—El Presidente del Tribunal de oposiciones, Lorenzo Vilas.
(«B. O. del E.» del 10 de mayo.)
(1) En esta Orden ya se han hecho las rectificaciones publicadas en el «Boletín Oficial del Estado» del
12 de mayo.
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