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1669
/
INSTITUTO PULITECNlCU NAClONAL
CENTRO ZNTERDISCIPL.INARIO DE CIENCIAS MARINAS
"EVALVACION DE LA BIOMASA REPRODUWIRA DE Sardinaps c;aqax
POR EL METODO DE PRODUCCXON DE HUEUUS, EN BAHIA MAGDALENA,
BAJA CALIFURNIA SUR, MEXZCII".
P
T e s i s
q u e pvesenta:
Ju 1 i6n René 1 ovre.5 Vi 11 egas
pava op’tim por* e l g r a d o d e M . e n C .
c:arr e s p e c i a l i d a d e n C i e n c i a s Mat-irlas.
La Paz B. C . ‘j. Octubrs d e 1YEh.
i
E n e l p r e s e n t e trabaJo s e a b o r d a e l p r o b l e m a s o b r e l a evaluacidn
d e l a p o b l a c i b n r e p r o d u c t o r a d e-_.-.-C_
Sardinopt s_aqa_x_ u t i l i z a n d o e l mdtodo d e
produccibn d e h u e v o s e n e l drea d e B a h í a M a g d a l e n a ,
como un
estudio
p r e v i o a s u aplicacidn e n l a c o s t a o c c i d e n t a l d e Baga C a l i f o r n i a S u r .
S e o b s e r v a q u e l a temporada d e reproduccidn d e SA.__ sa- e n B.~hr/a.
M a g d a l e n a t i e n e d o s m á x i m o s , u n o e n e l i n v i e r n o y o t r o e n e l verano1 s e
e c; &t,
identifica que
corriente de
California
variac ion95
en
la
asoc íadas a
c o m p a r a l a CLpoca de reproducciácl d e
e5tos
procesos. Se
e s t a e s p e c i e a l a l a r g o d e l a c o s t a o c c i d e n t a l d e Norteamdrica ‘í
s e
describe como un
enc uentra
clinal.
que
en Babia M a g d a l e n a l a
s e
reproducción de la sardina ocurre en un intervalo de temperatura
4S
ha determinado para la
‘ a m p l i o ( 1 6 - 2 7 OCI,
comparado
con
lo q u e se
p o b l a c i ó n n o r t e ñ a ( f r e n t e a C a l i f o r n i a y BaJa
California
Norte). E R
cuanto al
c uen ta
con o b s e r v a c i o n e s
desarrollo
embrionario se
que
indican que
temperatura
el
desarrollo
respecto a la
puede
con
d e s c r i b i r s e c o m o u n a funcii(n p o t e n c i a l , t a l c o m o s e h a d e s c r i t o p a r a e l
desarrollo
á r e a d e C a l i f o r n i a y,
s u g i e r e n que
el
los
resultados
la poblacibn
e m b r i o n a r i o e n l a z o n a d e e s t u d i o , e s rnhs rApido q u e e n
del norte.
P a r a l a estimacidn d e l a p r o d u c c i ó n d e h u e v o s e n e l m a r s e
temperatura,
u t i l i z ó ‘e l m o d e l o empirico d e l
desarrollo indice d e
obtenido para
esta
zona.
Se h i c i e r o n o b s e r v a c i o n e s p a r a o b t e n e r l a
\ AOra d e l d e s o v e , confirma’
ndose el m&ximo a l r e d e d o r d e l a s 2 2 : 0 0
horaas;
asimismo
indice d e
se
independientes. sobre el
obtuvieron datos
un
valor
de
z =
m o r t a l i d a d instantenea e n l o s . e s t a d i o s d e huevo, con
7 . 670.. E l
p a r a l a producci¿n d i a r i a d e h u e v o s fu4 d e
valor
estimado
8 . 9 1 0 8 huevos/O.05 m2, y un v a l o r d e z = 7 . 5 4 .
P a r a l a estimacik d e l a f r e c u e n c i a d e desovantes, s e
describen
basbndose e n
l a s carac teristicas d e l
postovulatorios
tomó en
p r o c e s o d e reabsorci6n en l a t e c a y l a c a p a g r a n u l o s a y, s e
. cuenta la
d e v a s o s s a n g u í n e o s , l a c u a l a u m e n t a a l progesar
asoc iacidn
los
foliculos
la
edad
de
la r e a b s o r c i ó n .
Para el’ cálculo de
los
folículos
c e r o , con una
postovulatoriosl s e considerd e l
d ía i n i c i a l 0 día
duracidn d e o c h o h o r a s , c o n s i d e r a n d o sólamente e l p e r í o d o e n q u e o c u r r e
El valor estimado de la
e l d e s o v e e n t r e las 1 8 : 0 0 y 2 2 : O O h o r a s .
L a f e c u n d i d a d p a r c i a l Cu4
f r e c u e n c i a d e d e s o v a n t e s fu6
de 0. 0573.
ovocifos
e s t i m a d a a p a r t i r d e l a distribucibn
de diámetros de
intraov6ricos d e hembras maduras, p u e s t o q u e l a f r e c u e n c i a d e h e a ú r a s
parcjal fu4
d e
fecundidad
h i d r a t a d a s fu6 muy .baJa.
El valor de la
E l p e s o p r o m e d i o fué c o r r e g i d o a p a r t i r d e
19,641 o v o c i t o s p o r h e m b r a .
peso libre de
l a c u r v a d e regresi¿n obtenida p a r a e l p e s o t o t a l V S.
E l p e s o p r o m e d i o f u é d e 8S.885
g,bnadas p a r a l a s h e m b r a s n o h i d r a t a d a s .
de hembras en
g p o r hembrad
P a r a l a obtencicin d e l a p r o p o r c i ó n
t é r m i n o s d e p e s o , s e o b t u v o l a m u e s t r a minima, la cual se fiJó en 1 Kg.
d e h e m b r a s fué d e 0 . 4 7 4 7 y d e es,tos v a l o r e s s e esti& la
L-h proporcibn
bbiomasa d e s o v a n t e p a r a e l Area de Babia Magdalenar e n J u l i o d e 1992,
resultando ser de 238722.3 toneladas.
Se discuten
los
procesos de
reproducción y el
desarrollo
’
3
embrionario, su relación con factores ambientales como la temperatura y
como afectan
las
corriente
de California, a Las
variaciones de la
e s t i m a c i o n e s d e l o s par&netros.empleadoa e n l a evaluacibn.
Asimismo se
hacen comentarios sobre los aspectos metodoldgicos que deben tomarse en
cuenta para utiliiar muestras de adultos que provienen de la
captura
comercial, lo
c u a l p u e d e s i g n i f i c a r u n a m e n o r inversihn econámica. S e
c o n c l u y e q u e p a r a l a aplicacibn d e l mbtodo-de evaluacibn, e n l a z o n a d e
nece5ar io
establecer
l a c o s t a o c c i d e n t a i d e BaJa Caljfornia Sur, e s
del
c i c l o d e m a d u r a c i ó n y tomeI- e n
observaciones continuas mensuales
cuenta en los sistemas de muestreo las diferencias poblacionales que se
l a tempol-ada
p u s i e r o n e n e v i d e n c i a , tales c o m o l a s caracteristicas d e
diferencia en el desarrollo, a fin de
d e r e p r o d u c c i ó n YI
la posible
métodos
En general
lograr un Ó ptimo en el sistema de evaluación.
los
d e l m o d e l o d e evaluscichl s a n
empleados p a r a
e s t i m a r 105
pardmetros
a d e c u a d o s p a r a s u u s o e n Babia M a g d a l e n a .
c
F i n a l m e n t e tambidn s e d i s c u t e s o b r e l a p o s i b i l i d a d d e a p l i c a c i ó n
útil
d e e s t e mbtodo p a r a e s p e c i e s t r o p i c a l e s , c o n l a s cuale p u e d e s e r
s
e
p
l
e
n
t
e
a
e
n
e
s
t
e
t
r
a
b
a
j
o
,
e
l
cual
el e s q u e m a d e
investigación
que
de reproducción, el
epoca
c o m p r e n d e obseFvaciones p r e v i a s s o b r e l a
h o r a r i o d e l d e s o v e , e l e f e c t o d e l a t e m p e r a t u r a s o b r e e s t e procesof <35 i
los
valores
del
como
especialmente
del
d e s a r r o l l o embrionario,
desarrollo.
P
c
ABSTRACT
T h i s s t u d y d e e l s w i t h t h e p r o b l e m a e n c o u n t e r e d wh en e v a l u a t i n g
t h e s p a w n i n g p o p u l a t i o n o f Sardinops -s -a g-._
a x b y the egg production
method.
T h i s w o r k ‘was u n d e r t a k s n in Dehis M a g d a l e n a ‘ Ba Ja Califo,*nia
Sur, as
a pilot s t u d y , p r i o r i t s a p p l i c a t i o n in t h e West coast o f Baja
California Sur.
+
It became e v i d e n t t h a t t h e s p a w n i n g s a e s o n o f S&_ zma. s h o w s two
m a i n peaks, o n e in Winter and the other in S u m m e r also,
v a r i a t i o n í in
the California Current associated to this process were identified.
The
s p a w n i n g season o f th is species
is c o m p a r e d a l o n g t h e W e s t C o a s t of
N o r t h America, a n d i t is d e s c r i b e d a s a clinal.
The reproductive
p r o c e s s o f S, saoax in B a h i a M a g d a l e n a o c c u r s w i t h i n an a m p l e intec.val
o f t e m p e r a t u r e ( 1 6 - 2 7 OCl, a s compared
t a t h a t d e s c r i b e d f o r the
n o r t h e r n p o p u l a t i o n ( C a l i f o r n i a a n d N o r t h e r n BaJa C a l i f o r n i a ) .
In as
%egarding t h e e m b r i o n i c development,
the
t h i s s t u d y shows
that
t e m p e r a t u r e - rate o f d e v e l o p m e n t r e l a t i o n s h i p c a n b e d e s c r i b e d a s aql
p o t e n t i a l function, such a s t h e t d e s c r i b e d f o r t h e area o f C’alifornia.
However, t h e s e * r e s u l t s s u g g e s t t h a t t h e e m b r i o n i c d e v e l o p m e n t rate in
t h e s t u d i e d area is s o m e w h a t f a s t t h a n t h a t d e s c r i b e d f o r t h e nortirarn
p o p u l a t i o n . An e m p i r i c a l rate o f d e v e l o p m e n t - t e m p e r a t u r e model was
considered in o r d e r t o estimate t h e d a y l y e g g p r o d u c t i o n in t h e s e a to
a s s e s t h e h o u r o f maximum s p a w n i n g activityr p l a n k t o n s a m p l e s wcre
collected e v e r y h o u r d u r i n g p e r i o d s o f 2 4 h r s .
A n a l y s i s o f fhfsse
samples showed t h a t t h e t i m e o f m a x i m u m a c t i v i t y is a r o u n d 2 2 : 0 0 h r s .
L i k e w i s e , d a t a w e r e o b t a i n e d a n d t h e i n d e x o f instantaneous’ mortslity
rate f o r t h e v a r i o u s egg d e v e l o p m e n t s t a g e s w a s i n v e s t i g a t e d .
fhe
value of z thus estimated was 7.670.
f
o
r
t
h
e
The v a l u e
d a y l y egg
product,ion w a s 8 . 9 1 0 8 eggs/O. 05 m2, a n d a m e a n v a l u e o f z of 7. 54.
described
according to
Cheir
Postovulatory folicles are
histological
f eatures a n d t h e characteristics o f t h e r e a b s o r t i o n
p r o c e s s o b s e r v e d in t h e t h e c a l a n d g r a n u l o s a cells.
I n c a l c u l a t i n g the
age o f p o s t o v u l a t o r y follicles, t h e i n i t i a l day (day 01 w a s considel.ed
to have a d u r a t i o n of 8 hrs thus, t h e p e r i o d in w h i c h t h e spawlting
The esti,rated
activity takes place runs from 18: OO hrs to 02:00 hrs.
v a l u e f o r ,the s p a w n i n g f r e q u e n c y WdS 0. 0 5 9 3 .
Batch f e c u n d i t y uas
i n t r a o v a r i a n ooc i tes
calculated from the distribution of diameters of
of mature
f e m a l e specimens.
Gonads w i t h h y d r a t e d o o c i t e s w e r c not
used, because t h e f r e q u e n c y o f o c c u r r e n c e o f such s p e c i m e n s t u r n e d OUt
to be e x e e d i n g l y
T h e batch f e c u n d i t y v a l u e t h u s d e t e r m i n e d uas
1 ow.
18,941 oocites/female.
M e a n w e i g h t w a s o b t a i n e d f r o m a r e g r e s s i o n c u r v e f i t t e d bettiean
nearl
t o t a l w e i g h t and gonad f r e e w e i g h t f o r n o n - h i d r a t e d femalesi
p
r
o
p
o
r
t
i
o
n
uas
f
e
m
a
l
e
weight was 8 5 . 8 8 g/female.
r
a
t
i
o
and
Sex
P r e v i o u s l y a l e a s t - s a m p l e <thich
o b t a i n e d a n d iiS r e f e r e d t o a s w e i g h t .
r e p r e s e n t e d a r e a r o n a b l e sex
r a t i o and f e m a l e p r o p o r t i o n had bsen
Female proportion was 0.4747. .
obytained, w h i c h w a s d e t e r m i n e d a s 1 k g .
When al1 of the above m e n t i o n e d p a r a m e t e r s w e r e
Put togefhar~
r e s u l t e d in 2 3 , 7 2 2 . 3 tons o f s p a w n i n g b i o m a s f o r B a h i a M a g d a l e n a in
July 1982.
5
reproductive
the
dealing
wi th
41 d i s c u s s i o n
is pr*esented
t h e i r r e l a t i o n t o environmenfal
processes a n d
embrionic
development,
factors’and t h a t vtiriations in t h e C a l i f o r n i a C u r r e n t p r o d u c e a n o m a l i e e
evaluafion.
motions of the
in t h e p a r a m e t e r s i n v o l v e d in t h e a c t u a l
o f o b t a i n e n g s a m p l e s on b o a r d
conveniente
Comments are
m a d e on t h e
opperstive
fishing v e s s e l s f r o m comercial fleetsa in o r d e r t o r e d u c e
costs.
4
.
*
1 NTRODUCC ICJN
A n i v e l m u n d i a l l a s a r d i n a e s a c t u a l m e n t e o b Jet0 d e
una
e x p l o t a c i ó n a gran escala.
J u n t o c o n l a anchoveta, a p o r t a r o n e n 1974
a l r e d e d o r d e 1 5 . 1 m i l l o n e s d e t o n e l a d a s , a p r o x i m a d a m e n t e e l 2 1 X da la
producción pesquera mundial.
En 1978 las capturas mundiales de sardina
l l e g a r o n a 1 0 . 6 m i l l o n e s d e t o n e l a d a s , d e l a s q u e 4 . 1 m i l l o n e s . (31 íl)
f u e r o n d e e s p e c i e s d e l género Sardino.&g..
sin
E x i s t e n p e s q u e r í a s d e c l u p e i d o s que s o n muy a n t i g u a s ;
embargo, no
fu# s i n o h a s t a p r i n c i p i o s d e e s t e s i g l o q u e s e empezarotl a
estimulado el
f a c t o r e s han
capturar en cantidad elevada..
Diversos
A p a r t i r d e 19i& s e
crecimiento de e s t a i n d u s t r i a en varios paises.
utilizó e n f o r m a p r e f e r e n t e e l e n l a t a d o d e s a r d i n a e n l a c o s t a paclfics
debido al
principalmente
d e Canadd y l o s E s t a d o s U n i d o s d e America,
a u m e n t o d e l a demanda d e a l i m e n t o s d u r a n t e l a p r i m e r a g u e r r a m u n d i a l
M6s t a r d e e l
k (Clark, 1 9 5 2 1 , h a s t a 1 9 4 8 e n q u e l a produccibn s e a g o t 6 .
uso de h a r i n a d e p e s c a d o c o m o f u e n t e d e p r o t e i n a s p a r a c o n s u m o a n i m a l
en las actividades pecuarias, fu6 otra de las razones p r i n c i p a l e s
que
esta Segunda
Aunque
f o m e n t a r o n l a explotaci6n d e e s t o 5 r e c u r s o s .
opcidn a p a r e c i ó c o m o c o m p l e m e n t o d e l e n l a t a d o , e n l a a c t u a l i d a d m é s d e l
70 % de las capturas mundiales se destina a la producción de h a r i n a y
t a 1 coc l a
a c e i t e , a u n q u e o t r a s e s p e c i e s s e c o n s u m e n e n fresco,
S a r d i n a Dilchardus, q u e t i e n e u n a e x c e l e n t e c a l i d a d .
originalnetrte
aparee ió
l a p e s q u e r i a d e sardina
e
n
l
a
z
o
n
a
d
e
E
n
s
e
n
a
d
a
e
I
sla Cedros. A
asociada con la de California,
inicih
l
a
c
a
p
t
u
r
a
.
e
n
Bahia
M
a
g
d
a
l
e
n
a
,
y e n 1968 la
partir de 1 9 5 5 s e
El
hecho
de
flota empezo a operar también en el Golfo de California.
i n i c i a r l a e x p l o t a c i ó n e n o t r a s á r e a s y q u e e n e l l a s l a s c a p t u r a s scan
multit@specff icas, h a p e r m i t i d o a u m e n t a r n o t a b l e m e n t e l o s v a l o r e s d e
que a p a r t i r d e u n a c a p t u r a d e lOl,OiZG T m
producción nacional,
puesto
e n 1 9 7 3 s e a l c a r a r o n l a s 3 5 0 , 0 0 0 T m e n 1981, o c u p a n d o e l s e g u n d o l u g a r
e n i m p o r t a n c i a a n i v e l n a c i o n a l e n c u a n t o a v o l u m e n e s d e c a p t u r a (VI
corresponden
E s t o s volumenes
Informe de Gob iernoa
Mexico
1982).
como “sar d ina
p r i n c i p a l m e n t e a Sardinp- saqax gppx_u_lea_ c o n o c i d a
monterrey” y v a r i a s e s p e c i e s d e Opisthonema d e n o m i n a d a s e n c o n j u n t o
“s a r d i n a crinuda”.
E n M6xico
E n l a . pesqueria n a c i o n a l l a s a r d i n a m o n t e r r e y e s l a e s p e c i e &S
i m p o r t a n t e , n o s o l o p o r l a m a g n i t u d . d e s u s c a p t u r a s , s i n o p o r q u e e% la
que originalmente se destina para consumo humano director puesto que en
linea
l a s a r d i n a c r i n u d a s e p r e s e n t a n e s c u d e t e s oseos a l o l a r g o d e l a
que disminuye la calidad del producto para el enlatado.
media ventral,
Sin embargo, a c t u a l m e n t e e s t a s e s p e c i e s t a m b i é n s e e n l a t a n .
L a i n d u s t r i a s a r d i n e r a s e e n c u e n t r a l o c a l i z a d a e n e l Noroest;e
I s l a C e d r o s y Babia M a g d a l e n a e n l a c o s t a Oc.cidental d e
pais;
pn
Puerto Peñasco,
l a Peninsula d e EaJa C a l i f o r n i a ; e n S a n t a R o s a l ia,
p
u
e
r
t
o
s
e
n el Golfo de
o
t
r
o
s
Guaymas,
Topolobampo,
Matatldn y
ael
California.
L a a c t i v i d a d a s o c i a d a a la e x p l o t a c i ó n d e e s t e r e c u r s o t i e n e
Por otra
t r a s c e n d e n c i a econbmica y s o c i a l a n i v e l l o c a l y n a c i o n a l .
(i
p a r t e , p a r a Ba Ja C a l i f o r n i a s u r r e p r e e e n t a e l r e c u r s o i n d u s t r i a l
pesquero mis
i m p o r t a n t e d e l E s t a d o , t a n t o p o r s u n i v e l d e produccidn
como por la generación de empleos.
A nivel mundial, las grandes fluctuaciones en la disponibilidad
d e l r e c u r s o d e una temporada
a o t r a y a más l a r g o p l a z o , h a n tanido
g r a n i m p a c t o e n l a a c t i v i d a d e c o n ó m i c a que r e p r e s e n t a
la
pesca
de
sardinas o a n c h o v e t a s e n d i f e r e n t e s
paises.
C a b e mencionart
Por
edemplo, e l c a s o d e l a s a r d i n a d e C a l i f o r n i a ,
que d e s p u é s d e haber
o b t e n i d o v a l o r e s d e p r o d u c c i ó n h a s t a d e 7 9 1 , 3 3 0 T m e n 1936-37, p a r a
1951-52 l a c a p t u r a d i s m i n u y ó a 128,530 T m
(Clark,
1952)
para
posteriormente desaparecer.
También en Sudafrica, d o n d e l a s c a p t u r a s
a s c e n d i e r o n a 1 . 6 m i l l o n e s d e Tm, m i e n t r a s q u e en 1978 a p e n a s alcanrd a
129,000 Tm.
(el
C a s o s semeJantes p u e d e n s e ñ a l a r s e e n Clupea
harenaus
a r e n q u e d e l M a r d e l Norte), EnarauliA rinae&% en l a l l a m a d a g r a n c r i s i s
de la anchoveta
y, S- a r d i n a- p&..,zhardus_ d e l a t l á n t i c o europeo.
peruana
GLasker, 1981).
L a s v a r i a c i o n e s e n l a a b u n d a n c i a d e s a r d i n a h a n s i d o Ob Jet0 d e
una explica estos
amplias discusiones.
Dos tendencias son evidentes:
1935) i
éambios t o m a n d o c o m o b a s e u n a s o b r e e x p l o t a c i ó n (Clark y Marr,
l a s e g u n d a s o b r e e l e f e c t o d e l a s c o n d i c i o n e s a m b i e n t a l e s , q u e ademes
influyen el exito de
de afectar
l o s proceso5 r e p r o d u c t o r e s
las
g e n e r a c i o n e s a n u a l e s , (Radovich, 1 9 6 2 ) .
P o r o t r a parte, h a y q u e s e ñ a l a r q u e e n M é x i c o n o s e h a l l e v a d a a
Normalmente se
c a b o u n a a d e c u a d a plantación d e l a a c t i v i d a d p e s q u e r a .
instalada sin considerar las
o p e r a s o b r e l a b a s e d e una c a p a c i d a d
E s t a situacidn s e
condiciones de la población que se esta explotando.
m a n t i e n e e n t r e o t r a s cosas8 p o r l a c a r e n c i a d e e v a l u a c i o n e s o p o r t u n a s
d e l a s $oblaciones y d e i n d i c a d o r e s d e v a r i a c i o n e s d e l a misITa d
mediano p l a z o .
desde
el
punto de
vista
‘De c u a l q u i e r m a n e r a , y a s e a
a d m i n i s t r a t i v o d e l a i n d u s t r i a o l a r e g u l a c i ó n d e l a pesqueria, r e s u l t a
q u e l a eval uac ión d e l r e c u r s o e s e l p u n t o d e partida8 p a r a c/onocer Ia
biologica nas
m a g n i t u d d e l a s e x i s t e n c i a s , Y p a r a o f r e c e r una b a s e
amplia para la regulación pesquera.
para
evaluar
métodos
diversos
En la a c t u a l i d a d e x i s t e n
p o b l a c i o n e s d e p e c e s pelrfgicos, l o s c u a l e s p u e d e n a g r u p a r s e c o m o s i g u e :
- M é t o d o s i n d i r e c t o s b a s a d o s e n l a c a p t u r a (CPUE)
-Conteo d i r e c t o
- EIx p e r i m e n t o s d e m a r c a d o y r e c a p t u r a
-Levantamientis
\
hidroacbsticos
-Censos de huevos
y larvas
/ d i a r i a d e huevos.
-Produccion
entre
6
C a d a uno
otras
las
d e e s t o s mdtodos
siguientes:
presenta
ventaJas
y
1 imi tac ic,t25,
Los modelos
suponen la
relación
de producción
la
entre
población, la
L a m a y o r i a d e esCas
cantidad de pesca y la pesca total.
m o d e l o s c o n s i d e r a q u e a l n o h a h e r p e s c a , l a p o b l a c i ó n aumenta,
debido
a l c r e c i m i e n t o n e t o d e l o s o r g a n i s m o s q u e y a f o r m a n l a p o b l a c i ó n .mds el
reclutamiento de
los
meno5
l a s pérdidas
por mortal irfad
Juven i 1 es,
natural.
De esta forma, el
tiene
una r e l a c i ó n
con
ie s
incremento
dimensiones de la
población.
Será
peque50
cuando
l a poblacitn es
e s c a s a , aproximAndose a c e r o e n l a s p o b l a c i o n e s m u y g r a n d e s , ya que el
incremento natural
p e q u e ñ o a medida que el tamaño de La
también es
población se aproxima a la capacidad de mantenimiento d e l
medio,
por
mortalidad, por
escasa reproducción,
por algún otro factor o todos
que
el
máximo s e r á
igual al
e l l o s c o m b i n a d o s dar& p o r
resultado
incremento más el reclutamiento.
Con este razonamiento se puede describir la relac ión e n t r e l a
p o r u n a parAhola
.abundancia d e l a
poblacibn y e l i n c r e m e n t o n a t u r a l ;
e n e l c a s o m&s’simple, d o n d e e x i s t e u n p u n t o m8ximo en una poblacidn d e
explotada
tamaño intermedio.
En el caso ideal, la población puede ser
a e s e n i v e l m á x i m o , c o n u n v a l o r e q u i v a l e n t e a l i n c r e m e n t o n a t u r a l sin
esta
que la
puede
dec ir,
captura
población
ES
s u f r a camb iosi
mantenerse indefinidamente.
Por l o t a n t o , la curva es también relativa
s o s t e n i d o c o n r e s p e c t o a l a a b u n d a n c i a d e l a poblaciln.
al rendimiento
ld
con
ll n
v a l o r d e captura
Con e s t o s
modelos se
asocia
e s d e c i r , puede saberse
abundanc ia d e
l a poblacirfn e n f o r m a r e l a t i v a ;
-=iin
doble
de
la
anterior,
q u e la a b u n d a n c i a d e u n a t e m p o r a d a e s e l
L3 s
absolutos sobre la magnitud de la misma.
p o d e r Jlegar a
valores
están
l o s datos requeridos
ventaJas d e e s t o s m é t o d o s r a d i c a n e n q u e
P o r o t r a parte,
g e n e r a l m e n t e c o n t e n i d o s e n Lati estadisticas d e p e s c a .
heterogeneidad
dentro
de
la
su aparente simplicidad no considera la
que
se p r e s e n t a n e n t r e 10s
poblacibn p o r
diferencias
e,Jemplo,
1dS
sexos, 0 la composición por tallas, ni factores externos que afectan el
reclutamiento, la alimentación, etc.
(Gulland, 1 9 8 3 ) .
caso
de
las
i m p r a c t i c a b l e s e n el
Los t ont eos d irettos
s on
s a r d i n a s , d e b i d o a la g r a n d e n s i d a d d e l o s cardúmenes y a s u m o v i l i d a d ,
entre otras
cosas.
L o s e x p e r i m e n t o s d e m a r c a d o y Tycaptura, p u d i e r a n
dificil l a recuperaclon d e m a r t a s e n
ser una posibilidad, pero es
Flrr
particular en
peces tan pequeiios que se procesan en forma masiva.
técnica se
esta
otro l a d o , la magnitud del
para
hace
recurso
que
d e m a r c a d o c o n u n c o s t o c,uy
requiera la
operación de un
programa
elevado.
L o s m é t o d o s hidroac6sticos se b a s a n e n l a e s t i m a c i ó n d e l
de,,cardo/menes p o r m e d i o d e e c o s q u e p r o d u c e u n a s e ñ a l
y tamaño
núfznér 0
enviada
cardÚne,tos
los
p o s i b l e t on tar
desde un barco.
En príncip io e s
E n f o r m a s i m u l t a n e a , s e efoctua
detectados a lo
largo de un crucero.
l a
pesca como
control,
para
c o n o c e r l a c o m p o s i c i ó n especl/fica y
proporci6n d e l a s e s p e c i e s d e t e c t a d a s .
Finalmente,
s e p u e d e cal i b r a r l a c a n t i d a d d e p e c e s c o n t e n i d o s e n
u n a u n i d a d d e v o l u m e n y evaL1uar 105 cardúmenes e n c o n t r a d o s e n
términos
de
área 0
valore5
absolutos de
b ic!xsa
volumen,
para
calcular
(Burczynski, 1 3 7 9 ) . ’
g r*an
En general,
pueden
l l e g a r a tener
esto5
métodos
una
resolución, puesto
p a r t i r de 10s e c o g r a m a s 5e p u e d e llegac. a
que a
obtener para un cardumen las
lo5 p e c e s
que
lo
integran
talla5 de
(Johannesson, 1971).
L a s l i m i t a c i o n e s d e r i v a n f u n d a m e n t a l m e n t e e n r e l a c iÓ n a la pesca
d e c o n t r o l , p u e s t o q u e e n e l ca50 de la sardina, 5 0 1 0 p u e d e
ef ec tl;arsè
de noche,
cuando
l o s p e c e 5 5on m á s v u l n e r a b l e s a l a s a r t e s d e posca
01
D e t a l m a n e r a s e d e b e s u p o n e r q u e l o s cardúmenes d e t e c t a d o s d u r a n t e
dl/a s o n l o s m i s m o s q u e s e c a p t u r a n p o r l a n o c h e y, a d e m á s q u e mantiar:en
s u s caracteríslticas d e d e n s i d a d y composici6n e s p e c i f i c a a l o l a r g o d e l
día.
Otro
q u e p u e d e s e r critico, e s l a i n t e n s i d a d d e l b l a n c o ,
factor
c q u e var<a d e a c u e r d o a l e s t a d o fisiolÓ gico d e l o s p e c e 5 y a l a posicibn
cozias.
Final:?snte
d e éstos c o n r e s p e c t o a l h a z e m i t i d o , e n t r e o t r a s
esti an
la t e c n o l o g í a implicita d e 1 0 5 i n s t r u m e t t t o s
o t r a desventaJa,
utilizados, que solo se produce en paises industrializados.
L o s m8todos d e c e n s o s d e h u e v o 5 y l a r v a 5 5 o n d i f e r e n t e s a
IQS
a
d
u
l
t
a
a
p
a
r
t
i
r
d
e
L
os
anteriores, puesto
poblacidn
e
s
t
i
m
a
n
l
a
que
mar,
evaluando al’ grupo de
h u e v o s y/o l a r v a s
recolectados en el
cuenfa 13
reproductores que
Entre
SUS ventaJati, s e
l o s produJo.
áreas d e
reproducción de
Las
información que proporciona sobre la5
l a s caracterfsticas d e wa
especies, aportando
sobre
asimismo
datos
determinada temporada de reproducci6n.
la l.Vd-5
S u f u n d a m e n t o c o n s i s t e en q u e l a a b u n d a n c i a d e h u e v o 5 o
e n el’ p l a n c t o n
d e p e c e s q u e Los
con
la c a n t i d a d
esta relacionada
produ Jeron, a s o c i a n d o así <ndices d e a b u n d a n c i a d e h u e v o s o l a r v a s , c o n
independiente.
su principal
forma
valores de biomasa calculados de
d e b e c o n t a r c o n u n a s e r i e h i s t ó r i c a de
l i m i t a c i ó n e s t r i b a e n que
se
que
o b s e r v a c i o n e s d e b i o m a s a y d e índices l a r v a l e s o d e h u e v o s , p o r l o
no es
pesq,ueriar; q u e se i n i c i a n 0 e n calader.os
posib le
aplicarlo en
ademAs,
requieren
recientes donde no
previos;
registro5
hay
una misma temporada* lo
repetidos en
levantamientos planctonológicos
c u a l e l e v a 1 0 5 g a s t o s d e operacidn.
que
factor
común
L o s m é t o d o s q u e se h a n s e ñ a l a d o , t i e n e n c o m o
de
s i t u a c i ó n dificil
población,
la5
medidas
son r e l a t i v a s a l a
nuaros
d e n u e v a 5 -pesquer ias 0
resolver, en
especial en el
ca50
c a l a d e r o s , donde
r e g istros p r e v i o s , t a l c o m o h a s i d o s e ñ a l a d o
no
hay
ante5.
diaria
por producción
Parte de la idea de
ilna
desovantes d e
partir de una
desovantes),
a
(número de
pece5
$oblacibn de
pece5
estimación de la cantidad media de huevos producidos por un desove en
u n srea d e t e r m i n a d a s d i v i d i e n d o 1 0 e n t r e e l número m e d i o d e ovocitos rlbe
e n t r e l a p r o p o r c i ó n que
hembra y
una
potencialmente puede producir
número
por
el
e5te
Multiplicando
t i e n e n l o s s e x o s e n l a poblacinn.
Los antecedentes del método
de
evaluación
p o r S a v i l l e (lY64).
’ de h u e v o s
propuestos
fueron
reproductores
q u e s e puede c o n o c e r e l ndmero d e
-
10
peso promedio de
l o s peces,
podría
calcularse
l a b iomasa
de Los
r e p r o d u c t o r e s desovantoe e n uJJ á r e a d e t e r m i n a d a y e n un
momento
dad0
como una observación instantánea.
1{ ?z F’/ (a h 1
(1)
Dolrde B = B i o m a s a d e s o v a n t e , P = P r o d u c c i ó n d i a r i a d e h u e v o s e n
el
mar,
a = Fecundidad
parcial
y
b= P r o p o r c i ó n d e h e m b r a s SII la
población.
Esta idea no pudo aplicarse a la evaluación de poblaciones de
1436;
s a r d i n a , que
c i c l o r e p r o d u c t o r a s i n c r ó n i c o (Clark,
p r e s e n t a un
ob5ervac i>jJJ
s i g n i f i c a q u e e n una
MacGregor, 1957) (fig. 4).
Er;to
instantánea, es
s o l o u n a fracciólr d e l a p o b l a c i ó n l a q u e s e e n c u e n t r a
desovando.
E n e l m o m e n t o q,ue s e p r o p u s o l a e c u a c i ó n (11, no se conocfa
es tos
En
‘ la forma de estimar la fracción desovante de una población.
términos, para
(11, s e d e b e s u p o n e r q u e t o d a l a
aplicar la
ecuación
población reproductora desova al mismo tiempo, es decir que presenta un
IC.
ciclo reproductor sincrónico, con una fracción desovante igual al
%.
I
Le f r a c c i ó n d e s o v a n t e fu8 evaluada p o r H u n t e r y G o l d b e r g (153.33,
partir de
1dS
l a b o r a t o r io, a
p a r a Enqraulis, mor_& c u l t i v a d o
en
sean
los
folículos
cicatrice5
ovario, 0
desove en
el
del
presentan
que
postovulatorios que
5on r e t e n i d o 5 e n l a g6nada y
Ccn
d e r e a b s o r c i 6r-J h a s t a q u e f i n a l m e n t e d e s a p a r e c e n .
diferentes fases
c !Ja 1
con
la
escala morfológica
este proceso,
\Jna
establecieron
Hunter y
p o s t o v u l a t o r i o 5 (PU).
calcularon la
e d a d d e 105
estadios
oce&iras,
poblaciones
Macewi,,cz (1980) trabaJando c o n ES__ m_o.r_d&x e n
escala morfológica anterior y obtuvieron la fecundidad
corroboraron la
h i dratalios
p a r c i a l p a r a l a t e m p o r a d a d e p e s c a lY00, u t i l i z a n d o o v a r i o s
a punto del desove.
F i n a l m e n t e P a r k e r (1980) inclJJye e n e l m o d e l o a n t e r i o r (@CUdciÚn
ap 1 icac iOn
U n requisi:o i m p o r t a n t e p a r a l a
11, l a 9racc iÓ n d e s o v a n t e .
población
t
a
n
t
o
d
e
l
a
p
a
r
a
m
e
t
r
o
s
del
método, es
t
o
d
o
s
l
o
s
que
fOTW-3
reproductora como la de huevos en el plancton, se obtengan en
simultanea.
(2)
B=P/(abc)
c-Frecuencia
d e desovantes p o r dia.
Por todo
lo
anterior,
resulta
pu-de
e l método sólo
la cual hay que ubif-ar
evidente que
aplicarse durante la temporada de reproducción,
c o n p r e c i s i ó n en e l t i e m p o .
P a r a ia aplicación de esta -metodologia, l a e c u a c i ó n (2) se dtzbe
klterar p a r a e l á r e a q u e c o m p r e n d e e l m u e s t r e o d e p l a n c t o n q e l
promedio
del
peso
de
las
hembras,
transformandose e n :
I
B = P(/IW*)/(abc)
(3)
A=Area c o n s i d e r a d a e n e l m u e s t r e o d e p l a n c t o n , W*=Promedio del peso de
las hembras.
P a r a estimar- los parámetro5
u t i l i z a d o s e n l a ecuación
(32,
existen métodos ya e s t a b l e c i d o s , c o m o e l ?que MacGregor (1757) u t i l i z a
para calcular la fecundidad parcial,
la.
p a r a SL.. saqax aprovechando
d i s t r i b u c i ó n p o l i m o d a l d e l o s diemetros de los ovocitos intraováricos y
suponiendo que el grupo d e s f a s a d o más avanzado representa el prár.ino
desove.
t r e s métodos
LeClU5 (1777) traba Jando con S_._ gc.pll&ata, c o m p a r a
Balbcntin
para estimar la fecundidad, estableciendo sus equivalencias;
y Fischer
(1781)
u t i l i z a n u n aparato mucstreador para obtener la
distribución polimodal de los ovocitos intraováricos en .Merluccius
. . ..____....V ..-. aaui
g&g_j_~ y calculan la fecundidad total para esta especie.
<
Sin embargo, N i k o l s k i (í963), al. comparar una serie de v a l o r e s
en diversas especies del Mar Negro para diferentes aTir>s,
de fecundidad
una
temporada a
h a c e énfasis en las variaciones que se presentan de
otra.
l a 5 vaT*ia,ciones d e l a
Bag ena 1 & Braun
(1771) r e l a c i o n a
f e c u n d i d a d c o n l a c a l i d a d y c a n t i d a d d e l a l i m e n t o prOpoT~CiOnad0 er! el
Esto hace notar una caracter<stica importat:te
cultivo de Salmo
m.0- -- trutta.
debe seT* est-imada en la temporada en que se pretende
de la fecundidad:
u t i l i z a r p a r a ibs fiiíes de e v a l u a c i ó n , puesto que presenta oscilaciones
.
de una temporada a otra.
s ó l o puede
La utilización de un v a l o r obtenido previamente,
tomarse como una aproximación del valor de fecundidad parcial, sin que
Por
tiempo.
pueda considerársele válido y constante a lo l a r g o del
frecuencia de
otra parte,
l o s c o n c e p t o s d e fecundidad p a r c i a l y
Uni camente Hunter
desovantes han sido tratados en forma independiente.
y Leong (17811, estudiando los valores energéticos de la maduraci6n y
el desove e n c u l t i v o s d e EA ~,sr._d..a~, relacionaron la fecundidad parcial
con la frecuencia de desovantes para dar un indicador de la fecundidad
total en esta especie.
Cunnirgham
PaT*a l a e s t i m a c i ó n d e l a f r e c u e n c i a d e desovante s,
las gónadas d e
postovulator ias en
(1878) describi¿
l a s estructura5
(1731) la5 s e ñ a l o e n una
Andrews
algunas especies de teleosteos.
Finalmente, Huntel. y
d e s c r i p c i ó n d e t a l l a d a del
o v a r i o d e S.2 og.a_x:
c
u
l
t
ivos de E
rvac
iones
en
Goldberg (1780),
haciendo ob
mi- mordax
{culos
postovulatorios
y
obtuvieron
pudieron estimar
la edad de los
%-o-%
(1480)
Hunter
y
Macewicz
la frecuencia de hembras desovantes por dia.
hicieron lo mismo con poblaciones naturales.
En el caso de S. saaax en ‘el P a c í f i c o m e x i c a n o , e s n e c e s a r i o
estimar cuanto
dura l a r e a b s o r c i ó n d e l o s foli/culos p o s t o v u l a t o r i o s ;
calcular.
finalmente,
c o n f i r m a r sil:es posible agruparlos por edades yJ
l a c l a s i f icac iÓ n d e est;os
la
f r e c u e n c i a d e d e s o v a n t e s mediante
fC,Iiculos.
P a r a t o d o l o a n t e r i o r n o e x i s t e información e s p e c i f i c a .
Para la e v a l u a c i ó n se T%equiere información de la proporción de sex~si
han presentado
a e s t e r e s p e c t o , W o n g (1776) y Molina y Pedrin (17761,
CO:TIO e l
obtienen
p
r
o
p
o
r
c
i
o
n
e
s
s
e
información;
s i n embargo,
estas
número d e m a c h o s p o r c a d a h e m b r a e n l a p o b l a c i ó n , m i e n t r a s q u e p a r a Ins
--
12
fines que nos ocupan)
de peso.
es mas útil la proporción de hembras en
términos
P a r a c a l c u l a r l a p r o d u c c i ó n d e h u e v o s (Po) no existe informacián
desarrollo embrionario en función de la
temperatura,
conocimiento fundamental para
la edad de los embriones. Se
estimar
dispone de modelos
Cali’fo, nia
para la
región de
desarrollados
(Ahlstrom, 1 9 4 3 ;
Las k erl
P o r ú l t i m o , e l indice d e m o r t a l i d a d
1964).
i n s t a n t á n e a fué determinado por Ahlstrom
(1954,
c i t a d o por S m i t h y
Richardson, 19791, también para el drea de California.
s o b r e I’
ndices del
En México se han realizado
algunos
estudios s o b r e S
- - SdtldXl
fundamentalmente en el G o l f o d e C a l i f o r n i a para c o a d y u v a r e n el
establecimiento de la pesquería.
Yokolov y Wong (1972) dan c u e n t a d e
una
de
prospección
evaluación
para d e f i n i r á r e a s d e p e s c a y
e x i s t e n c i a s , con algunas
biológicas r e l a t i v a s a l a
observaciones
la máxima
actividad
‘reproduccibn.
localizaron
En e s t e traba.10
reproductora durante el mes de abril en el área cercana a Guaymas.
!r
ov (1973) describiá un esquema tentativo de migraciones de
so
e s t a e s p e ie en e l Golfo de California y lo asocia con la actit-frfad
Wong (1973)
indica la
reproduct ra, asi como con áreas de surqencia.
proporció s e x u a l e n t é r m i n o s d e número de individuos y advirtid un
pTcp!.JSO
predominio de hembras;
u t i l i z a n d o u n c o e f i c i e n t e de madurez
tres desoves
describio
el
ciclo
de
madurez
con
parciales.
Finalmente)
o b s e r v a c i o n e s macroscopicas.
presentar
estadísticas
además de
Molina y Pedrin (19.741,
pesquekas, h i c i e r o n hincapié en el patrón r e p r o d u c t o r d e e s t a e s p e c i e .
Asimismo, encontraron que en el Golfo d e C a l i f o r n i a s e p r e s e n t a l a
máxima actividad r e p r o d u c t o r a d e s d e d i c i e m b r e h a s t a marxo, d i s c u t i e n d o
P a d i l l a (1976) d e s c r i b i ó l a distrib.uciCj’,l d e
.sobre las áreas de desove.
huevos y larvas de sardina monterrey en el Golfo de California en 1974,
p.ara
señalando los alrededores de Guaymas como el área más importante
e l desve.
De la Campa, et gl_ (1976a) e f e c t u a r o n l a e v a l u a c i ó n d e b i owsa
De la Campa &
desovante p o r el rnétõdo d e c e n s o s l a r v a l e s p a r a 1973;
al..__ (1976b) d e s c r i b e n l a d i s t r i b u c i ó n d e l a s l a r v a s d e S. saqax e n l a
costa occidental de DaJa California en 1973.
Para aplicar el método de evaluación por producción de huevos,
e s n e c e s a r i o rubrir haste donde sea posible la carencia de datos cn el
conocimiento de una poblacibn poco estudiada, infiriendo algunas de PUS
Sin
caracterfsticas basandose en estudios p r e v i o s e n o t r a s &eas.
comportamiento de XJS
el
embargo,
noi e s aceptable presumir que
4ea
poblaciones se mantenga estable a lo l a r g o d e l tiempo8
Y
que
hbmogeneo para la misma e s p e c i e a lo largo de toda su distribucic!n
espacial.
p r e s e n t e trabado s e estudian algunos
P o r l o tanto,
en
el
aspectos de la reproducción y desarrollo embrionario de esta e s p e c i e e n
13
e n p r i n c i p i o , p a r a a d a p t a r e l método d e
el área de
Bahía
Magdalena]
discutir su eficiencia
evaluaci6n p o r p r o d u c c i ó n d e h u e v o s a S,_ .s_agax_j
e n u n a e s p e c i e d i f e r e n t e a l a anchoveta p a r a l a q u e h a s i d o a p l i c a d a y
a l g u n a s d e s u s caracterfsticas r e p r o d u c t o r a s , t e n i e n d o e n
para conocer
c o n s i d e r a c i ó n q u e estad área (la c o s t a O c c i d e n t a l d e BaJa C a l i f o r n i a } h a
sido insuficientemente estudiada.
14
L
OB,JEl 1 VO
método de
1.
Establecer las bases para la aplicación específica d e l
h u e v o s p a r a &rd_inoDs aq.a. en la corta
evaluaci(5n p o r
produccibn d e
o c c i d e n t a l d e BaJa C a l i f o r n i a S u r .
METAS
a) C o n o c e r e l c i c l o d e m a d u r e z d e S?_,, g.a_qax_ en Bahla M a g d a l e n a .
b 1 Conocer,
describir y calcular la edad de las
cl C a l c u l a r
la
etapas
desove de esta especie.
del
c i c l o de
f r e c u e n c i a d e desovante p o r día.
‘d) C a l c u l a r l a f e c u n d i d a d p a r c i a l .
e) C a l c u l a r
peso.
la
proporcibn
d e h e m b r a s e n l a p o b l a c i ó n , e n términos d e
f) C a l c u l a r l a p r o d u c c i ó n d e h u e v o s p o r dia.
información en un
toda
g) I n t e g r a r
esta
comportamiento reproductor de la población.
patri5n
que
explique
e l
h) L l e v a r a c a b o l a evaluacidn d e b i o m a s a d e s o v a n t e e n Bahía MagdaleaBa.
c
IWTlIDOLOGI A
.
El p l a n t e a m i e n t o g e n e r a l d e e s t e trabaJo p u e d e a g r u p a r s e e n t r e s
iscusidn. La
lineas principales de actividad, a fin de facilitar su d
evaluación en si
fases:
la primera es la
puede d i v i d i r s e e n d o s
Para
e s t i m a c i ó n d e l n ú m e r o i n i c i a l d e h u e v o s e n e l m a r e n u n día (Po).
del
cual
llegar a ella se parte de un muestreo rutinario de plancton,
has ta
definir la
se obtiene la
p 07‘ e d a d e s
composici&n d e
huevos
capfcrra.
distribución de frecuencia5 por edad en función de la hora de
a la inicial, consiste en el
La segunda
parte,
asociada
intimamente
desarrollo de u n s i s t e m a de muestreo con estaciones de 24 horas, que se
básicas
parámetro5
utilizaron para
v a l i d e z d e alguno5
obtener la
huev.os
edad de
105
determinación de la
indispensables
para la
r e c o l e c t a d o s e n e l m u e s t r e o r u t i n a r i o y# e s p e c i a l m e n t e , p a r a corrobo6ar
la hora del desove.
k
adultos,
L a t e r c e r a p a r t e c o m p r e n d e e l m u e s t r e o d e eJemplare
con el
f i n d e d e t e r m i n a r l a p r o d u c c i ó n p o t e n c i a l d e h u e v o s p o r dia par
.
te~?.as
agrupados
cuatro
quedan
unidad de peso’ de la población.
Aqui
determinacik d e l p e s o p r o m e d i o d e l a s
principales, que
son:
ll ‘l a
en
la
hembras3
21 l a e s t i m a c i ó n d e l a proporcidn p o n d e r a l d e h e m b r a s
población;
determinación del promedio de la fecundidad parcial
31
la
Ull
frecuencia de dcsovantes.
i n d i v i d u a l y 41 la e s t i m a c i ó n d e l a
elemento común
a e s t a s p a r t e s e s e l a n á l i s i s h i s t o l ó g i c o , a p a r t i r del
cual se determina
f r e c u e n c i a d e d e s a v a n t e s y fe
directamente la
f e c u n d i d a d y p a r a ha::or
determinar la
’ seleccionan las
hembras
para
estimación
POSO
del
para la
c o r r e c c i o n e s d e peso, n e c e s a r i a 5 t a n t o
En la
proporci6n de hembras en peso.
prnmedio como
para
definir la
las
como
asii
f i g u r a (11 s e r e p r e s e n t a n l o s d i f e r e n t e 5 p a s o s s e g u i d o s
relaciones que
s e puede), r e c o n o c e r d u r a n t e l a aplicacidn del metodo d e
evaluaci¿n.
I.Ciclo
de
m a d u r e z gunádicn
Tal c o m o fu6 s e ñ a l a d o e n e l capftulo a n t e r i o r , c l d e s a r r o l l o d e
l o s e x p e r i m e n t o s p a r a a p l i c a r e l m6todo d e e v a l u a c i ó n p o r producciif:t d e
huevos debe
l l e v a r s e a c a b o d u r a n t e l a é p o c a d e r e p r o d u c c i ó n , p IJ i? 3 !: cl
Fu rr’
q u e sólo e n e s t e p e r i o d o e s p o s i b l e o b t e n e r r e s u l t a d o 5 p o s i t i v o s .
nec-sario, por
lo
t a n t o , d e t e r m i n a r e l c i c l o d e m a d u r e z gonádico p.sr-5
ubicar en el tiempo todas las actividades relativas a la evaluación
l a s
durante
s e g u i d o mensualmente
El ciclo
reproductor
fué
temporadas de pesca 1981 y 1982, a p a r t i r d e m u e s t r a s o b t e n i d a s a bordo
de la
f l o t a c o m e r c i a l , q u e c o n s i s t i e r o n e n 3 5 h e m b r a s t o m a d a 5 a l az.*T;.
e5c31a
acuerdo a
una
Fe e l l a s se r e g i s t r ó e l e s t a d i o d e m a d u r e z d e
macroscópicac (CICIMAR,
1983b1, q u e o f r e c e s u f i c i e n t e i n f o r m a c i ó n soSre
la presencia de hembras maduras y en desove a lo largo de la temporada.
Li\os e s t a d i o 5 q u e s e c o n s i d e r a r o n f u e r o n :
A
“.
Indiferenciado
1.
1 nma d ur u
16
+
2.
Err maduvñt i
Ón
3. M a d u r o y D e s o v e
4.
Postdesove
L.o,s eJempldTE?S f u e r o n fiJados cOmpletOss e n f o r m a l i n a a l 1 0 % e n
solución reguladora de f o s f a t o s ,
c o n u n corte
en
la
l i n e a i7 e 11 i a
ventral.
A l d e s e m b a r c a r s e r e g i s t r o e l p e s o t o t a l , l a l o n g i t u d patr8nl
sexo y estadio de madurez.
As im3 smol se extraJeron las gónadas y en el
l a b o r a t o r i o s e tomó una m u e s t r a d e 105 ovarios,
p a r a su a n á l i s i s
histoldgico con el fin de comprobar
la5 ob servac iones macr0scópic.a~.
Las tbcnicas empleadas para el estudio de la morfología micro.scÓ pic:a,
f u e r o n d e a c u e r d o a G r a y (1958) y GUI-T’ (1762). S e consi dero c o m o e l
‘ final de la temporada de reproducción la etapa en que se presentó alta
i n c i d e n c i a d e folfculos atrdsicos, p u e s t o que son a q u e l l o s
que Por
a l g u n a cau5a s e reabsorven en el ovario sin completar su desarrollo.
E s t a s estructupas f u e r o n c l a s i f i c a d a s según los c r i t e r i o s d e Laflú er t
(1970).
Cuando e s t e fenómeno se presenta en forma masiva, tiene c:~)To
resultado que la producción de ovocitos disminuye en forma sus tani: ial,
i n i c i a n d o e l p e r i o d o de r e a b s o r c i ó n
para luego llegar al estado de
reposo.
A p a r t i r d e l e s t u d i o h i s t o l ó g i c o d e l c i c l o gonádico, fu6 p o s i b l e
o b t e n e r l a t a l l a minima d e m a d u r e z , l a c u a l s e pre5 en ta con dos
v a r i a n t e s : l a primera se obtiene
como la talla de las hembras I-I&~
’ pequeñas que se encontraron con estadios avanzados d e m a d u r a c i ó n , l a
segunda, la t a l l a ml’n ima de hembras donde se identificaron folículos
postovulatorios.
Esta Última determinación es necesaria ya que en la
sardina de Sudafrica Sardinoo s, _oceJ_-lata,
_._.. ~ se describe una falsa madurez
y que consiste en que la5 hembras pequeñas maduran 5 in l l e g a r a l
desove.
Sin e m b a r g o , l a presencia de foliculos p o s t o v u l a t o r i o s h a c e
i r r e f u t a b l e , su participación en el desove.
A d e m á s del estudio histológico, se calculó el factor de
siguiendo la fórmula corregida por Macer (1974):
FM =
total
(Wg /
wt-Wg)
madurez
(4)
íw
Donde FM= Factor de madurez, Wg= Peso de las Gónadas y Wt= P e s o
p e s o d e las
El hecho de utilizar el peso individual libre d e l
gónadas es con el fin de eliminar el sobrepeso que adquiere el ovario
cuando está a punto del desove, ya que hay una hidratación que per dwa
caso
de
las hembras no hidratadas, la
apenas una5 horas.
En el
relación entre el peso de la sonada y el peso del c u e r p o e s tan
pequeña, que para
l o s fines de seguir la temporada de reproduccisn d
“grosso modo” c a r e c e d e s i g n i f i c a d o .
Con esta
información,
se
obtuvo
l a proporcidn
d e
h e,yb ras
17
maduras, c l a s i f i c a n d o
con las observaciones
las + o v a r i o s d e a c u e r d o
histológicas.
S e a g r u p a r o n p o r i n t e r v a l o s d e l f a c t o r d e madure%,
para
de esta forma
de las hembras en función de este
definir l a
madurez
f a c t o r l o s eJemplares u t i l i z a d o s e n l a d e t e r m i n a c i ó n d e l a
fecundidad
parciali
y de aquellas hembras con o v a r i o s h i d r a t a d o s p a r a c a l c u l a r l e s
el peso antes
En los párrafos correspondientes se
d e l a hidratacidn.
e x p l i c a , e n c a d a caso> c o m o fu6 u t i l i z a d o e s t e f a c t o r d e m a d u r e z .
1
patrdn d e
Con la finalidad de
cons tanc ia d e l
comprobar la
reproducción a lo
largo de
v a r i o s años, se agruparon las lineas de
muestreo del
oceanogrdficas d e
CalCClFl
plan
básico de
erjtaciones
(AncSnimo, 19631, e n t r e s
la norte que va de Cabo Mendocino d
20115s:
P u n t a Concepcidn, la cerkro entre fsunta C o n c e p c i ó n y P u n t a E u g e n i a y l a
s u r e n t r e P u n t a E u g e n i a y C a b o S a n L u c a s (Fig. 2).
c
:/
Posteriormente,
contaron por meses en
h u e v o s y l a r v a s d e s;
1966, a g r u p a n d o l a s p o r
t o m a n d o c o m o b a s e l o s d a t o s d e K r a m e r (19701, se
c a d a z o n a l a s e s t a c i o n e s e n c u y a m u e s t r a exi-itian
comprendido
entre
1991
y
xq,,ax_, e n e l p e r i o d o
meses.
comportamiento
determinar el
de
la
Por otra parte, a fin de
t e m p e r a t u r a m e d i a s u p e r f i c i a l y s u p o s i b l e c o r r e s p o n d e n c i a c o n e l cit:lo
gonddico d e S
A gaax en Bahla M a g d a l e n a , s e a n a l i z a r o n l a s t e m p e r a t u r a s
superficiales en
CICIMAR, 1904~ 1. L a
u n p l a n d e e s t a c i o n e s (fig. 3b;
temperatura superficial media para un mes dado representa el
proilsdio
simple de temperaturas en todas las estaciones.
@II
Adem6s d e l o a n t e r i o r , s e d e t e r m i n ó e l p e r i o d o d e insolacidn
los
dias 1,
11,
22 y 30 o 31 de cada mesr c o n s i d e r a d o a p a r t i r d e 18
h o r a ,en q u e f i n a l i z a e l a l b a , h a s t a e l i n i c i o d e l a p u e s t a d e l sol, cc!11
el fin
de
las
variaciones
del
entre
detectar
relacibn
a lg una
fotoperiodo y el ciclo de madurez sexual.
II.
C a l c u l o d e l a produccidn d e h u e v o s e n e l m a r
en
el
mar,
se
P a r a ìti estimaci&I d e l a p r o d u c c i ó n d e huevos
partib d e
e n e l c r u c e r o BNIA X11, r e a l i z a d o e n
las
muestras tomadas
que
se
Julio de 1982, c o n e l f i n d e h a c e r l o c o i n c i d i r c o n l a f e c h a e n
tomaron las
m u e s t r a s de
l o s a d u l t o s , l a s m u e s t r a s d e p l a n c t o n fr:efson
con
t o m a d a s e n u n p l a n d e e s t a c i o n e s q u e s e m u e s t r a n e n l a f i g u r a (31,
una red
d e 6 0 c m d e b o c a y m a l l a d e 5 0 0 m i c r a s , s e fiJaran e;t
cónica
E n c a d a estacid+, se
formalina al 4 % neutralizada con borato d e s o d i o .
de
arrastre.
Er!
el
hora
registró la temperatura superficial y la
E s t e p r o c e s o fu6 r e a l i z a d o p o r
laboratorio se separo el ictioplancton.
p e r s o n a l d e l D e p a r t a m e n t o d e P l a n c t o n d e CICIMAR.
SP
En estas muestras se identificaron los huevos de 3
,..L, gag_ax
‘4
l a s d e s c r i p c i o n e s d e Ahlstrom
separaron por
estadios, de
acuerdo a
CI n
ki943).
Y a q u e e s u n fen6meno común e n c o n t r a r h u e v o s q u e p r e s e n t a n
notable estado de degeneración, por lo que no es posible determinar con
certera el
e s t a d i o a l que p ertenecens y e s o s f u e r o n a g r u p a d o s e n u n a
estadios
los
distribuido en
categoria p o r s e p a r a d o , y s u ndmero fu6
l a m u e s t r a d e a c u e r d o a l a s f r e c u e n c i a s r e l a t i v a s d e ést;os
normales de
ú l t i m o s , p o s t e r i o r m e n t e s e ‘h i z o e l c á l c u l o d e
edad
para
h;Jevos
los
colectados en
cada
a c u e r d o a l o s m o d e l o s d e tiemplr d e
estación, de
d e s a r r o l l o - t e m p e r a t u r a d e Lasker (1964) y e l o b t e n i d o e n e s t e traha.jo
para Bahía Magdalena, a d e m á s l a e d a d c a l c u l a d a
desde
l a 5 22: OO hrs.
hasta la hora
en que se tomó c a d a m u e s t r a .
8e n o r m a l i z ó e l número d e
h u e v o s p o r c a d a estacidn, a un área de 0.05 m2.
l
L
1
(
producción
media de
Para la
estimación de la
huevos‘ s e
descartaron aquellos
e s t a d i o XI, p o r s e r s i
encontraron en
que
se
Ú l t i m o e s t a d i o a n t e s d e l a e c l o s i ó n , Y no
certeza de
cuando se
hay
inicia este
como base las densidades de huevos, el
proce50.
Tomando
á r e a d e e s t u d i o s e d i v i d i o e n d o s zonas, u n a a l n o r t e q u e c o m p r e n d e l o s
zona al
surs e n Bah ía
c a n a l e s y l a p r o p i a Bahca M a g d a l e n a , l a o t r a
AlmaJas.
r
e
p
r
e
s
e
n
t
a
c
a
d
a
e
s
t
a
c
i
ó
n
fu6
c
a
l c u l a d a co:‘10 e l
E. 1
área
que
poligono ,formado
pasan
en
el
medio
et;tre
punto
l
i
n
e
a
s
por
que
estacione5 contiguas.
con
E l c á l c u l o d e l n ú m e r o d e h u e v o s d e l a e d a d i, se hizo de acuersdo
S t a u f f e r y P i c q u e l l e (1980), u t i l i z a n d o l a e c u a c i ó n :
mar,
tj~
=
Donde: Pi = Promedio de huevos de edad ti en el
t a m a ñ o r e l a t i v o d e l a s z o n a s , wl ( z o n a N o r t e ) = 0 . 6 8 3 9 y w2 ( z o n a S u r )
= 0.3161 y> ‘PiJ = nbmero d e h u e v o s d e e d a d t i p a r a l a r e g i ó n J .
La edad de los huevos fu6 agrupada en intervalos de una hora. y
el valor del
dl/a,
fueron utilizados
fracc i o n e s d e
como
Por t a n t o
incremento del intervalo de edad es igual a 0 . 0 4 1 7 .
C o n e s t o s v a l o r e s s e estlmÓ l a p r o d u c c i ó n m e d i a d e h u e v o s e n e l
área muestreada, a Justándolos al modelo exponencial de mortalidad:
Ln
Pi = ,--z t (L.n Po 1
(6)
huevos
Donde Pi = Número d e h u e v o s a l t i e m p o i, P o = Número d e
al tiempo cero (es decir al tiempo del desove) = P r o d u c c i ó n i n i c i a l , z
considerado
= indice d e m o r t a l i d a d i n s t a n t á n e a , t - p e r i o d o d e t i e m p o
entre las observaciones de Pi.
i terat i*.*o,
u t i l i z a n d o u n método
Esta ecuación fué r e s u e l t a
c o n difere;#fas
mediante el
a p r o x i m a c i o n e s rjucesivas
c u a l s e hacen
calculando
v a l o r e s d e p e n d i e n t e (índice d e m o r t a l i d a d i n s t a n t á n e a ) ; y
l a d i s t a n c i a e n t r e l a c u r v a y l o s v a l o r e s d e h u e v o s p o r e d a d e s (Pii, d e
t a l m o d o q u e e l v a l o r seleccioliado e s a q u e l q u e g e n e r a u n a c u r v a c o n l a
E n S a n t a n d e r et__ al._ (1984) se
¿istancia ml/nima a
las observac i o n e s .
presenta el programa de computadora utilizado.
-Se desconocen las
Area d e e s t u d i o
t e m p e r a t u r a 5 a la5 q u e s e p r o d u c e e l
-No
hay una v a l o r a c i ó n d e l a s d i f e r e n c i a s e n e l
r e p r o d u c t o r p a r a la p o b l a c i ó n d e S,... HEKa x,. en
el área
O c c i d e n t a l d e BaJa C a l i f o r n i a S u r .
-Las temperaturas
que se registraron
fueron Únicamente de superficie.
c
en
desove
e n el
comportamiento
de
la COSfi:a
los muestreos de plancton,
fué
planteadas,
necesario el
Previamente a las observaciones
análisis de la
sobre
arrastres de
plancton
información
existente
r e a l i z a d o s e n e l á r e a , se t o m a r o n
lo5
d a t o s p r e s e n t a d o s e n c IC 114P9
( 1983a), q u e
mensuales
en Bahía Magdalena, d e s d e
comprende
colec tas
f i n e s d e 1 9 8 1 h a s t a m e d i a d o s d e 1983, d o n d e s i m p l e m e n t e s e r e g i s t r a r o n
la5 frecuencias de
d e p l a n c t o n p o r i n t e r v a l o 5 d e temperatur*av
lanc e5
separando los lances positivos;
e s d e c i r , a q u e l - l o s coI\
h u e v o s d e S.
sagax.
Estas
p r e s e n t a n como
frecuencias
frecuencias
también se
r e l a t i v a s , c o n e l f i n d e e l i m i n a r l a i n f l u e n c i a d e l a s t e m p e r a t u r a s nás
c o m u n e s en e l á r e a .
Para definir la temperatura Ó ptima del desove, se
utilizó el
criterio
d e T i b b y (19371, c o n s i d e r a n d o c o m o l a t e m p e r a t u r a
ddfOS
Ó p t i m a para el desove, a los
modales presentes,
esto5
grupo5
f u e r o n t o m a d o 5 d e (CICIMAR, 1983al.
observa
13s
temperaturas
‘Como r e s u l t a d o
inmediato, se
que
l
o
m
e
n
o
5
d
u
r
a
n
t
e
e
l
p
r
i
n
c
i
p
i
o
d e l veranoc
zona,
presentes en la
por
desarrollo estbn p o r e n c i m a d e l d o m i n i o d e 1 0 5 m o d e l o 5 d e t i e m p o d e
temperatura que
e x i s t e n para
el á r e a d e C a l i f o r n i a , (Ahlstrom, 1943;
Lasker, 19641, p o r l o q u e s e h i z o n e c e s a r i o a m p l i a r e l d o m i n i o d e
este
modelo.
L a 5 e s t a c i o n e s d e 2 4 h o r a 5 se u b i c a r o n l o c a l i z a n d o l a 5 á r e a s d e
c r i t e r i o b a s a d o e n l a definici&,z d e
reproduccidn e n l a
zona
con
un
S m i t h y R i c h a r d s o n (19791, c o n s i d e r a d a s c o m o e l área de distribucidrr d e
plancton de
h u e v o s d e l dia “0”.
Para ello, se analizaron muestras de
l a s campaiias
BAMA
1x, x, XI, XI 1, XXI, ( R e a l i z a d o 5 p o r e l D e p a r t a m e n t o d e
huevos y
Se identificaron los estadios de los
P l a n c t o n d e l CICIMAR).
se les
asignó
d e a c u e r d o c o n e l m o d e l o d e Ahlstrom (1943). A l
edad
d e r e p r o d u c c i ó n ??A 5
área
realizar los muestreos, se
seleccioncí e l
cercana a
l a z o n a d o n d e se h u b i e s e n r e a l i z a d o l a s o p e r a c i o n e s d e p e s c a
LOS
e n l o s dias a n t e r i o r e s , i n f o r m a c i ó n q u e s e o b t u v o d i r e c t a m e n t e d e
pescadores. i
i
estac iott::sr
cada
hora en estas
La5 actividades realizada5
consistieron en el
registro de temperatura, salinidad y conductividad
para
superficiales
arrastres
en la superficie, media agua y
fondo;
AdemAs s e l l e v a r o n d
recolectar plancton,
anotando la hora del lance.
c a b o l a n c e 5 d e p e s c a c o n r e d agalleral c o n e l F i n d e c a p t u r a r a d u l t o s
2n
e s t a r asociad& a los huevos recolectados en las muestras
de plancton.
Con los datos obtenidos se determinaron l a s var iac iorles
de temperatura y salinidad
e n c i c l o s d i a r i o s y, s e o b t u v i e r o n s e r i e s
del desarrollo embrionario por horas.
que pudiesen
k
Las muestras de plancton fueron fiJadas en f o r m a l i n a a l 4 ‘/;
neutralizado con b o r a t o d e s o d i o .
En el laboratorio fueron separados
los huevos de S_, saqax, y se anoto la hora en q u e a p a r e c i e r o n h u e v o s e n
cada estadio, tomando de aquí la hora del desove, por lo menos come una
P a r t i e n d o d e e s t e d a t o , fud posible calcular la edad de
aproximación.
los
y
huevos r e c o l e c t a d o s e n cada mue5treo de 24 horas,
PQr
:t E I
extrapolación la edad de los huevos de los muestreos BAMA IX, XI
XIII x x .
Estos s e p r e s e n t a n e n g r á f i c a s p o r ed.ades en funcidn de la
Co11 esto se hizo un a j u s t e
temperatura a la cual fueron recolectados.
potencial para cada estad io obteniendo un modelo de relación edad temperatura.
Con los valores de abundancia de huevos por horas, se aJust6 el
modelo de mortalidad, con el fin de obtener una aproximación del indice
de mortalidad como una observación puntual.
L a s v a r i a c i o n e s d e l a s temperaturas
considerados, se presentan en gráficas.
para
los
tres
niLeles
IV. Frecuencia de desovantes
Para determinar la frecuancia diaria de hembras desovantes,
haY
el desove ocurre durante la
que hacer l a s s i g u i e n t e s c o n s i d e r a c i o n e s :
noche, entre las 18:00 y las 02:OO h o r a s , con un mAxim0 a l r e d e d o r d e
AdemAs e l desove
las 22YOO horas,
1743 y Hunter, 19821.
(Ah 1 strom,
presenta en
ocurre cada noche como evento independiente, tal como se
es
decir
cada
noche
desova
un
grupo
difere:ste
los desovantes parciales,
de hembras,
hasta que se llega al 100 % de la población reproductora.
Posteriormente se repite el ciclo de desove.
ta,:& Léit
D e b i d o a q u e l o s cálculos de edad de los folículos PO,
implican la hora del desove, se planteó obtener este dato a partir de
Para (tal
la ubicación en el tiempo de hembras con foliculos PO(O).
e f e c t o s e tomaron muestras
cada hora de sardinas mantenidas en un
confiando que estas
barco atunero;
tanque para carnada viva de un
hembras lograran e s t a r acond ir ionadas al cautiverio y s e encontrarais
Asunc iÓ n
Ba ea
desovando, la captura de la carnada se realizd en Bahfa
el 8 de marzo de 1983 y el muestreo diez dias despues,
California S u r ,
a partir de 18: OO a las 07: OO horas.
poblacio/n
parámetros
de
la
los
Para la e s t i m a c i ó n d e
tomadas
de
10
lances
de
pesca a
reproductoraSi se partió d e muestras
Taqb ien
1982.
bordo de la flota sardinera durante el mes de Julio de
lances
de
pesca
con
red
agallera
en
enero
de
1984,
donde
sC_ real izaron
En
ambos
casos
se
sólo se tomaron muestras de cuatro lances .de pesca.
Por
procedimientos
que
ya
se
han
descrito.
llevaron los r e g i s t r o s y
m e d i o d e l a n á l i s i s histoldgico d e e s t e m a t e r i a l , s e c l a s i f i c a r o n lOS
ovario5 en l a s s e i s categor ias e s t a b l e c i d a s
por Hunter y Goldberg
21
(19801,
d e a c u e r d o a l a siguiente e s c a l a :
1.
Ovario5 Hidratados
2. PC1 (0)
3.
4.
PC1
(1)
PC) (2)
5. Ovario5 Maduros no Desovante 5
6. Ovar io I n m a d u r o 5
E n l o q u e s e r e f i e r e a l a e d a d d e 1 0 5 foliculos p o s t o v u l a t o r i o s ,
tiempo
transcurrido
‘
al i g u a l q u e e n 1 0 5 huevoc;, s e con5iderÓ c o m o e l
va que tacb ién
que va de
las
2ã:OO horas hasta la hora de captura.
fu4
a q u i se p r e s e n t a n g e n e r a c i o n e s , l a e d a d a s i g n a d a a l a más r e c i e n t e
el tiempo transcurrido
e n t r e l a 5 2 2 : 0 0 y l a h o r a a l a c u a l s e to:?aron
las muestras.
intermedios, se les
A los
postovulatorios
folículo5
aumentó a
esa
edad 24 horas, y a e s t a e d a d s e l e s u m a r o n 2 4 h o r a s más
e n l o s f o l í c u l o s P U mQs vieJos.
D e b i d o a q u e e l d e s o v e c o m p r e n d e d e s d e l a s 1 8 : 0 0 h a s t a l a s O?:CCI
he:?hras
horas, 1 0 5 f o l i c u l o s p o s t o v u l a t o r i o s
la5
rnd5 r e c i e n t e s d e
recolectadas en
periodo p u e d e n t e n e r una edad entre 0 y f3 h o r a s .
este
desde
Sin embargo, e n l a g e n e r a c i ó n d e m á s e d a d , l a s e d a d e s p u e d e n i r
16 has-ta 3 2 h o r a s .
Por
otras parter l a e d a d d e l o s ~folfculos de Las
y
18: Ca
la5
h e m b r a : r e c o l e c t a d a s a l o l a r g o d e l dia e n t r e l a s 02:oo
horas, es de
0 a 32 horas para los recientes y de 22 a 54 hora5 para
l o s m á s vieJos (fig. 5).
Partiendo de la
consideracion
descripcion histolbgica de cada u n o d e l o s
5e
elaboro
anterior,
estadios mencionados.
la
P a r a l a d e t e r m i n a c i ó n d e l a f r e c u e n c i a d e d e s o v a n t e s p o r dia* s e
PO(OI#
aquel los
con fo1 í c u l o s
descartaron los ovarios hidratados y
p u e s t o q u e a m b a s categorias se p r e s e n t a n p r e c i s a m e n t e e n e l p e r i o d o clel
desove, por lo
que
su n ú m e r o n o refleJa la .fracciÓ n desovante,de l a
poblacidn, d e b i d o a q u e n o s e s a b e s i e l g r u p o d e h e m b r a s h i d r a t a d a s y a
i n i c i ó e l d e s o v e , ni si l a s h e m b r a s c o n PU(O) h a n t e r m i n a d o d e d e s o v a r .
(l%*?),
(19801 y A l h e i t
Macewicx
Además de lo anterior,
Hunter y
señalan un
e n e l m u e s t r e o d e l a 5 h e m b r a 5 h i d r a t a d a s , l a s cu.eIes
sesgo
aparentemente son más vulnerable5 a la5 artes de pesca.
día s e
Por todo lo anterior, la frecuencia de desovantes
Por
b a s e l a F r e c u e n c i a d e h e m b r a s c o n PU(l) y PO(2).
calculó tomando
como
número d e h e m b r a s e n cada
Esta fracción está representada
por
el
m a d u r a 5 i-;t la
total de
hembras
ccjtegoria, d i v i d i d o p o r e l
número
muestra.
Si se asume que no hay sesgo’ en ,e3 m u e s t r e o , e n t o n c e s
F i = Mhi/mi = Mli/mi =M2i/mi
9
(71
22
mi = Mhi + Ml i + M%i +
Y
Mai
Donde Fi = F r a c c i ó n d e desovante?;
Por
hembras hidratadas,
Mli = Número d e h e m b r a s
h e m b r a s c o n PO(21, Mai = N ú m e r o d e
hembras
todos para el lance i.
(8)
Mhi
= Númerc d e
dia,
c o n PO(l), M%i = Número d e
maduras no
desovantasi
incertidc#Tbre
Cuando se considera el sesgo en el muestreo y la
en la
cantidad de hembras cercanas al período de desove, se supone que
la verdadera frecuencia de
que
la
hidratadas es la
misma
hembras
f r e c u e n c i a d e h e m b r a s c o n PO(l) o PO(21, e n t o n c e s M h i s e s u b s t i t u y e p o r
(Mli + M2i)/2
= mhi, d e e s t a m a n e r a l a ecuacidn (6) s e t r a n s f o r m a e n :
Fiu = Mli/(mhi +
= M;?i/(mhi +
Mli
M l i
(9)
+ M2i -t Mail
+ MZi +- Mail
D o n d e Fi* = F r e c u e n c i a d e d e s o v a n t e s c o r r e g i d a p a r a e l lanca i.
T a m b i é n d e b e c o n s i d e r a r s e que l a s h e m b r a s
con PO(l)
y
PO(s‘),
representan dos desoves con diferencia de 24 horas;
e5to s i g n i f i c a q u e
Por tanta, La
indepeltd ientes.
ambas categorias
representan
evento5
e c u a c i ó n (8) p u e d e e s c r i b i r s e c o m o :
Fis =
Mli -t M2i/%(mhi
+ Mli + M2i + Mail
(10)
el
e5
Finalmente, la estimación de la frecuencia de desovantes
de desovantas para todos las
promebio d e
frecuencias
corregidas
las
frecuencia
lances corrsiderados.
La ecuación que sigue, representa la
de desovantes promedio:
F*
i-n
- E FiU/N
iz1
(iii
L a varianza s e c a l c u l ó p o r m e d i o d e l a e c u a c i ó n :
(12)
s 2 -3 52 / n(n-1)
De
variación.
estos
V. F e c u n d i d a d
i
valores
se
presenta
l a varianza y e l
coeficiente
de
Parcial
anál isi
del
fecundidad se parte
Para la estimación de la
s e l e c c i o n a r . o v a r i o s h i d r a t a d o s s i n q u e SFE
histoldgico c o n e l
fin de
p r e s e n t e n foliculos P O , y a q u e s u p r e s e n c i a i n d i c a q u e e l d e s o v e s e h a
número d e o v o c i t o s intraováricos e s t i m a d o e s m e n o r . D o
iniciado y el
utilizar
a c u e r d o c o n H u n t e r y Macowicz (1980)~ l a ventaJa p r i n c i p a l d e
k
23
hembras hidratadas para la tteterminación de la fecundidad, radica en el
corto tiempo
con que se presenta esta condición antes del desove, por
tanto el reclutamiento de ovocitos al grupo más avanzado que repreãcr;ta
el próximo desove es minimo.
P a r a e l p r e s e n t e trabaJO la
eleccidn d e
eJemplares para e s t i m a r l a fecundidad es crítica debido a que en fas
muestras utilizadas p a r a l a
aparee i eron
h e;lb (‘as
evaluación no
h i d r a t a d a s . A l u t i l i z a r o v a r i o 5 que a pesar de encontrarse er. una
etapa avanzada de la madurez no están hidratados, no es
p o s i b l e tener
idea del tiempo que les separa del desove, por lo que tampoco puede
suponerse el v a l o r d e l r e c l u t a m i e n t o a l g r u p o d e
que
ovocitos
representan el próximo desove.
Con estas consideraciones, los ovarios e,e s o m e t i e r o n a v a r i o s
análisis,
c 011
para la
diversos elementos
con
el
fin de
contar
tér,:ino
d e t e r m i n a c i ó n d e la f e c u n d i d a d p a r c i a l i n d i v i d u a l . E n primer
s e presentd e n gráFicas e n p a p e l d e p r o b a b i l i d a d l a proporciin de
madurez
‘ hembras maduras agrupadas
Factor de
se
fil6
por
Y
el valor del, factor de madurez, balo e l
artificialmente u n
limite en
descartándose
cual todos los
i n d i v i d u o s s e c o n s i d e r a r o n inmaduros,
hembras maduras q u e s e e n c u e n t r a n e n plena reabsorción y por tarlto
tienen gónadas poco pesadas.
En cambio las h e m b r a s qtJ e
están
en
el
tienen mayor peso de gónadas y por
c i c l o d e produccion d e ovoc itos,
El s i g u i e n t e pase d e
ende valores más altos del factor de madurez.
esta selección,
puesto
fud e l anál isi h i s t o l ó g i c o ,
que so’10 se
consideraron las gdnadas con gran cantidad, de v i t e l o ,
organizado en
con el n ú c l e o irregular o enmascarado por el vitelo, la
grandes qotas,
gran
xona pelkida amplia,
la5 c é l u l a s f o l i c u l a r e s a l t a s y c 011
261.
La
acumulaci¿n de mucust la teca can susi c é l u l a s e s t i r a d a s (fig.
Última etapa de e s t a seleccií;n
fue
la distribucibn de diámetros,
eliminbndose a q u e l l a s gcjnadas en las que no se
observó c l a r a m e n t e l a
separacibn de un grupo de ovocitos de mayor diámetro.
llevó a
E l p r o c e d i m i e n t o p a r a la dltima e t a p a , s e
cabo c OIT0
s i g u e : s e tomaron t r e s m u e s t r a s d e cada eJemplara
c~~~en~do~~Pr~~
aproximado de 0.05 g cada una, s e m i d i e r o n l o s ovocitor3
estas muestras
1957).
En e l c a s o d e l o c a l i z a r e l grupo
(MacCregor,
en
desfasado, s e evalud el n ú m e r o d e o v o c i t o s c o n t e n i d o s
e s t e grUpOI
u t i l i z a n d o p a p e l d e p r o b a b i l i d a d e s o-larding, 19491, (fig. 6) e l cual
Este p r o c e s o s e r e p i t e
se supone que representa el prr(ximo d e s o v e .
s e c a l c u l a e l n ú m e r o d e o v o c i t o s d e l prdxi?o
para las t r e s muestras,
para
los
Forma independiente
desove contenidos en toda la gónada de
individual
asignado es el
tres valores. El valor de
fecundidad
promedio de estas tres determinaciones.
ensayaron
se
individual,
co1t l o s
valores de
fecundidad
y v a r i o s pardmetrosr tales cotw e l
c o r r e l a c i o n e s e n t r e l a Fecundidad
geso del c u e r p o , p e s o d e l c u e r p o l i b r e d e gónadas, ,longitud* patrd,, y
Para la estimación de la fecundidad parcial,
longitud patrdn al c u b o .
c a l c u l a n d o s e l a fecundidad
S,e Utilizó l a eCUaCiÓ n del,meJor aJuste!
,,--‘
e l v a l o r u t i l i z a d o e n 1a
para todas
iGis
CmY -1.68s
recolectadas;
La s
muestreados.
las. l a n c e s
evaluaci6n f u é l a media de t o d o s
ecueciones u t i l i z a d a s s o n l a s s i g u i e n t e s :
24
+ -
PP =
para
N
E F’pi /N
(13)
j-1
D o n d e Fp = f e c u n d i d a d p a r c i a l m e d i a , Fpi =
e l l a n c e i, N = número d e lances.
fecundidad
parcial
L a varianza fu& c a l c u l a d a c o n l a s i g u i e n t e ecuacibn:
s 2 = s% / n(11-ll
VI.
(14)
Peso Promedio
1. as
hembras, es
Para el cálculo del
peso de
del
promedio
c necesario h a c e r
u n a corveccidrl d e b i d o a l a hidratacibn d e l o v a r i o , que
se traduce en una ganancia en el peso de la gónada.
E n l a s a r d i n a m o n t e r r e y (S:,,, .s_aqax.l, l a h i d r a t a c i ó n s e
inicia d
partir de
la5
p r i m e r a s h o r a s d e l día, ( a l r e d e d o r d e l a s 2:OO h o r a s ) y
es t o t a l d e s p u é s d e l m e d i o d í a ;
las
p o r el.10, el p e s o d e
hembras que
presentaron los
hidratación
fueron corregidos
primeros
indicios de
utilizando para su selección
observaciones
histoldgicas y
e l
las
análisis de la
proporción de maduros en el papel de probabilidades de
d o n d e s e selccionó c o m o e l v a l o r rnfnimo del f a c t o r d e m a d u r e r 7.0, y a
partir de este valor se procedió a la corrección del peso.
Para hacer la estimación del peso antes de la h i d r a t a c i ó n , s e
calcul6 l a
correlacidn d e l p e s o t o t a l (Wtl c o n t r a e l p e s o t o t a l zetlos
e l peso d e l a gónada (Wt - Wg) d e l a s h e m b r a s
c o n f a c t o r d e madurez
menor a 7. 0.
ecuacidn s e c a l c u l ó e l p e s o d e l a s
A
partir
de
esta
hembras hidratadas utilizando su peso libre de gónadas.
Nuevamente se
tiene u n peso
promedio por lance y el estimado es el promedio de los
valores asignados para todos los lances considerados.
VII.
Proporción sexual
diferentes: la
La d e t e r m i n a c i ó n
de
dos f armas
se
real izó
p r i m e r a c o n s i s t i ó e n tomar
lance
una m u e s t r a a l a z a r , s e p a r a r
por
hembras, m a c h o s e i n d i f e r e n c i a d o s y p e s a r c a d a grupo)
de terminando la
p r o p o r c i ó n d e l o s sexosr p o r c o m p a r a c i ó n d e p e s o s .
pesos de
La segunda se basa en el hecho de que el registro de
l o s eJemplares d e l a m u e s t r a e s a l arar, s i n s e p a r a r h e m b r a s d e machüs;
de la suma de los pesos
por tanto, la
obtenida
proporción en
peso
como en
S i n embargo,
individuales (representa la proporción buscada.
l a s m u e s t r a s h a y h e m b r a s h i d r a t a d a s q u e l l e v a n u n s o b r e p e s o d e b i d o d su
ertado p r ó x i m o a l
desove, e l p r s o u t i l i z a d o e s e l c o r r e g i d o , t a l c o n o
Picquelle
Stauffer y
se describió en el
segun
apartado
ailterior.
(19801 e n e s t a f o r m a d e d e t e r m i n a r l a p r o p o r c i ó n e x i s t e n d o s fuentes d e
v a r i a c i ó n , que
i n t r o d u c e n p o r e l n u m e r a d o r d e l a p r o p o r c i ó n , Y w-fe
se
serian
los
denominador,
es el peso de las
h e m b r a s y,
por
el
que
P o r l o q u e s u g i e r e n m a n t e n e r e l peso
diferentes pesos de las muestras.
Para esto
el peso de la muestra a un valor dado.
c o n s t a n t e , a Justando
sobrepeso
se suman los pesos totales corregidos hasta lograr un ligero
d e l a m u e s t r a y r e s t a n d o e l s o b r e p e s o d e l Últii;Io
del tamaño
pref i Jada
e.jemplar c o n s i d e r a d o , s ó l o e n e l c a s o d e q u e e l Gltimo eJemplar c o n e l
que se
completó la muestra sea una hembras y a q u e s e r e q u i e r e u t i l i z a r
el peso de las hembras y no de los machos.
tarair
E n e l c a s o d e l eJercicio d e m u e s t r a mfnima, se fiJ6 c o m o
de muestra un
k i logramo, p e r o l a p r o p o r c i ó n tambidn fu6 c a l c u l a d a s i n
ca605 s e
h a c e r e l Ú l t i m o aJuste p a r a f i n e s d e c o m p a r a c i ó n . E n a m b o s
registro también la variación que se presenta al modificar el tamaño de
proporcicín d e h e m b r a s p a r a m u e s t r a s d e 2C4
la muestra,
obteniendo la
g r a m o s y h a c i e n d o l o s ~61~~10s e n f o r m a a c u m u l a b l e .
26
1.
(
C i c l o Tbt*productor
A 10 laT’g0 d e l pT’OCC’50 de dPttT~miTrat:ihlb d e l a cnnd icibn gonfidica
m e n s u a l teig.
‘7 1 , 5 e o bs ervb qc’ c 1 a f-r C! c IJ f:Tl c’ i íì
del
estadio
$Ué
111
e l e v a d a e1ltl.e l o s m e s e s d e enel’o y Ff?brnT.o, c o n u n a segwtda recupere iÓn
menor entre
J un i 0 y J IJ 1 i 0.
A pnï*t.ir ds J\J~ io s e p r e s e n t a n e s t a d i o s d e
p o s t d e s o v e (estadi. I V ) , qlre frrprfT11 T;ecr)~lflc i d o s
por
la
presencia de
atresias m a s i v a s ,
que 5e incT;emeTltan e n f*l s i g u i e n t e mesr marcando el
t-1,
,Final d e l a t e m p o r a d a d e T~f~p~~otlucciór~.
03
mes
de
octubre,
los
e s t a d i o s dc!minantes
seíialan iltactividad r e p r o d u c t o r a ;
en noviembre se
i n i c i a nuf+vameTtte e l c i c l o .
Fin ~1 p e r i o d o
msximos d e
int:rT~med i0
P ll t ‘T- f’ f?!;tOr,
desove se
mantiene cic.?rta
actividad
reprodbrc tC*T’
n, nr?,lque con VnlOres m u y baJo5.
C a b e s e ñ a l a r q u e en la temporaria lP:.j:3, 1s &poca d e r e p r o d u c c i ó n fu6 m u y
i.rregular, y a qrJe termincí f*n los; rnf~see d e m a y o - J u n i o c a n u n 5 0 1 0 m á x i m o
d e reproducci6n en e3 i n v i o r n o .
Al paT’f?t e l ’ s e t r a t a d e
condicisn
una
nrtorma 1.
t-a i3c t i v i d a d T‘eprtrductoT’iì tarnhj&~T sf! porte d e m a n i f i e s t o
con
el
fact0.r d e maduí>e 2
8) fuyus val.flrr~E; m e d i o s r e v e l a n tambi6n d o s
(fig.
máx irnos:
1.11’10 muq impOrtaTtte erl c?X irlv:i(?~~l~~o y otr’o e n e
l
veranoI d e
menor importanc ia.
P u e d e verce q u e .la x*al>iari6n d e l F a c t o r d e m a d u r e z
es mayor en l o s msximos dc repT;odurc i6n,
mi twtra5
que
el
mínimo se
pre5eJlta Cuf*ra
I“oi. lo t a n t o , l a a m p l i t u d d e l
d e l per<f+dn repT;orlrIc tfbr..
interva1.o ( m e d i a $1, d e s v i a r i6n típir.a) p r e s e n t a vaT&iac ione 5 m a r c a d a s a
l o l a r g o fIf.+l a i i o y e n relaf.ihn c:ctTi e l cicl0 rt?pT~oductoT~.
s o n más
L)wan-te
l a tempoT-ada 19W ( Fig.
T?h) los v a l o r e s d e Ftl
a l t o s y l a variacibn es moi~os r7parefjte r e s p e c t o a l a ñ o a n t e r i o r , d e b i d o
a la
self+cciÓ n d e h e m b r a s m a d u r a s que cartdu::a a una fueT.te t e n d e n c i a a
valo+es d a t’:N
ef8hargOr
también se
presentaron
mas
elevndf~s.
S i Tb
osc i lac i once,,
En
pebrero e l
v ;5 1 0 1’ mctliu PLJ& c e r c a n 0 ca 7 . 0 y e n m a y o
disminuy& a 1 . 7, ailmentairdu
4. 8,
p ftr,tr!riOT,rnr!T,tf?.
Ell
Julio
alcanzó
disminuyerrtlo el’1 agf1Ato a 1.U y 67 .l. 2 YTI irovj embrc!.
observaron
diferencias
Para l a t a l l a minjma d e ‘b rprn~l~~~cí6n SF!
en las
como se
ta1 1 as
rnt+t,orlos y errtlke aíiO5i
encontrarlas
a 111 tJ 0 F;
p 01
m u e s t r a e~t Ia tabln N o . 1
mntl1J-l‘ e z
y
fl,íliiflW
tl P
‘lahla
No.
1.
-laI la
.p0stovulat0T~ios (f”O) p a r a l a s tempuri3dc75 3.7UJ u 1X32.
i
fwfl
TAL 1. A LlE I’lAHl’f’fl~ %
L
c un
f?oliculos
l’ALL..A CON PO
27
II.
L
Abundancia de huevos y *larva6
En cuanto a la abundancia de huevas g larvas de sardina, en
las
o b s e r v a c i o n e s d e CalCOFI q u e a b a r c a n d e 1 9 5 1 a 1966, p u e d e v e r s e q u e e n
l a z o n a n o r t e s e p r e s e n t ó u n mbximo d e a b u n d a n c i a d u r a n t e l o s m e s e s d e
p r i m a v e r a (f ig.
9) a u n q u e e s t a z o n a Fud m u e s t r e a d a e n f o r m a irregul*qr.
E n l a z o n a c e n t r o (fig.
10) s e e v i d e n c i a u n patrbn m u y semeJante, solo
que abarcando un periodo de tiempo mayor;
p a r a l a z o n a surs e l
patrbn
de abundancia es
irregular,
p e r o es p o s i b l e o b s e r v a r u n mdximo e n e l
invierno y dos pequeñas recuperaciones:
al principio y al
final
del
v e r a n o (fig.
E n esta u l t i m a z o n a s e v e u n a m a y o r variacidn, nj
ll).
s o l o e n lar, m e s e s e n q u e se p r e s e n t a n l o s m á x i m o s d e reproduccián, ‘3 íno
t a m b i é n e n l a duracidn q u e t i e n e n .
E s t a v a r i a c i d n s e p r e s e n t a e n Fowa
consistente a lo largo de todas las observaciones.
Coll r e s p e c t o a l a s v a r i a c i o n e s d e t e m p e r a t u r a m e d i a s u p e r f i c i a l ,
e n 1 9 8 2 (fig.
12) s e m u e s t r a u n a distribuci.& c o n d o s p u n t o s
mdx inl:si
uno entre e n e r o y
marlo c o n un valor de 20eC y o t r o q u e c o m p r e n d e d e
a g o s t o a o c t u b r e , con 28°C.
E l s e n o e n t r e e s t o s d o s p u n t o s s e preceí%fá
e n t r e a b r i l y m a y o c o n t e m p e r a t u r a s d e 18%.
E n 1983, s e
presentb u n
i n c r e m e n t o e n l a t e m p e r a t u r a e n a l g u n a s l o c a l i d a d e s e n B a h í a Magdalsrta.
lo que
dib
como
l a t e m p e r a t u r a m e d i a f u e r a m8s alta,
resultado
que
hasta de 3°C de incremento, al comparar los meses homologos de
1982 y
1983,
132,
E n c u a n t o a l c i c l o d e insolación a l o l a r g o d e l a ñ o (fig.
se observa
una
c u r v a senoidal, e n l a q u e e l v a l o r m i s a l t o e s t a eiifre
J u n i o ,y J u l i o y 1 0 5 v a l o r e s m í n i m o s e n t r e d i c i e m b r e y e n e r o .
los
El análisis de las temperaturas superficiales a s o c i a d a s a
lances de p l a n c t o n en los que se obtuvieron huevos de sardina durante
1982 y 1983, reveln’ dos máximos muy marcados, u n o m u y a l t o a l o s Icor: y
o t r o a l o s 2b°C, e s t e ú l t i m o c o n f r e c u e n c i a s m e n o r e s
(fig.
141.
Al
transformar estas
a f r e c u e n c i a s r e l a t i v a s , s e conf irnan
observaciones
d o s t e n d e n c i a s d e relacidn t e m p e r a t u r a - d e s o v e :
la primera entre 17 y
19OC y l a o t r a a l r e d e d o r d e l o s 26°C (fig.
14b 1.
III.
Observaciones
del
desove
horas, se
E n c u a n t o a la localizacián d e l a s e s t a c i o n e s d e 2 4
presentaron varios
forma r e g u l a r s o n á r e a d e d e s o v e ,
puntos
que en
Como es de suponerse, estas áreas
e_specialmente l a s e s t a c i o n e s J y M 3 .
v a r i a n , d e p e n d i e n d o d e la é p o c a d e l a ñ o (fig.
15).
Además se nota que
en
particularmente
Bahfa AlmeJas p u e d e t e n e r g r a n d e s c o n c e n t r a c i o n e s ,
lbs m e s e s d e verano* c u a n d o e l á r e a d e r e p r o d u c c i ó n a b a r c a c a s i t o d a B U
extensión.
Duran te las
observac iones
establecieron en
Junio de
1983
que
se
especiales
d e 2 4 horas,
de 1 9 8 4 , l o s huevcs e n
en
enero
y
e s t a d i o 1 ( s e g ú n l a descripgidn d e Ahlstrom, 19431~ a p a r e c i e r o n a
ias
21: OO horas,
completando su
desarrollo en 40 h o r a s a p r o x i m a d a m e n t e a
una temperatura
promedio de
(fig.
17).
En
la
1 9 . 4 6 OC
segunda
e s t a c i ó n , e l e s t a d i o 1 s e r e g i s t r o a las 21:30 hrs, c o n u n t i e m p o h a s t a
l a eclosion d e
aproximadamente
3 6 horas, c o n t e m p e r a t u r a p r o m e d i o d e
20. 44 OC.
E n l a s s e r i e s d e d e s a r r o l l o obtenidas, se n o t a q u e l o s
estad ios
XI tienen mayor tiempo de permanencia;
en cambio, e l e s t a d i o V,
VI Y
Pa i’
es de corta duración y prácticamente no aparece en las muestras.
otra parte, al
graficar l a a b u n d a n c i a d e h u e v o s e n f u n c i ó n d e s u e d a d
(fig.
161, s e aJustÓ l a p a r t e d e l a c u r v a c o n
positiva al
pendiente
modelo de m o r t a l i d a d
( e c u a c i ó n 91, o b t e n i e n d o d e e s t a m a n e r a u n valor
independiente del coeficiente de mortalidad, z = 7.670.
edad de
14 p a r t i r d e l a h o r a d e l d e s o v e , f u h p o s i b l e e s t i m a r l a
l a s breas
de
‘los
localizar
huevos
para
fueron
utilizados
que
logradas. S e
r e p r o d u c c i ó n , Junto
desarrollo
con
las
series de
huevos en relación con la
g r a f icaron l a s
edades e s t i m a d a s d e
los
información de
suficiente
temperatura;
d e b i d o a q u e n o s e contó c o n
todos los estadios,
h i c i e r o n aJustes a un m o d e l o p o t e n c i a l ,
s ó l o se
L o s v a l o r e s d e l o s pardmetros
p a r a l o s e s t a d i o s 11, I I I , V I , V I I y X I .
de las regresiones se muestran en la tabla No. 2.
Tabla
temperatura,
Y
potencial
edad
No.
2.
a Juste
Valores
para el
d e l o s h u e v o s e n l o s e s t a d i o s II, III, VI, V I I y X I .
ESTAD 10
II
III
VI
VI 1
XI
286111. 3
285. 6560
410.0040
7442. 719
5321. 850
3.
1.
1.
1.
1.
b
8229
1713
8784
9913
6935
-0. G64
-0. í.424
--0 4 7 2 5
-0: 6087
-0.8466
-
N
9
H
27
13
17
c urva s ob teni das
para
lOS
la5
E n l a f i g u r a (17) s e c o m p a r a n
(í8) s e c o m p a r a n l o s
e s t a d i o s meJor
en
la
F ipura
representados, y
obtenido en el
m o d e l o s d e t i e m p o d e d e s a r r o l l o d e L a s k e r (17641 y el
p r e s e n t e traba JO, a m b o s p a r a e l e s t a d i o X I .
la5 t e m p e r a t u r a s e n
A d e m á s de lo anterior, en el registro de
191,
se observa que las
s u p e r f i c i e , media
(figs
.
f
o
n
d
o
,
agua y
sobrepasa en
entre nivele5 n o
a n o m a l i a s d e t e m p e r a t u r a por nivel y
g e n e r a l $ 1 C, d e n t r o d e l a s á r e a s d e r e p r o d u c c i ó n .
III. Producción de huevos en el mar
E l es6udio d e l a s m u e s t r a s d e p l a n c t o n e n e l l a b o r a t o r i o , rex*elÓ
t a b l a t.!a.
los valores por estadios por estación como se muestra en la
q
u
e
e
l
b
r
e
a
d
e
r
e
p
r
o
d
u
c
c
i
ó
n
m
á
s
i
m
p
o
r
t
a
n
t
e
es la zona
3:
Es
evidente
estacionfzs,
p
l
a
n
d
e
surr c o m p r e n d i d a e n t r e l a s e s t a c i o n e s 0 y’
S (ver
fig.
15d).
29
Tabla No. 3.
= estación (ver plan
= huevos no v i a b l e s .
EST
HORA
E
G
H
1
J
Ll
L2
Ml
M3
N2
0
Pi
P2
01
G2
Q3
Rl
R2
S
13:17
14: 47
15:43
16:30
06: 51
07:37
09: 13
10: 04
ll: 15
ll:46
12: 05
13:14
12: 38
07:08
08:47
07: 14
07:38
08:25
08: 02
Númera d e h u e v o s r e c o l e c t a d o s p o r estacidn.
d e e s t a c i o n e s ) , T C = lemperatura s u p e r f i c i a l ,
C
;
1
ll
23.7
27. 1
27.b
28.0
20.8
20.6
23. Y
17. 4
26.7
24.0
24. 0
24.6
26.8
25. 12
25.62
26.0
23.24
21. 42
17.4
-
-_.--
T
IV
_
--.
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ESTAD IQS
v
VI
VII
....
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- -
VIII
IX
1
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3
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15
6
31
716
379
16
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DIS
XI
DIS
..
10
1
1
1
3
2
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.._
._
_--
1
4
23
A l a p l i c a r e l m o d e l o d e t i e m p o d e d e s a r r o l l o - t e m p e r a t u r a ñ los
d a t o s - d e l a t a b l a a n t e r i o r , SC o b s e r v ó q u e 5610
l a s mue stras d e
Las
e s t a c i o n e s L 2 y Q3 p r e s e n t a r o n h u e v o s c o n e d a d e s s u p e r i o r e s a 2 4 harasl
4 , d o n d e a d e m á s ee p r e s e n t a n l o s
s e g ú n s e m u e s t r a e n la
tabla No.
asignada
datos normalizados a 10 m3 y la extrapolación al área
para
cada estación.
NÚmeFo d e h u e v o s p o r e s t a c i ó n , n o r m a l i z a d o a 0 . 0 5
4.
S e p r e s e n t a e l á r e a a s i g n a d a a c a d a estacidn, l a e d a d c a l c u l a d a y
el n d m e r o d e
h u e v o s a f e c t a d o p o r e l tamaíio r e l a t i v o d e l a z o n a e n q u e
Tabla
No.
m2.
5e e n c u e n t r a .
ESTAC 1 ON
E
G
b
H
1
J
Ll
L2
EDAD
AREA
15.
17.
17.
18.
7.
ll.
ll.
2R. 8
40. 0
17. 8
104.0
73. 4
48. 2
44. 2
0
0
0
5
0
5
0
No. HCJEVCIS
0. 001605
0.011065
0.001447
0.006486
0. 010380
0. 016239
0. 302250
PiJ
0.0010976
0.0075673
0.0007876
0.0044358
0.0071044
0.0111059
0.2067088
3’5
Cont.
Tabla No.
Ml
M%
M3
N2
0
P1
Pî
Ql
Q2
Q3
Rl
R2
S
4
L
12.
13.
13.
12.
14.
15.
14.
9.
ll.
ll.
9.
10.
10.
0
0
5
0
0
0
5
0
0
0
5
5
0
28.
64.
63.
48.
22.
34.
46.
39.
36.
53.
22.
30.
8.
6
Y
7
1
3
1
5
7
ì
1
5
2
7
0.001239
0. 068785
0. 407700
0. 16185C)
0. 243750
0. 051250
0. 131100
4.000300
4.451750
0. 5’76050
0.054450
0. 668230
0. 100500
0.0008474
0.047042 1
0.2789628
0. 1106892
0.1667006
0.0162001
0.0414407
1.2644948
1.4071982
0. 1820894
0 0172113
0: 2112338
0.0317680
dividid el
Brea de
P a r a a p l i c a r e l ’m o d e l o d e m o r t a l i d a d , s e
( estudio en
dos
zonas de
reproduccidn, d e a c u e r d o a l a d e n s i d a d d e
huevos, en la tabla No.
5 se presentan los datos por zona.
Tabla No. 5.
N u m e r o d e h u e v o s (Pi) a g r u p a d o s p o r e d a d e s (+i’),
por zona, en el área total de Bahía Magdalena.
L
9.
10.
ll.
12.
13.
í4.
15.
0
0
0
0
0
0
0
0. 3750
0.4166
0.4583
0.5000
0. 5416
0. 5833
0. 6250
0. 6444
0. 1215
0.9036
0 0578 .
0: 1630
0. 1041
0. 0086
modalo
C o n l o s d a t o s d e l a t a b l a a n t e r i o r , s e h i z o e l aJuste a l
F i n a l m e n t e , e l valcrr d e
d e m o r t a l i d a d , u t i l i z a n d o e l método i t e r a t i v o .
Po fué de 8. 9108 huevos por cada 0. 05 m2 y e l c o e f i c i e n t e d e m o r t a l i d a d
2 = 7. 54.
IV. Frecuencia de desovantes
ov3r ios
Con el fin de calcular la frecuencia de desovantes, los
d
e
a
c
u
e
r
d
o
a
s
u
s
c
a
r
a
c
t
e
r
i
s
t
i
c
a
s
h
i
s
t
o
l
ó
g
i
c
a
s
,
e n Las
se clasificaron,
EJqrauLis
c i n c o categorias que d e s c r i b e n H u n t e r y 6oldberg (1980) p a r a
d e q u e eI proceso d e l d e s o v e y l a r e a b s o r c i ó n d e l o s
gJor!ax.
A pesar
los
vertebrados,
generalizarse a
foliculos p o a t o v u l a t o r i o s
puede
p
o
r
o t r a palsfel
e x i s t e n caracteristicas p a r t i c u l a r e s p a r a c a d a especiej
f
o
l
í
c
u
l
o
s
p
o
s
t
o
v
u
l
a
t
o
r i o s d e S.
ijunque e x i s t e n
descripciones de
lo5
és tas
considerd
1984)
s
e
saqax (Andrews, 1 9 3 1 y Alarcon-_.1e t _ a.- l,A’
que
Por lo
Zn s o n i n c o m p l e t a s
para estimar la frecuencia de desovantes.
anterior se consignan las siguientes descripciones.
31
i.
Ovarios
Hidratados +
Son ovarios que presentan folículos en el estado más avanzado en
los ovocitos tienen gran cantidad de
vitelo
e l d e s a r r o l l o (fig.
22);
organizado en
e l nrircleo e s m u y i r r e g u l a r , normalze~te
grandes gotas;
disuelto.
E l ovocito a b s o r b e g r a n c a n t i d a d d e agua) l o q u e
t r a e c CNiio
una
consecuencia
gral1
repentino en su tamaño y
un aumento
t r a n s f o r m a c i ó n morfoldgica.
1ñS
células
forman el
E s t a hidratacibn a f e c t a tambien a
que
s o n m u y a l t a s y contierlen
foliculo, l a s
hidratan también;
cuales
se
tras la
presi6n
c é l u l a s s e rompen
gran cantidad de mucus.
Estas
Las células de la teca
resultante del
a u m e n t o d e v o l u m e n d e l ovocito.
s e e s t i r a n a l m á x i m o , h a n adquiri.do u n a a p a r i e n c i a p l a n a y s e c o n f u n d e n
+‘J 1-C-a
modifican en
cambios
con la
capa
folicular.
Todos
estos
La n o r m a l i d a d s e r e s t a b l e c e co11 el
‘sustancial el
d e l ovar io.
peso
d e s o v e , u n a s h o r a s despugs.
A nivel anatómico, se observan los o v a r i o s
transparentes,
con desprendimiento de
muy turgentes, gelatinosos y
mucus muy visc’
oso.
ii.
Folículos
Postovulatorios
del
día
cero.
RdS
E n e s t a categoria s e a g r u p a n l o s F o l í c u l o s p o s t o v u l a t o r i o s
v
e
n
c
o
m
o
c
o
r
d
o
n
e
s
c
e
l
u
l
a
r
e
s
nuy
que
se
recientes PO(O)
(fîg.
23),
la teca, de
c6lulas
p l e g a d o s s o b r e si m i s m o s , f o r m a d o s p o r d o s c a p a s :
Estos cordones
planas y
l a g r a n u l o s a , d e celulas m a s o m e n o s c ú b i c a s .
c a s o s se
En algunos
normalmente son abundantes y de
g r a n tamafia.
p
u
e
d
e
n
verse los
Externamente,
localizan aún
foll/culos h i d r a t a d o s .
cl
caso
de
Q~IP
h
i
d
r
a
t
a
d
o
s
,
e
n
ovarios prácticamente iguales a los
C o n f o r m e é s t e avanzas se observa
a p e n a s s e haya
iniciado
el desove.
m e n o r c a n t i d a d d e ovocitos, p e r o l a t u r g e n c i a p e r s i s t e ao’n d e s p u k s d e
haber concluido el desove.
iii.
Foliculos p o s t o v u l a t o r i o s
del
día
uno.
m u e s t r a n el
241,
PO(l)(fig.
Los folículos
postovulatorios
L a s cdlulas f o l i c u l a r e s h a n p e r d i d o
proceso de
reabsorci6n en p 1 eno.
sor1
s u c l a r a o r g a n i t a c i d n e n c o r d o n e s , q u e a u n q u e s e v e n flexionados,
l o s n ú c l e o s picnóticos d e L a s
más simples y
observan
pequeños. Se
L a s c é l u l a s d e l a t e c a s e han a s o c i a d o a
c8lulas m a s d e g e n e r a d a s .
del tejido
elementos
algur\os
integrado
v a s o s s a n g u í n e o s y s e han
grosor
y
de
mayor
a
p
a
r
i
e
n
c
i
a
conJuntiv0 l o
le
dd
una
que
la mezcla de las dos
tendencia a
d e s o r g a n i z a c idn.
Puede v e r s e
una
Los ovarios en estas condiciones no
sapas q u e c o n s t i t u y e n e l f o l i c u l o .
s o n distinguúbles a simple v i s t a d e l o s o v a r i o s m a d u r o s .
iv. F o l í c u l o s
postovulatorios
d e l día d o s .
251,
la
avanxadotfig.
muy
El proceso
degenerativo es
y la teca prdcticamente no existe.
diferenciacidn e n t r e l a g r a n u l o s a
32
L a s c é l u l a 5 q u e c o n f o r m a n e s t a estruttura son polibdricas y
presétttan
núcleos picndticos.
h a p e r d i d o s u e s t r u c t u r a flexicglada
E l foliculo
con un lumen;
compacto.
E n Qste
ahora es p e q u e ñ o y
estadio, su
diferenciacibn c o n e s t r u c t u r a s atrbsicas es crttica.
S i n e m b a r g o en el
cato de
l o s f o l í c u l o s atrdsicos p u e d e v e r s e l a acumulacidn d e g r á n u l o s
caracteristica d e
d e p i g m e n t o a m a r i l l o , l a c u a l es m u y
105
estad ios
avanzado5 d e a t r e s i a .
V.
&
O v a r i o s m a d u r o s n o desnvantes.
24).
E s t a s g ó n a d a s p r e s e n t a n u n a g r a n c a n t i d a d d e vitelotfig.
l a 5 cblulas d e 13
Puede verse
que
el
empieza a deformarse;
núcleo
:?w y
g r a n u l o s a p u e d e n p r e s e n t a r s e cu’
bicas o c i l í n d r i c a s , q u e p u e d e n s e r
altas.
E n e s t e dltimo c a s o s e i n i c i a l a atumulaci6n d e mucus t í p i c o d e
l a hidratacibn;
las células de la teca son planas.
estad ios’
E n e s t a condicián p u e d e n o b s e r v a r s e o n o d i f e r e n t e s
r?uy
p
o
s
t
o
v
u
l
a
t
o
r
i
os
f01ícu105
atrésicos,
r
e
p
r
e
s
e
n
t
a
r
p
u
d
i
e
r
a
n
que
l a s gbna das
vieJos.
con a l t o
agrupan
E n e s t a c a t e g o r í a tambi&n s e
g r a d o d e atresiatfig.
E l a s p e c t o e x t e r n o d e e s t a s gdnadas pu?-de
27 1.
inmediata
anterior al
condiciÓ n
variar considerablemente, d e s d e l a
d e s o v e , h a s t a l o s e s t a d i o s d e reabsorciln.
vi.
Ovar io
inmaduros.
S o n o v a r i o s q u e p r e s e n t a n ovotitos con escaza o n u l a c a n t i d a d d e
c a r e c e n d e z o n a pelúcida y l a 5 d o s c a p a s f o l i c u l a r e s
vitelotfig.
28)j
tempranos con
s o n p”lanasi
adembs, n o se p r e s e n t a n e s t a d i o s atr8sicos
En
volumen.
t i e n e n poco
v i t e l o . E s t a s g ó n a d a s normalmente
peso y
postdesove
o
de
estadios
de
a l g u n o 5 c a s o s se
confunden
c on
indiferenciacibn, y r e p r e s e n t a n e l i n i c i o d e l a s f a s e s d e proliferación
y v i t e l o g é n e s i s . S e presentan
con mayor frecuencia al inicio de la
temporada de reproducción.
vii.
E s t a d i o s atrdîicos
fig.
(estadio
alfa,
E n l a p r i m e r a f a s e d e l p r o c e s o d e atresia
q
u
e
l
o
e
n
v
u
e
lven
capa5
29)> t o d o e l
l
a
5
contenido
ovocito
y
del
del
estrut turas o r i g i n a l e s
las
degeneran, pero
aJn s e r e c o n o c e n
s
e
observa
l
a
z
o
na
v
i
t
e
l
o
,
con
folfculo. E n
e l
caso de
faliculos
r a d i a d a y a l g u n o s grdnulos d e v i t e l o m8s o m e n o s d i s p e r s o s .
E n u n a e t a p a p o s t e r i o r 5e f o r m a u n a e s t r u c t u r a mds c o m p a c t a , que
El folículo sigue estando formado por la teca
.puede t e n e r u n a c a v i d a d .
caso de
En
el
y l a granulosal e n t r e m e z c l a d o s c a n v a s o s sangufneos.
l
o
Ú
n
i
c
a
q
u
e
p
u
e
d
e
v
e
r
s
e
s
o
n
a
l
g
u
n
o
s
grkulos
de
folículos con vitelo,
beta
e
s
t
a
d
i
o
Este
es
el
ivitelo;
l a z o n a pelúcida h a d e s a p a r e c i d o .
( c o r p u s atreticum).
(fig.
30 1.
Aquí, el
consideran tardias.
L a s s i g u i e n t e 5 categorias s e
ura
f
o
r
m
a
n
d
ose
tamaño,
n o t a b l e m e n t e 5u
foliculo h a
disminuido
e s t r u c t u r a c o m p a c t a que,
degeneración, ha
romo r e s u l t a d o d e l a
acumulado
amar i ll o--caFci.
Dependiendo de La
grAnulos d e p i g m e n t o
i n t e n s i d a d d e e s t e c o l o r y d e l t a m a ñ o d e l a s estructurasr ‘s e
catalcyan
como atresia gamma (Fig.
31) o d e l t a (fig.
32).
El resultado de las observaciones de hembras cautivas no
re\<:10
se presentan las
ningu/n i n d i c a d o r
del
figura
(21)
desove.
En
la
horas
durante
E?s Sas
variaciones d e l
factor de
madurez
por
observaciones.
L a s e d a d e s e s t i m a d a s d e los folículos p o s t o v u l a t o r i o s ( t a b l a Mo.
1984‘ se
para e n e r o d e
61 para Julio de 1982 y en la tah la No. 7,
calcularon de
a c u e r d o a l a s categorias a n t e r i o r e s , tomando como punto
de partida las 22:00 horas
c
Tabla No. 6.
E d a d poterbcial d e l o s f o l í c u l o s p o s t o v u l a t o r i o s ,
calculados para
l o s d i e z l a n c e s d e p e s c a m u e s t r e a d o s e n ,(ulio de 1482.
LANCE
1 IURA
1.
0.15000
2.
3.20000
3.
0.10000
4.
4. 50000
5.
3. ;!oooo
6.
3.10000
7.
2.4cTooo
8. *. 2. 50000
9.
3.27000
10.
4.3002C
PO(O)
PU(2)
PO(I)
PO(O)
26.
27.
36.
30.
23.
27.
28.
28.
24.
3iì.
2. 15000
5.20000
2. 10000
6. 50000
5, 20000
5. 10000
4. 40000
4. 50000
5. 27000
6. 3”
““n”
YY”
1500
2000
1000
5000
2000
1000
4000
5000
2700
50. 1500
53.
50.
54 .
53.
53.
52.
52.
53.
54.
3iìiJo
2000
1000
5000
PO00
iooo
4000
5000
2700
3000
= folículos
postovulatorios
dos.
de
día
p o s t o v u l a t u r i o s d e día cero) fW(l) =f fol<culo5
día
u n o y, PO(2) = folículos p o s t o v u l a t o r i o s d e
postovulatorios~
E d a d p o t e n c i a l d e los Fol<culos
Tabla No. 7.
p a r a c u a t r o l a n c e s d e peaca r e a l i z a d o s e n e n e r o d e 1 9 8 4 .
Lance
1
2
3
4
hora
03:
20:
21:
05:
00
00
00
00
PU(O)
1.
0.
0.
8.
8 y 9,
i tablas No.
E n la’
de
qategoría y la
e5timación
Julio
cada lance de
p e s c a en
respectívñmente.
0
0
0
(i
PCJ ( 1 )
25.
33.
34.
32.
0
C)
0
0
PO(2)
49.
47.
48.
56.
0
0
0
0
cada
se presentan las frecuencias de
l a fraccidn de d e s o v a n t e s p o r dla p a r a
14E4
enero
de
de
178.2 y,
en
34
Tabla No. 8.
Frecuéncia d i a r i a d e
lance de pesca para Julio de 1982.
Lance
Mai
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
10
18
3
17
18
20
16
22
15
22
AT.t’IAS
1
3
7
2
1
1
2
0
0
2
desovantes
P O ( O ) PO(l) PO(2)
0
2
1
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
1
1
1
0
0
1
1
4
4
corregida,
Por
FDi
0.0968
0. 0444
0. 0870
0. 0489
0.0000
0.0000
0.0513
0.0714
0.0714
o.OS20
AT. MAS. = atresia
Donde Mai = hembras maduras no desovantes,
masiva, PU(O) . = fol<culos p o s t o v u l a t o r i o s d e l d l’a c erol
PO(l) =
f o l í c u l o s p o s t o v u l a t o r i o s d e l d í a 1 , PO(2) =: f o l í c u l o s p 0stovuletDr ios
d e l dla d o s , FDi = frecuencia de desovantes por lance.
La fracción desovante promedio para Julio de 1982 fu/ de O.Q593,
con una desviacibn típica de 0.0119 y un coeficiente cl e variacidn d e
0. 2023.
1984.
Tabla No.
‘Lance
Mai
1
2
3
4
29
22
3
7
9.
Frecuencia de desovantes por lance en
AT. MAS PO(O)
0
0
0
0
0
0
3
1
PO(l)
PS(2)
0
1
1
6
6
2
1
4
enero de
F i
0. W56
0.0560
0. 1364
0. 2381
La fracción media de hembras desovantes para enero de 1984,
de 0. 1290.
?UQ
V. Fecundidad parcial
las hembras p a r a e l
Como primer
criterio
para s e l e c c i o n a r
estudio de
fecundidad, se utilizó la proporción de hembras maduras, de
331, fiJandO e l l i m i t e a u n kalcr
acuerdo al factor de madurez (fig.
de FM = 7.0* descartando las hembras con valores de FM m e n o r e s a esCe;
e l s e g u n d o c r i t e r i o fud l a distribuciin d e d i á m e t r o s d e ovoc i tos
distribuciones se
ikntraov&ricos
(fig.
estas
ba 1.
Por último
En la tabla No. 10,
graficaron e n p a p e l d e p r o b a b i l i d a d (fig.. 6b).
se presentan los valores de fecundidad individual.
35
Julio
LP
C
Tabla No.
de 1982.
10.
wt
Wt-Wg
164.
65.0000
160.
67. QOOO
165.
70.9000
166.
79.8000
166.
92. 0000
169.
84.0000
169.
81. 0000
170. 103.7000
170.
89. 3000
160.
70.0000
165.
84.0000
165.
84. OOC(?
163.
72. 5000
174.
91. 5000
176.
92. 8000
176.
96. 7000
176.
90.2000
179.
98. 7000
174. 100.0000
165.
79. 5000
164.
90. 5000
165.
62.4000
166.
81. 5000
168.
84. 4000
1 6 7 . ii 8 3 . 0 0 0 0
170.
95.0000
140.
41.5000
136.
42.0000
135.
41.6000
136.
40.9000
138.
39. 8000
137.
42. 1000
168.
94.0000
175.
97. 5000
172.
85. 5000
1 7 2 . 100. 5000
174.
98.0000
164.
75.9000
176. 102. 0000
170.
83. 5000
170.
84. 5000
: 168.
82. 9000
189.
88. 6000
168.
84.6000
! 175.
97.0000
160.
79. 5000
170.
89. 6000
174.
91. 5000
177. 1 0 7 . 9 0 0 0
Valmes d e
F
63.0300 15066.
65. 6000 17463.
67. 7100 22579.
76. 4800 18712.
89. 1400 22653.
79. 6100 28056.
77.6300 22061.
98. 9800 37196.
84. 7300 29050.
68.7100 16645.
79. 2900 23005.
c30.3n!x! 3 2 2 2 3 .
68. 5100 19606.
87. 3400 35170.
89. 6400 24504.
93.3200 21404.
86. 9000 20394.
94. 4100 30061.
95. 7900 26485.
76.8800 13814.
87.9700 27385.
58. 2100 29387.
78.7800 18117.
80. 8600 18939.
79.9500 24798.
87. 3000 10519.
39. 4500 8305.
39.7300 9700.
39. 9100 8316.
38.8100 10035.
37. 4400 6735.
40. 0700 8507.
87.0800 32209.
90. 9400 18285.
79. 7900 7478.
93. 6200 13485.
91. 5700 20730.
70. 7600 14220.
93. 8700 9259.
7 6 . 0 0 0 0 l’
l’
lbl.
78. 3700 11826.
72. 1400 11498.
78. 5200 12711.
76. 6000 32882.
88. 8500 12510.
73. 0400 24524.
82. 3600 9964.
84. 3300 29645.
99.4000 10872.
Fecundidad
parcial
individual
para
36
cont.
170.
134.
138.
135.
137.
,
tabla No. 10.
73. 5000 67.6900 10346.
39.3000 37.3100 7603.
40. 9000 38. 5400 7912.
38.4000 35. 9600 7372.
37. 4000 34. 9300 8434.
Donde F = f e c u n d i d a d p a r c i a l i n d i v i d u a l , L P =
wt = p e s o t o t a l y, W t - W g = p e s o l i b r e d e g ó n a d a s .
longitud
pafrbn,
diferentes
aJustes
Con estos
valore5 se
para
ensayaron
d e t e r m i n a r l a relacibn e x i s t e n t e e n t r e l a f e c u n d i d a d p a r c i a l y a) p s s o
patrón
y
d)
longitud
libre de gónadas;
c 1 longitud
b) p e s o total;
patrón al
s
e
p
r
e
s
e
n
t
a
n
l
o
s
v
a
l
o
r
e
s
de las
cubo.
En la tabla No. il,
(diferentes correlaciones.
1 ine.21,
las
correlaciones
ll.
Resumen de
Tabla No:
de fecundidad
e x p o n e n c i a l , logaritmica y
para el
aJuste
potencial
peso
i n d i v i d u a l y l o n g i t u d patrón, l o n g i t u d p a t r ó n al- cubo>
tota1 y
p e s o l i b r e d e ghadas.
Regresion
Lineal
Exponencial
Logñritmica
Potencial
a
r
b
-3.ObE 04
5.9OE 04
-2. 2X 05
1 . XY- --41
2. 9 9 F 02
2. 03E-02
4. 72f-. 04
3. 211; 00
4. 89E+l
5.77E-01
‘! , 7% -0 J
5. 9lE-01
1.2
-2. z39f.z .Ol
3. 34E-*01
2.47E-01
3.47E -01
REGRESTnN l..mI:: ITUIJ PA7’RaN VL;. FECUNDIDAD INDIYI DUAL
l_.irteal
Exnn!\?-hc iul
Logaritmica
Potencial
i
5.
-2.
1.
1 UII 03
1OE 0 3
21E 05
30E-03
3.83E-03
2.6lE-07
f 57F 04
1.07E Oc,
4.
5.
2.
5.
h2E-01
46E-01
48E-01
91E OO
2. J X-01
2.98E-01
2.4RE-01
3.49F-01
REGRESJON DE LONGITUD PATRON AL CUBO YS. FtCUNDIDAD INDIVIDUAL
REGRESICIN
Lineal
Erp>:;.znc.ial
Lag dr Itmic a
Potencial
a
1. 1.4s
5.3X
-4. 53E
(23. 46F
03
03
04
02
2.2OE 02
1. 43E--*02
1. 471’ CM
9.73E-01
Ftk~??ESIlX’l DE PESO TOTAL V S .
a
Lineal
3. 52E-01
1.2
f
b
5.
3.
5.
6.
28F -01
77E.-Ol
4’% -01
31E-01
2.
Iz?.
3.
3.
‘/‘?FZ --0 1
l,‘lf’-0 1
OlEYBE-
FECUNDIDAD 1NDlYIDUAL
b
2.49E 0 2
r
5. óOE-01
r2
3. 16E-01
37
Cont.
tab1.a N o .
Exponencial
Logaritmica
Potencial
z
i, . 61 iZ-02
ll.
4.??E CI?
-4. 73E 04
2. 16E 02
1.546 04
1.02E 00
6. 3iE,-Ol
5.71E-01
6. 54E.--01
3.98E-01
3.36E-01
4.28E-01
REGRESION DE PESO LIBRE DE GONADAS VS. FECUMJIDAD INDIVIDUAL
Donde r2=coeficiente
determinacibn.
correlacich,
de
r=coeficiente
de
En general, l o s c o e f i c i e n t e s d e c o r r e l a c i ó n son ba JOS, e 1 mdr imo
libre
fué de 0.654 para el aJuste p o t e n c i a l d e f e c u n d i d a d c o n t r a peso
de gónadas.
hltimo aJuste se eligib p a r a c a l c u l a r l a f e c u n d i d a d
Este
p a r c i a l m e d i a e n f u n c i ó n d e l p e s o libre d e g ó n a d a s .
En l a f i g u r a
(34)
s e p r e s e n t a e l diagrama de
d i s p e r s i ó n y la curva de regresión. La
‘e c u a c i ó n u t i l i z a d a fuc! l a s i g u i e n t e :
Ln F =
gónada.
Ln
216
-t ( í. 02) Ln (WI, - Wg 1
Donde F = Fecundidad pavcial,
Wt r- Peso total
E n la siguiente tabla se dan los valores de
media corregida por lance de pesca.
“Tabla No. 12.
para Julio de 1982.
LANCE
LANCE
LANCE
LANCE
LANCE
LANCE
LANCE
LANCE
LANCE
LANCE
1 N =
2 N =
3N=
4N=
5N=
6 N 7 N =
8N =
9N=
10 N =
Donde DESV. ST.
y Wg = Peso da la
fecundidad
Fecund i dad parc ial calculada por lance de
33 MEDIA 23 MEDIA =
17 MEDIA =
17 MEDIA =
19 MEDIA =
19 MEDIA =
15 .MEDIA =
20 MEDIA =
25 MEDIA =
20 MEDIA =
20884.
20188.
19340.
19800.
19683.
19687.
18415.
19768.
1896 5.
20029.
DESV. S-l’.
DESV. ST.
DESV. ST.
DESV. S-l.
DESV. S-l”.
DESV. ST.
DESV. ST.
DESV. ST.
DESV. ST.
DESV. ST.
==
=
=
=T
=.
E=
==
=
-
(15)
parcial
peíCa
2158.
2433.
3239.
1697.
2162.
2361.
2243.
1639.
2145.
2587.
= Desvacion tipica.
de
la
corregida
media
parcial
Finalmente la fecundidad
pkblación, fu& d e 1 9 6 4 1 o v o c i t o s p o r h e m b r a c o n u n a d e s v i a c i ó n t í p i c a
de 214.09 y el coeficiente de variación de, 0.0109.
VI. Peso promedio
E n l a f i g u r a (35) s e p r e s e n t a l a c u r v a p a r a c o r r e g i r l o s
pesos
de hembras
hidratadas o
con
gónadas
muy v i s c o s a s , c o n u n a n o t a b l e
g a n a n c i a d e p e s o p o r hidrataci&n del o v a r i o .
L a c u r v a d e t e r m i n a d a t’ud:
/
(16)
wu=o. 1044-O. 964 (CJ 1
c:orrelación
r
=
E l aJuste d e l a c u r v a t u v o u n c o e f i c i e n t e d e
Yb. 8, e l
peso
c orreg ido
f u é d e 8 5 . 3 8 5 c o n u n a desviacibn tipica d e
+za!l la
En la siguiente
‘ 0 . 9 1 4 1 y u n c o e f i c i e n t e d e variaci6n de 0. OiO6.
set, c o n s i g n a n l o s v a l o r e s d e p e s o c o r r e g i d o po~ l a n c e d e p e s c a .
Tabla
1932
lJnhlrT_
.._1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
*
.
k,.*
VII.
No.
zz
13.
w*
91.22
87. 62
35. 53
86.66
86. 56
85.23
80. 53
85. 31
82. 66
87. 53
9.
10.
13.
9.
8.
10.
9.
6.
8.
10.
E
85. 885 s” 0 . 9 1 4 1 C V ” 0 . 0 1 0 6
Proporción sexual
Tabla No.
de h e m b r a s
3OU’7
8008
8104
8105
y
14.
rwchns de iv80 a 1 9 8 2
W
iN
Wm
‘74. ‘1
13
9
20
0
0
971. 1
575.1
1622.0
0. 0
0. 0
63.9
81.1
0.0
0.0
l a proporcicfn
I
nu*39r o
s e x u a l o b t e n i d o s por
( p r o p o r c i o n a d o p o r e l Departaaento
Datos d e proporcihn
Pesquerias de!3 (:ICIMMj).
FECHA
t3h>c’,
d e
3612
2116
9364
0751
8359
1513
7203
8259
8312
7040
E n l a t a b l a q u e s i g u e , s e p r e s e n t a n los v a l o r e s d e
de hembras utilizado en la evaluación de Julio de 1982.
d e
.lulio
Peso p r o m e d i o c a l c u l a d o d e hembr*as e n
W
71.8
69.0
77. 9
64. 7
63. 9
N
35
71
4.7
22
20
Wm
2513
4399
3661
1423
1278
W
N
Wm
71. 7 17. 1218. 9
72. 2 24
1732. 8
8 1 . 5 130 1 0 5 9 5 . 0
71. 5 2 8 2002. 0
64. 2 2 7
1733. 0
wt
4703
7207
15878
3425
3011
t
0.2592
0. 2wc:
0. &573
0. 454,!
0. 575.5
!
P a r a e l d e s a r r o l l o d e l p r e s e n t e traba.10 se utiliz6 un m o d e l a d e
investigación
cuyo
evaluación de
la
ObJetivo e 5
l a
población
r e p r o d u c t o r a d e S . sapax p o r e l m é t o d o d e producci¿n d e
huevos
en
el
á r e a d e Bah
Ia figgdalena, y el
establecimiento de la5 bases para la
aplicacidn d e e s t a m e t o d o l o g í a a n i v e l e x t e n s i v o e n l a 5 p o b l a c i o n e s d e
sardina que se
pais.
D u r a n t e e l d e s a r r o l l o d e este
explotan en el
trabaJo s e h a i n t e g r a d o
sobre
procesos de
madure 2
irrformacidn
los
gonddica, e l d e s o v e y e l d e s a r r o l l o e m b r i o n a r i o .
E s t o s d a t o s pre5e!rrt;an
semeJanta y
poblacihn d e s a r d i n a
d if erenc ias
con
la
d e l irea d e
C a l i f o r n i a , d o n d e s e estudid e s t a e s p e c i e c o n p a r t i c u l a r interds.
La s
características de
sureiia de 8
la población
que
la
W-20 sapa.z_ h a c e
a p l i c a c i ó n d e l m é t o d o d e e v a l u a c i ó n requi,era d e u n a s e r i e d e
estcd ios
p r e v i o s , asl’ c o m o d e e s t r a t e g i a s
la5 cuales p a r a l a s
d e mui?streOl
c c o n d i c i o n e s d e l n o r t e r e s u l t a n inecesarias.
E n l a discusibn q u e sigve,
s e a b o r d a n estas c u e s t i o n e s p a r a c a d a u n a d e l a s p a r t e 5 q u e i n t e g r a n e l
m o d e l o d e investigñcidn a p l i c a d o .
1.
Ciclo de reproducción y 105 p a r á m e t r o s
ambientales
L a f o r m a gue t i e n e e l c i c l o dt? maduraci6n gonádica d e S_.. saúax
en el
área
de Babia M a g d a l e n a , c o n d o 5 mãximos d e d e s o v e u n o m u y a l t o
indica
otras
Tamb i&n se
para
en el invierno y otro menor en verano.
especie5
I)uarte,
19t1
tale5
c o m o Katsuwonus
y
_ ._.. _--____. .<- pe.A..zlG c_ ( 5 u 4 r e 2
1
9
8
1
2 y
Car les, &_:._ +&_, , 1971), C\~jd,,- $y~~~:~cula2.+. (Baqueiro g$z, al.,
s
e
h
a
s
u
g
e
r
i
d
o
q
u
e
e
s
t
e
patrn’
n
M_qdiolus ~3p.g~ . (Ochoa-BBen,
19851,
y
lWG>.
(
J
o
s
e
p
h
,
s
u
b
t
r
o
p
i
c
a
l
e
s
r e p r o d u c t o r p u e d e s e r tipico d e
peces
Esto indica
q u e e s u n a c a r a c t e r í s t i c a d i f u n d i d a e n t r e v a r i a s especir?s.
reproduce idn
En el caso de S
_= sa_laA sdlo s e h a d e s c r i t o u n m d x i m o d e
durante la
primavera
(Smith,
19811,
p a r a e l irea d e C a l i f o r n i a . PI
consis*ente
pesar de que 105 máximos de desove se presentaron en forma
durante dos
1982) e n Bahfa Magdalena* e s
año5
consecutivos
(1981 y
.o
n e c e s a r i o 5aber si se t r a t a d e u n a f o r m a r e g u l a r d e l a reproduccidl:
fu4 u n e v e n t o ai5lado e n e l t i e m p o .
L a c o n s i s t e n c i a d e e s t e patrón e n e l c i c l o d e r e p r o d u c c i d n puede
J u z g a r s e a p a r t i r d e l a dlstribucidn d e h u e v o s y l a r v a s d e $3._ o_g+@ CI;
C o n e s t o s e demuesfra
l a c o s t a o c c i d e n t a l e n u n a s e r i e d e v a r i o s años.
inicia al norte de Cabo
una distribucidn
que
5t?
clinal
ciclot
del
durac idn
Mkndocino, Cal i fornia, d o n d e h a y un. mdximo d e d e s o v e d e c o r t a
en la
p r i m a v e r a , h a c i a e l s u r d e P u n t a C o n c e p c i ó n s e m a n t i e n e e l :?isRo
m2Í y i,To
patrdn p e r o c o n m a y o r a m p l i t u d y, a p a r t i r d e P u n t a E u g e n i a , e l
meses d e i n v i e r n o y a p a r e c e n ríes
d e reproduccidn s e
desplaza a
105
E3ra
Ix irnos pequeños, u n o a l p r i n c i p i o d e l v e r a n o y o t r o en e l o t o ñ o .
1 a 1. *;a s
lOS
datas de huevos y
m i s m a distribucidn e s e v i d e n t e e n
pyesentados p o r A h l s t r o m (1954 y 19Sb) p a r a l a z o n a s u r .
del
p lanc tonr
e5to5
datos
De esta
forma,
a
partir de
ccn
difiere
cual
i d e n t i f i c a n t r e s m&ximor; d e
reproduccibn, l o
e n c o n t r a d o e n l o s a d u l t o s , puesto q u e e n l a p o b l a c i ó n d e e s t o s solc
p r e s e n t a n l o s d o s máximos d e s c r i t o s , y ,justamente d u r a n t e e l p e r i o d o
se
10
cie
de
’
:
ototTo#
franco
41
c o r r e s p o n d e a l ctercer m á x i m o d e d e s o v e , Ej._ _s.+.“qax. m u e s t r a ~;n
flU@
p r o c e s o d e reabsorcic$n de la gbnada.
S i s e t o m a e n c u e n t a q u e p r e c i s a m e n t e e n e l otoGo es
cuandc
sc
indica el
máximo de la reproducción de
U
isthone_,ma
D
j,.ibertate
( T o r r e s - V i l l e g a s et, al._, 1 9 8 5 ) y, p o r o t r o l a d o , e n l a
bibliograifa
consultada sobre
e s t a tltima e s p e c i e n o e x i s t e u n a descripci6n de sus
h u e v o s , y s u s l a r v a s h a n s i d o dtsscritas r e c i e n t e m e n t e
( F-unes-Rodr igue z
y Esquivel-Herrera,
e s m u y p o s i b l e q u e e s t e mdximo d e d e s o v e e n
1985)
QUE!
e l o t o ñ o sea d e QGc,thonema
E.xto es u n h e c h o i m p o r t a n t e ,
puesto
l.“-~_____~
p r e c i s a m e n t e e n l a # p o c a d e v e r a n o p u e d e h a b e r m e z c l a d e h u e v o s d& S.
s a a a x y Wdsthonema
lisis d e
l a s g ó n a d a s d e aqbas
_ _-_--_-- spp, a u n q u e e l anñ’
grupos en
J u l i o d e 1 9 8 2 , s o l o reveln/ re.producciÓ n d e S_._ og,ax., l o c u a l
sugiere que
sardina
en
ee,a
fecha
son
de
huevos c o l e c t a d o s
los
monterrey.
1
BaJo la consideracion a n t e r i o r , p u e d e v e r s e q u e e l patrón d e l a
reproduccidn d e
S . s a q a x e n l a C o s t a O c c i d e n t a l d e BaJa C a l i f o r n i a 8ur
a l o l a r g o d e 20 soss”c-ha p r e s e n t a d o d e f o r m a semeJante q u e e n 2.,!3 ía
Magdalena.
d e c r u c e r o s r e a l i z a d o s p o r CALCCFI, pt;eden
En
esta
serie
práctica:ycn+e
v e r s e v a r i a c i o n e s d e u n a r i o a otro, y d e h e c h o e l patrón
lOS
máx iq3cl.
dos
es diferente
aungue c o n s e r v a n d o
para
cada año,
S i t u a c i ó n m u y d i s t i n t a e n l a s z o n a s centro y n o r t e , d o n d e e l patrón. es
m u y c o n s t a n t e e n e l área y en el perl’odo d e t i e m p o d o n d e s e presen(-.a el
patrdn d e reproduccick.
E s n e c e s a r i o a n a l i z a r l o s factores a m b i e n t a l e s q u e s e encuentran
desarrollo
embrionario.
el
asociados al comportamiento reproductor y
P a r a l a mad-rez gónádica SP sabe d e l a i n f l u e n c i a d e d i v e r s o s fact«rest
19711,
en
.el
(Leong
temperatura
tales c o m o e l
fotoperl/ado y
l a
&S
factor
temperatura cl
desarcollo e m b r i o n a r i o p a r e c e
ser
la
En Eah fa
s a r d i n a (Hempei, 1981).
i m p o r t a n t e , por
lo menos
para la
marca4nr
bi8n
Magdalena, l a tempe:aturñ superFicia1 p r e s e n t a u n c i c l o
tan dns valorti^j
primaver2.y
o
t
r
o
a
f
i
n
a
les del
max irnos,
uno
en
la
verano:
c
a
b
o
e
l
p
r
o
c
e
so de
l
l
e
v
a
a
Por
0 tr*a
parte, S .
s_$?_q 3.X.
intervalo de
amplio
reproducción y
d e s a r r o l l o --Embrionario e n u n
t e m p e r a t u r a c o m o p u e d e v e r s e c o n l o s d a t o s r e u n i d o s p a r a la t e m p e r a t u r a
dptima p a r a e l .desove.
reproduce iÓ n
r e s u l t a d o s l o s mcjximos d e
Como
se ve en 10s
En el _invierno
coinciden con
de la temperatura.
periodos d e
ascencJ0
p r e v a l e c e u n r é g i m e n t e m p l a d o a l r e d e d o r d e l o s 1 7 a lt3”Cn m i e n t r a s q u e
e n e l v e r a n o l a s t e m p e r a t u r a s d o n d e se registrd e l d e s o v e , alcantarí ICS
26 “C.
e n c u e n t r a n s e p a r a d o s p o r u n p e r i o d o d e b+ja
Ambos
m8x irnos SC
t e m p e r a t u r a e n l a p r i m a v e r a , y t o d o e s t o c o i n c i d e c o n l a s observacirrres
d e T i b b y (191371, q u i é n d e s c r i b e e s t e c o m p o r t a m i e n t o p a r a l a s a r d i n a d e l
única,?eirte
sur d e P u n t a E u g e n i a , m i e n t r a s q u e e n el norte se p r e s e n t a n
las condiciones templadas;
observada en
Si se compara el ciclo de temperatura superficial
Bahfa Magdalena, c o n l o s d a t o s h i s t ó r i c o s . d e t e m p e r a t u r a s u p e r f i c i a l d e
19631, se pone e n
(An6rI imo,
d E CALC WF 1
las campañas
oceanogr&ficas
e v i d e n c i a q u e e n l a c o s t a o c c i d e n t a l d e BaJa C a l i f o r n i a S u r s e p r e s e n t a
entre Las
superficial
e l m i s m o patrón d e v a r i a c i ó n d e l a t e m p e r a t u r a
$
año5 1950 y 1959, l a s t e m p e r a t u r a 5 m í n i m a 5 se presentan en la primüvara
y l a s m á x i m a s e n e l o t o ñ o , l o q u e s u g i e r e q u e e s t e c i c l o d e temperatkqra
s e p r e s e n t a r e g u l a r m e n t e e n l a c o s t a o c c i d e n t a l d e BEJJ¿ S C a l i f o r n i a C;IJF.
I n t i m a m e n t e r e l a c i o n a d o c o n e s t a variacio/n e n l a t e m p e r a t u r a . Se
encuentra la influencia de las corrientes marinas,
la5
cuales
p ‘f 2 d e n
conocerse por el
q u e d a u n a representacibn de la
flU JO geostrbfico,
i n t e n s i d a d y d i r e c c i ó n d e l a s c o r r i e n t e s , b,asándose e n l a
inclinasic?n
que tiene
la superficie del agua para dar como resultado el movimiento
E n l a s v a r i a c i o n e s d e l fluyo geostrófico e n t r e 1 9 3 9 y
de la corriente.
1 9 6 4 (Wyllie, 19661, p u e d e v e r s e q u e a l o l a r g o d e estns años, e n l a
primavera la
C o r r i e n t e d e C a l i f o n i a q u e f l u y e h a c i a e l sur, c o r r e rruy
cerca de las
disminuyendo
así la
costas
Cal i fornia
Sur,
d e BaJa
t e m p e r a t u r a , adembs e n e s t a t e m p o r a d a s o p l a n v i e n t o s d e l o e s t e d e u n a
P o r e l c o n t r a r i o e n e l otofio l a i n f l u e n c i a e s d?
1d
manera con5tante.
masa de agua
e s t a regidn p e n e t r a n d o e n t r a l a
ecuatorial
invade
que
condiciones
c peninsula y la
California, y
con e s t a s
Corriente de
t r o p i c a l e s s e a s o c i a n l a s t e m p e r a t u r a s m$s a l t a s .
registraAoS
Al comparar los valores de temperatura superficial,
en los
c r u c e r o s . d e CAL.CWFl, p a r a l a s tibes z o n a s e n q u o Fuc! d i v i d i d o e l
costa
occidental de
pián b á s i c o d e
largo
de
la
estacioncs a lo
durante
California y
ab serva
el
(fig. 21, s e
BaJa
California
que
mC;5
temperaturas
alta5 a
1dS
principio del verano se presentan la5
c u a l e s s e r e p r o d u c e $. _s_g_q,a, y l a t e m p e r a t u r a q u e 5e p r e s e n t a d u r a n t e
q” e
los
l a p r i m a v e r a , a u n q u e eS baJa, n o a l c a n z a v a l o r e s i n f e r i o r e s a
se presentan
e n l a s z o n a s c e n t r o y norte, d o n d e a d e m á s e s t a e s p e c i e s e
E n t o n c e s quiza l a r e p r o d u c c i ó n d i s m i n u y a p o r i n f l u e n c i a d e
reproduce.
desestabilizandn l a
los
vientos,
turbulencia
cuales
provocan
los
desove de
para el
columna de agua, l o c u a l
parece
s e r importante
C ‘:!ZQ
especi”es c o m o l a s a r d i n a y l a a n c h o v e t a d e l n o r t e (Laskert 19811.
c o n l o s r e g i s t r o s d e t e m p e r a t u r a e n los
i n d i c a d o r d e 6sto s e c u e n t a
c i c l o s d i u r n a s , d o n d e s e o b s e r v a q u e l a c o l u m n a d e a g u a e s homogensa en
e s p a c in d a
permanece
las breas de reproducción,
condicibn
por
que
v a r i o s dfas.
con
desove
BaJo e s t a s c o n s i d e r a c i o n e s , l a s d o s t e n d e n c i a s d e l
respecto a la
t e m p e r a t u r a , s o n e l r e s u l t a d o p o r u n l a d o , d e u n arcrplio
intensidad
i n t e r v a l o d e t e m p e r a t u r a p a r a e l d e s o v e y, p o r o t r o , d e l a
d e l o s v i e n t o s , q u e m o d i f i c a n n o t a b l e m e n t e l a e s t r u c t u r a d e l a colur:na
poblacibn
d e aguas l o c u a l n o d e t i e n e e l p r o c e s o r e p r o d u c t o r , p e r o l a
E s t e h e c h o , ta-)U i k n
d e 5. saoa& n o
llega al d e s o v e e n f o r m a m a s i v a .
de
c8lculoS
Justifica el utilizar la temperatura superficial para los
condiciones de
en
edad en
desarrollan
I!3S
huevos,
puesto
que
56
h o m o g e n e i d a d t é r m i c a e n l a columrta d e a g u a .
o c e a n o g r á f i c a s d e :a
características
T’eniendo e n c u e n t a
las
e s a l r e d e d o r d e S:ahld
costa
d e BaJa
C a l i f o r n i a Sur,
occidental
M a g d a l e n a d o n d e s e p r e s e n t a e l l í m i t e e n t r e l a C o r r i e n t e d e Califzl.ni.5
yk l a m a s a d e
a g u a e c u a t o r i a l , m i e n t r a s píirmanece l a i n f l u e n c i a de l a
p r i m e r a , s e o b s e r v a u n régimen t e m p l a d o y .entonces l a p o b l a c i ó n d e S.
a temperaturas
aún
reproductoras
z.g_q_a s e m a n t i e n e e n c o n d i c i o n e s
superjóres a l o s 26%, p e r o s¿10 5e l l e g a a l d e s o v e c u a n d o s e presetakan
los
vientos, al
como
tal
las condiciones adecuadas en forma local,
I
43
terminar esta
i n f l u e n c i a , *y s e p r e s e n t a e l a g u a e c u a t o r i a l , predcnipa
un régimen tropical y durante el
cual
140
se e v i d e n c i a
acti*..idad
reproductora en la sardina.
E s t e f r e n t e gua p u e d e p o n e r s e e n evidsna:ia
por la
temp era t ura, n o e s sdlamente u n a i n t e r f a s e t é r m i c a , s i n o que e n
relidad son dos ambientes distintos los que en
esta
zona
entran en
contacto.
Ademds
esta
largo de la costa
i n t e r f a s e 5e
mueve
a
lo
o c c i d e n t a l d e B. C.S e n u n a franJa q u e s e l o c a l i z a a p r o x i m a d a m e n t e de-de
el sur de Punta Eugenia hasta Punta Lobos.
De esta forma la
frontera
crea condiciones
z o n a d e i n t e r a c c iÓ n a l t e r n a n d o s e et-1
p a r t i c u l a r e s *de
d o s t e m p o r a d a s , e l i n v i e r n o y e l otoZo.
Asociado a las variaciones de
e s t a i n t e r f a s e s e e n c u e n t r a l a r e p r o d u c c i ó n d e EL._ s_a_q,&x e n l a z o n a sur.
T o d o e s t o t i e n e p a r t i c u l a r i n t e r é s p a r a l a a p l i c a c i ó n d e l m&t;?:do
se
d e e v a l u a c i ó n , 91ursto q-e la:, v a r i a c i o n e s d e l a z o n a d e transicidn,
refleJan f u e r t e m e n t e e n e l p r o c e s o r e p r o d u c t o r d e l a s a r d i n a , g e n e r a n d o
desoie Su
asi i n c e r t i d u m b r e
en
el
tiempo
del
sobre l a
ub i cac i&n
c extensic5n y
anp 1 ia
menos
mds 0
localizacidn, l a
puede
ser
c 1.1 a 1
dependiendo de
E s t o c r e a l a n e c e s i d a d de
las condiciones ambientales.
fir
de
vigilar constantemente la reproducción de esta especie) con el
realizar la
e v a l u a c i ó n e n e l m o m e n t o más a d e c u a d o , e s p e c i a l m e n t e S i S e
llevar 3
toma en cuenta la cantidad de recursos que se requieren para
cabo esta evaluación,
e s u n a t é c n i c a m á s econbmica q u e
que
si
bién
invercJi/sr.
o t r o s m é t o d o s m e d i a n t e e l ictioplancton, r e q u i e r e d e c i e r t a
E s t o J u s t i f i c a p l e n a m e n t e u n s e g u i m i e n t o e s t r e c h o d e l a reproducci&n de
la sardina,
puesto
que e s m u y a l t o e l r i e s g o d e u b i c a r l o s muestre:cs
puede a f e c t a r n o t a b l e m e n t e l a
f u e r a d e l a 6poca a d e c u a d a @ l o
cual
variacibn de
con5ecuencia l a precisi6n d i - l a
los
datos, y
como
evaluaci6n p o s i b l e m e n t e ser4 m e n o r .
II.
El+ d e s o v e y caracteristicas r e p r o d u c t o r a s d e l a poblaci6n
adulta
po t’
E n l o s c&lculos p a r a o b t e n e r l a
f r e c u e n c i a d e d esovantes
día, y la
produccibn d e
h u e v o s , s e p a r t e d e l a s e d a d e s calculada5 a
partir de la
s e diJ0 a n t e r i o r m e n t e .
hora del
c amo
lAS
desove,
r e s u l t a d o s d e l a s o b s e r v a c i o n e s diiJrnas, i n d i c a n q u e e l d e s o v e s e lle~b
a cabo a l r e d e d o r
d e l a s 21:30 hrs, según l o s d a t o s d e Ahlstrom (19&3)
horas,
y
e l d e s o v e o c u r r e e n u n i n t e r v a l o e n t r e l a s 2 0 : 0 0 y l a s 02:OO
i
n
t
e
r
v
a
l
o
e
n
t
r
e
l
a
s
18:OO
y
L
a
s
en Hunter
(1981b) s e menc i ona
este
E s t o h a c e razonãblc
02:00, con un m á x i m o a l r e d e d o r d e l a s 22:OO h o r a s .
ocurre
a
las
e l c o n s i d e r a r q u e l a h o r a d e l d e s o v e e n Bahía M a g d a l e n a
cálculos d e e d a d r e q u e r i d o s p a r a la
22: OO horas,
fines de
para
lo5
evaluacicjn.
Este horario del desove es señalado como parte de una estrategia
d e reproducci6n o r i e n t a d a p a r a e v i t a r l o s d e p r e d a d o r e s , q u e s o n ac1;iws
desove se
d u r a n t e e l d í a (Hunter, 1 9 8 1 ) p u e s t o q u e e n l a s m a n c h a s d e
concentraciones d e h u e v o s d e e s t a f o r m a , c o n e l de-zove
presentan al tas
LoS
qlJe
nocturno los depredadores no muestran actividad y se permite
htevos d e s o v a d o s s e d i f u n d a n , s i e n d o m e n o s a c c e s i b l e s a l a depredacil<n.
Sin embargo
n o e l i m i n a e l c a n i b a l i s m o , y a q u e l o s mismo,s adrJ1 t o s
ésto
mi sin0
p u e d e n a l i m e n t a r s e d e s u s h u e v o s , puecto q u e e s t á n p r e s e n t e 5 a l
eFectua e l d e s o v e (Hunter y KimbreIL,
tiempo en
donde se
la5
Areas
tambi&n
s e
19801.
h u e v o s , e n manchas
Esta
distribucitn d e
los
/
44
L
relaciona con la
organismos que constituyen el
distribuci61, d e l o s
a l i m e n t o d e l a s l a r v a 5 y a d u l t o 5 (Alvarino, iww 1.
E s t a s caracteristicas sc)11 e l r e s u l t a d o d e l p r o c e s o d e d e s o v e q u e
5e
lleva
a
dr!
los
card bmenes, e n
punto
e f e c t o e n e 1.
5 eno
Url
determinado.
desove
Asf a l momento
108 huevos se l o c a l i z a 0 e n
dr?l
m a n c h a s m u y c o n c e n t r a d a s q u e v a n disper&ndose h a c i a l a p e r i f e r i a .
En
l a z o n a de Uah fa Magdalena, s e a d v i e r t e qur! más d e l 7 0 % de los h u e v o s
muestreados e n J u l i o d e 1782, provierlcn d e d o s
estac iones
bnicamel,ke,
un hecho
semeJante r e p o r t a S m i t h (1981) p a r a los h u e v o s d e j&_. sa_.- etr
C a l i f o r n i a , d o n d e e l 3’7 % de 105 h u e v o s c o l e c t a d o s d e 1951 a
1959 p o r
CalCClFI, p r o v i e n e n
e s t a c i o n e s muestreadas.
las
de
0. 6 %
de
En la
f i g u r a (20) s e m u e s t r a l a conf iguraci6n d e u n a m a n c h a d e desove, ba5ado
en l a s d e n s i d a d e s o b s e r v a d a s e n Dahn/a M a g d a l e n a , e n J u l i o d e 1 9 8 2 se ve
‘que l a d e n s i d a d d e h u e v o s d i s m i n u y e b r u s c a m e n t e h a c i a l a
periferia y
p r e s e n t a uila al ta concentracibit e n cl cclnt>\o.
desove
se
ra 1
E n e l . caka d e l o s adultcbs, lon e v e n t o s asociados
agrupan en
e l c i c l o d e produccj,án d e ovocitosr s i e n d o l a f r e c u e n c i a d e
des0v.e.
del
desovantec, e n c i e r t a forma un irldicador d e l a i n t e n s i d a d
Este ciclo se
i n i c i a c o n l a m a d u r e z d e l a poblacidn a d u l t a , s i g u e c:oi~
A partir de
l a hidratacidn de u n a fraccidn y el d e s o v e .
aqwf pueden
s e ñ a l a d o p o r la
seguirse dos
e s t a d i o d e reposot
caminos:
UIIO
al
(,l
otro,
es
la
atrtlsicos;
p r e s e n c i a d e g r a n c a n t i d a d d e folfculos
reorganizacidn d e l o v a r i o y n u e v a m e n t e l a h i d r a t a c i ó n y d e s o v e .
ovoc i tos,
da
produccidn d e
la
Tomando como
base el
ciclo
r
e
p
r
e
s
e
n
t
a
e
l
v
a
l
o
r
p
r
o
m
e
d
i
o
d
e
la
frecuewia d e
desovantes
d
ia
por
f r a c c i d n d e h e m b r a s d e l a poblacibn q u e d e s o v a n c a d a n o c h e , p a r a E!FlF!r'O
de 1984 e s t a f r a c c i d n f u i d e a l r e d e d o r d e l 13 %, l o c u a l s i g n i f i c a -Jue
dfas
durante
los
e l 1 0 0 % de l a poblacidn d e s o v a en csl~cdedor* d e 7
l o s c u a l e s c o m p r e n d e n u n p e r i o d o d e c i n c o mese.3 po,.
mdximos d e d e s o v e ;
temporada.
E l h e c h o d e mantener urja pohlacik p r e p a r a d a p a r a e l d e s o v e
implica
taI1
q?le l a
peTGod0
larg 0,
cada
noche
a
lo
largo de
un
s
i
g
u
i
e
n
t
e
g
r
u
po de
reorganizacidn del ovario
del
l a madurac ibn
d
e
t
a
l
f
o
r
m
a
q
u
e
puede
OVOCitos tarda
u n periodo Cercano a los 7 dljc,,
e s p e r a r s e q u e potel\cialmente u n a h e m b r a d e s o v e a l r e d e d o r d e 2 0 veces a
T a l condici6n c o i n c i d e c o n l o o b s e r v a d o e n
lo largo de
la temporada.
valor de
Por o t r a p a r t e , e l
En_q.ral_&- Bp_d,.a.x (Hunter y Leong, 17U3).
f r e c u e n c i a d e d e s o v a n t e s eltcant-r*ado p a r a .lulio de 19828 i n d i c a q u e e s t e
p r e s e n t e n 9 lo
S(?
po~ihlemente
que
pardmetro p r e s e n t a
variaciones,
2¿,
l a r g o d e l a m i s m a t e m p o r a d a , p o r t a n t o n o e x i s t e s e g u r i d a d c?n los
e l v e l a r d e l a f e c u n d i d a d t o t a l d e esta
desoves, y
1 C)
tanto en
por
ecipecie.
observuda
S i aunrjdo a 6sto se c o n s i d e r a q u e In .Fecundidad m e d i a
fu,c! d e a l r e d e d o r
d e 19, 0 0 0 o v o c i t o o pc~r‘ h e m b r a p o r dasove p a r c i a l , s e
es’td h a b . l a n d o d e u n p o t e n c i a l c e r c a n o a l o s =WCI, OO0 o v o c i t o s p o r hembra
contraposici&n
eil
parciales,
desoves
p o r t e m p o r a d a , e s d e c i r cn 2 0
e s t á n l o s v a l o r e s d e f e c u n d i d a d t o t a l r e p o r t a d o s p o r Clark (1934) p a r a
MacGr egordesoves,
&- s$j_&. c o n 1 9 0 , 0 0 0 o v o c i t o s p o r h e m b r a e n t r e s
potencial cercano 3 Los
Ull
c on
(: lY57) 5eTiola
tamb i 6n
tres
desoves
desozfe.2,
iOS,OOW o v n c i t o s p o r h e m b r a y, P d e x (1976) c o n s i d e r a s o l o d o s
s e ñ a l a u n a I?eC‘undidad t o t a l d e 80,000 ovocito~ p o r
e n O._ lib.exCat e Y
hembra, e s t o s d a t o s d a n u n a *idea de la
ent r*e
diferencia
valol.es
los
e s t i m a d o s c o n u n nbmero
pequerìo d e d e s o v e s y l o s o b t e n i d c s ~1
tan
c o n s i d e r a r e l nbmero p o t e n c i a l d e d e s o v e s p a r c i a l e s , tomando como
b.*se
l a fraccián d e
desovantes
E n e s t e s e n t i d o , L a s k e r (1%34!
p or
dia.
apunta que al no tomar en cuenta las altos v a l o r e s d e
produccibn d e
ovocitos, la5
que
se
estimaciones de la
fecundidad
han realizado
r e p r e s e n t a n u n a , subestimación i m p o r t a n t e d e e s t e
parAmetro,
CI.10
por
las evaluaciones de
l a b i o m a s a d e s o v a n t e r e s u l t a d o d e l a divisi6p Ael
c e n s o d e h u e v o s e n t r e l a f e c u n d i d a d , t i e n e n u n a sobreestimaci6n not;able
de la biomasa.
P a r a e l metodo d e eval uac idn
por
producción de
huevos,
105
parámetros de la
t i e n e n m a y o r p r o b l e m a sc la
que
población
adulta
f e c u n d i d a d p a r c i a l y l a fracci6n d e d e s o v a n t e s
dia,
se
ha
como
por
visto ésto
es porque hasta hace poco tiempo se consideraban valores de
p r o d u c c i ó n d e o v o c i t o s notáblemente baJOs.
Este a s p e c t o e s
inpor+:ante
c para l a eva luac i dr\,
d a d a l a d i n á m i c a r e p r o d u c t o r a d e I.cs
puesto
q.ue
d e s o v a n t e s parc iales, l a e s t i m a c i ó n d e l a b i o m a s a e s una
observac id11
instantsnea y,
los parámetros del modelo representan valores diarios 6
como la fecundidad parcial por desove.
1a
Desde el punto de vista
te’
cnico,
para la estimación de
f e c u n d i d a d p a r c i a l s e deben
e
n
c
u
e
n
t
a
l
o
s
h
o
r
a
r
i
o
s
c
o
n
qcel
tener
ciclo de desove se desarrolla,
h
i
drat;ìd.as
puesto
hembras
la5
que
p r e s e n t a n a p a r t i r del
utilizadas por
(19130) s e
Hunter y
Macewicz
n3merc a l
mediodl/a h a s t a e l a t a r d e c e r y
dra’
sticamente
su
disminuye
l l e g a r a l m á x i m o d e l d e s o v e , a l r e d e d o r d e l a s 2 2 : 0 0 hrs.
S i n embs,.gn,
op aY.3
al utilizar muestras provenientes de la captura
comercial,
que
probabil
i
dad
de
ob?ener
r e g u l a r m e n t e desput$s d e
hrs,
la
las
23: OO
hembras hidratadas es
Este
es
prob la~,a
baJa.
un
sumamente
p
l
a
n
t
e
a
n
c
o
m
o
alternafiLa
generalizado, por
a
l
(19E?411
el 1 o Hunter et,. ....._.Z._.
obtener la
u t i l i z a r h e m b r a s maduras
para el
desove,
preparandose
distribución de
didmetros d e o v o c i t o s intraovbricos y e s t i m a r e l g~!~po
q u e r e p r e s e n t a e l prbximo desove, p o r e l
d e s f a s a m i e n t o d e u n g I’ U p 0
m o d a l m a s a v a n z a d o (fig. 6).
una
En esta forma de estimar la fecundidad parcial, no se tiene
estimacidn d e l
t i e m p o q u e d e b e r á t r a n s c u r r i r e n t r e e l e s t a d o e n qfje s e
d i f e r e n t e s e p r e s e n t a er. l o
e n c u e n t r a n y e l d e s o v e , situaci6n muy
propuesto por
Hunter
y M a c e w i c z (19801, q u i e n e s u t i l i z a n ~610 hembras
F? .s
caso se
que
sabe
hidratadas para estimar la fecundidad, en este
cuestibn de u n a s h o r a s p a r a q u e l l e g u e n a l d e s o v e , dsto p e r m i t e s u p o n e r
. que en
r e c l u t a m i e n t o d e o v o c i t o s inmadurcs al
este
corto
tiempo el
g r u p o d e d e s o v e e s m u y baJo, a s i m i s m o l a p&dida d e o v o c i t o s hidrataJas
hembras
cuando se utilizan
por proceso de
atresiai
sin
embargo)
maduras no hay bases para establecer estas suposiciones.
Aderndri: d e l o a n t e r i o r , c u a n d o s e r e a l i z a n l a s m a n i p u l a c i o n e s e n
el laboratorio,
existe una diferencia importante entre ambas técnicas,
ovoc i 40s
cbando s e u t i l i z a n h e m b r a s m a d u r a s l a estimacic(n d e l g r u p o d e
t o d o s l o s p a s o s q u e se h a n d e s c r i t o , e n c a m b i o c o n
desfasados requiere
grt;po
las hembras hidratadas este desfasamiento es tan evidente que el
de los
se, e v a l u a e n f o r m a d i r e c t a sin
ovocitos
desove
prrSximos a l
n e c e s i d a d d e o b t e n e r l a distribucidn d e d i á m e t r o s .
A l c o m p a r a r l o s vaI!lres
r~;t.im;rSos ds
l a
f ecund idad
parc ial,
basados en
hemhran
maduras, t.011 3 nn obtenidos p a r a o t r a 5 especies; se
o b s e r v a qt.~e l a f e c u n d i d a d raelativû enconkrilda p a r a sA_ s.$.gax,
tittr un
valor comparable,
A pesar d e ksto oe~.fs
e n l a tabla 13.
como
se
ve
interesante hacer
ambas metodolag~ss,
+.srma
estimacjones
p or
en
simultdnea, p a r a
r*e5olucidn
d
e
l
o
s
m
é
t
o
d
o
s
e
n
Funci&,4
de
comparar la
l o s c o s t o s d e l m u e s t r e o , p u e s t o q u e p a r a trebaJar c o n h e m b r a s
mad:iras,
se puede
r e a l i z a r e l m u e s t r e o a burdo de la f-lota c o m e r c i a l , pero para
obtener hembras hidratadas se
r e q u i e r e d e embarcaciones
t 12.7ã r
para
m u e s t r a s d u r a n t e e l día, c u a n d o g e n e r a l m e n t e l a f l o t a n o o p e r a .
lalila No.
lb.
Comparac iol~es d e
d e ---.
S. s a q aL x c o n o t r a s e s p e c i e s nfirles.
c
Especie
r; E. c
arro
l a Pectlndidad palbcial
relsfiva
I.iteibte d e i n f o r m a c i ó n
* V a l o r o b t e n i d o p a r a e l Go3l?o de C<:iliI:nrrkia.
E n c:uanto a la estirnacidn de la frecuencia d e d e s o v a n t e s p o r dt/a
aparece una 1 imi tante t é c n i c a , d e b i d o a Xa d i f i c u l t a d qt~e e x i s t e e n 18
diferencinci6n d o
l a clases de
En
$CJlfCfJlC?5
postovul atorios.
J. WY3 i
d e s c r i p c i o n e s a n t e r i o r e s (Cunningham,
Andrews,
19311,
no
se
consideraba el
t i e m p o tl~anscul~rjdo e n t r e cl d e s o v e y la h o r a e n q u e s e
Ct3T-f?Cf?lt
cl P
utilidad
p r á c t i c a , para
t o m a n l a s m u e s t r a s , p o r 1.0 t a n t o
PIAs r e c i e n t e s s o n l o s t r a b a d o s e;t E.
d e t e r m i n a r l a fracci6n desovante.
m o r d a x (tiunter
y Oo3 dberg, l9W> y fa $i._ ~_*rr~x IAlarcon et . . . . . &_l í934)
‘
T---e s t a s d e s c r i p c i o n e s s e hac.en en Función de los c a m b i o s m o r f o l ó g i c o s d e
la capa g r a n u l o s a
asi’ como del lumen que queda despue(s
del
POliCUlO,
teca
del desove.
S i n e m b a r g o e l proceso d e c i c a t r i z a c i ó n i n c l u y e a l a
externa y
te JidO
colIJunfivo
el emantos
d F? 1
sobre
todo õ
los
proce
e s p e c i a l i z a d o s e n l a reabsorci6rb do los te,lidos, a s í c o m o
del
características
se tratan de
d e capilarización d e l a
Esta5
2 ana.
i n c l u i r e n l a s d e s c r i p c i o n e s q u e s e halr p r e s e n t a d o , co11 l a f i n a l i d a d d e
QolIcuXos
de
los
clasiFicaci¿ín
proporcionar más elementos
para la
una
la necesidad de
110
e 1 imina
postovulatorios.
f?‘sto s i n
duda
llevar a
E!St;d!T
gue
cabo
c a p a c i t a c i ó n hspecial
debe
de 1
personal
o b s e r v a c i o n e s , tales
l o p~oportelt Alarcon f3ts2,_ é&__ (í904), peru s e
como
f-IA_,
señalar
tr’ata de
entt~enamiento
a l
hacer
fdS
Facil
cA
c a r a c t e r í s t i c a s d e l o s fo1 ículos postovulatorios.
E n c u a n t o a los c~lculor; pn1.a l a rstjmaciÓ n d e l a f r e c u e n c i a d e
desovantes por
s e h a s e ñ a l a d o q u e l a ventaJa de considerar el d í a
día
II” ,, d e sÓ3.o 8 h o r a s , r a d i c a e n q u e l o s fcrll’
culos POIZ) s o n lh h o r a s mbs
47
ds solu E! hul~å!~r
radica en q:.t~ ?.or, I:ol.íCu.1C>s f’UC2> ~;on 16 h u r a s ct..4s
J&eWs, ~‘
iti-l(do l a d i f i c u l t a d seEaloda por. fIunter y
Mecewicz
C 1%X?)
en el
serlti d o d e c o n f u n d i r e s t a s e s t r u c t u r a s c o n atresias b e t a .
En la
f i g u r a (3) s e c o m p a r a n grBFicamPr1te e s t o s rlos 5istemas, d o n d e s e
h.%c e
evidente que
c o n e l m é t o d o u t i l i z a d o l o s f o l í c u l o s postovulatorios del
día d o s s o n m á s Júvenes.
Otra cuesti6n q u e e s s e ñ a l a d a p o r l o s
mis:ios
autores, es la
a p a r e n t e m a y o r v u l n e r a b i l i d a d a l a s a r t e s d e p e s c a pur
p a r t e d e l a s h e m b r a s h i d r a t a d a s , situacidn
en e s t e
que
ca50
no
se
presentb, p o r
110
hembras en
este estadio
apar ec i eT.on
er: las
que
m u e s t r a s uti lizadan.
S i n e m b a r g o h a y q u e mencionar que la operacidn d e
pt?sca c o m e r c i a l d i s t a m u c h o d e 1.111 si nteme d e m u e s t r e o jntensivo a
todo
lo largo de
las
Areas d e
reproducci6n,
d CI n d e existe
inc,lusa l a
s e l e c c i ó n d e cardGmenes de interds p a r a l a F l o t a .
!~;l:rI’
1
En e s t e s e n t i d o ,
de d Q!J
es
tr;lba Jar
posible
formas:
lfrtdn
considerar
un
muestreo
CCJal
pudiera
bnicñ:rrente
esprcífjcol
Cl
c o m p l e t a r s e c o n m u e s t r a s tomadas de la
pesquería, la otra
~I‘oT*ma es
ut i 1 i zar ~.JIT
muestreo
Sc510
de
la
ex trnsivo
dependa
operac i6n
quP
comercial.
Nuevamente, se trata
entre la
IJ 11
balarlce
prec is idta
de
r e q u e r i d a y e l c o s t o q u e TScprecellta.
III.
‘T i e m p o
de
desarrollo
embrionario
y
p r o d u c c i ó n diaT.ja de huevo.5.
desarroll o
embrinar iu,
L a v e l o c i d a d c o n q\le se 3 l e v a a c a b o e l
no
es u t i l i z a d a
5in
la
evaluac i 6n,
embargo es
directamente
en
importante para
1us
cprt sados.
E5ca
calculara la
huevos
edad de
velocidad se ve
afectada
p o r l o s f a c t o r e s a m b i e n t a l e s , p u e s t o qrJe et.4
e s t a fase s e t r a t a d e organismoc. planctitnicns, e n e l caso d e $S.” ~.BA&L y
factor d e F‘3!dor
o t r o s c l u p e i d o s s e r e c o n o c e a la temperatura como el
i m p o r t a n c i a (tiempel,
-Forma
en q u e e s t e paT*Smetro influyo
lW91, l a
s o b r e e l d e s a r r o l l o s e d r s c r i b c c o m o u n a Futrcibn p o t e n c i a l
CZweifel
Lasker, lV//ó),
d e
dr t i e m p o d e de?.arrollo obtetti.do
hecho e l
mr>drlo
tiene la misma forma, sin embargo dificyr! tic
los modelos
anteriores
paT*Fi l a
d e b i d o a q I..: e s u
I_askFr,
1964),
CAh15tram,
sardina
1743 y
d o m i n i o a l c a n z a los 2.7 OC: y
considerarse
como un
tanto puede
por
indicador del
tiempo de desarrollo a t e m p e r a t u r a s
comportamiento
del
s u p e r i o r e s n 1.05 21 OC:.
evidencia
A p a r t i r d e 1 . 0 s resultados o b t e n i d o s , se p o n e e n
que
desarrnì 1 o mantiene e l
en las
Vagdaí ena, e l
c o n d FI- i nnerr dP !?-h<a
disminuir la
c o m p o r t a m i e n t o descT*ito por* u n a I?unc icSn exponerfc ial, 5 i n
velocidad a
pudj.era o c u r r i r a l a c e r c a r s e a l
mayor
tempcraturn, c o m o
embrionar*io.
limite de tolerancia d e t e m p e r a t u r a p a r a e l d esarroll o
Si-n e m b a r g o e n e l m o d e l o e n c o n t r a d o se a d v i e r t e q u e l a p e n d i e n t e e s nds
suave> e s t o (puede s e r e r e c t o pT+oducido p o r l a p o c a inFormación Corr que
s e Contó p a r a desarT*ollaT*
e l m o d e l o , s i n e m b a r g o tambihn p u e d e tratarse
db u n a d i f e r e n c i a errtre la poblacibn rtorteíir? e n C a l i f o r n i a y l a d e l s u r
e n c o s t a O c c i d e n t a l d e Unta C a l i f o r n i a ?3itr.
PI la luz d e l o s d a t o s pT,clporcionados por e l
vo 1 ver.
desarrollo--temperatura,
itc)c esari 0
PS
dt?C;ovf,
el
p r o d LI c e
temperaturas a la5 que 5 e
d i f e r e n c i a q u e é s t a p r e s e n t a e11 l a t e m p o r a d a e s
modelo de tiempo de
las
a
I: on 5 i derar
que
dado la
puesto
decir, e n e l i n v i e r n o
y
43
otro extremo, alrededor
ZI'J-,-%1 OC, entol~c es r e s u l t a q u e e l t i e m p o d e
de
permanencia en loa
h \ievt),
v ar ; a
notablemente
en
Ia
estadios
de
tempòrada, p ’u e s t o
que erl e l invirrrio CI deSor~ro11o St? COfIlpletd t?E dS
de 48 horas, p e r o en verano t a r d a cel‘
ca d e 2 4 horas, 11
EGc;lSS
menos.
.condiciones inFluyrtn fuertements
distrihucibn d e
l o s hue\ectS,
en
lo
p u e s t o que c a b e e s p e r a r q u e e n e l ve.l‘ano la distribuci6n d e l o s
h u e ‘;o s
sea en manchas de mayor densidad y POI. l o t a n t o quizas r e s u l t e a d e c u a d o
m o d i f i c a r e l s i s t e m a d e m u e s t r e o c o n e l fili de a u m e n t a r l a precisihn d e
l a e s t i m a c i ó n 'de la p r o d u c c i ó n d i a r i a d e htJeVOS.
índice d e mortal idad
LltILa cuestic’,n que de 6sto resulta, es el
instantánea, puesto
q u e e n lar. Pr>tar:i.ol~es d e 24 h o r a s y e l obtenidc e n
reEiu1 taron
valoreeS
t o d a e l &ea d e I3ahia M a g d a l e n a , en Jlrlio CIP 13tj21
Limi4.h (19’73, c i t a d o p o r lie:Tpel,
mvy c e r c a n o s ,
mayores
a 7. 0 IloT' dfiì.
parte
p 07‘ tl la.
Por \Jl3d
asco5
,1979) mencljona u n v a l o r d e x =
0. :1
r e s u l t a d o s sugierell l a posibilidad
d (?
u n c o m p o r t a m i e n t o m& 0 ~!éno~
e s t a b l e d e l a m o r t a l idad il,statlt;jnea, y por _OtT'CJr existe una diferenci.3
de Cal i Pornia,
eSta
n o t a b l e c o n l a m o r t a l i d a d i*eportada pora el área
diferencia p u e d e
e s t a r i~elaciolrada cuit l a s c o n d i c i o n e s e n d o s reg i.c?es
obseracisltes
eCccto d e
1 as p o c a s
d i s t i n t a s p e r o t a m b i é n p\,ede
5 c ‘1.
d i s p o n i b l e s , p o r t a n t o n o e s pnsi.ble llcga~ a u n a conclusi6n.
Por l o q u e 5e reficrbe a l valu-1’ d e pl>uducci6n d e h u e v o s , s e IIeg6
(Stauf f e r q
para k
repoi’
ta
a u n v a l o r p a r e c i d r r a l qile s e
. L.. mord 3.x
tanto se coilsiriera como IJII~ estimación raroqable
Picquelle, 1980)
p or
presic ibn
!jin e m b a r g o , l a
d e l a p r o d u c c i ó n m e d i a d e h u e v o s elt cl mar.
c o n q u e .I!IJé o b t e n i d o e s t e valc-)?: mt!dio, s e v i 6 afbectado sustancial,Tenfe
;t or
mueSSre3
el
tn
el marr
y
h r!evoc
p o r l a
diatribucián d e loc.
reducido de arrastres
realizado, e l
nrjmcro
111)
consi.stid
f! 11
cual
lo que obliga
s u p e r f i c i a l e s d e planctort e n u n plan d e p o c a s estacionssn
númerc d e
a comparar l o s r e s u l t a d o s d e mrlestras m u y a b u n d a n t e s e n e l
huevos, con
e s t a c i o n e s donde pr$CtiCametite ~10 apareCierOl3, generg!?dQse
a s í u n a varjacibn m&s ámplia.
En l a a p l i c a c i ó n d e esto tnetodologr/a erl especie5 como &_. j,ag_$Q_ 0
h a s i d o e l caso d e e’__ ric.!l:E”n.s_ (%nith *ei;. galI_, 1983)~ e s i m p o r t a n t e
tomar
un n r?_I -,_a r o
se recorni enda
consideral* el s i s t e m a d e mues t-r ea.
e l e v a d o d e n u e s t r a s d e pqueño tamarín, h a s t a d o n d e ésto s e a p o s i b l e p o r
repel.cute s o b r e 1.0s c o s t o s d e
(1 IJ C?
el aumento
h nrc o>
del
t i e m p o9 (IP
E s p e c í f i c a m e n t e p a r a OX c a s o d e E-;:. mgrd_ax, se desarro u n
muestreo.
vel\ticales, descr i to p o r Iiedith
colector de
al~vnstras
planctnn
pera
SU
resu 1 ta econbmico
para
InllPS trar>>
(1983).
E l p r o c e s o d e E-(E:tas
a p l i c a c i ó n e n u n sistema de muPstrfo i n t e n s i v o .
como
E n e l c a s o clel. pwsente tl,nbaJo, quedo d e m o s t r a d o q u e e l sistsmw
areas d e
d e m u e s t r e o u t i l i z a d o , r e s u l t a c.on baJa resoluciorl sobre laS
reproduccion ‘d e ‘;._ s,.g_qgt# quien para otras especies que tengan areas de
y que la dir,trihuc ion e n m a n c h a s n o s e a t;an
r a p r o d u c c i o n ma-s
extensas
m&r cada, pudi.era S e r u n F;istemi3 m a s eficielIle.
el
prod\J(-ci de huevos, Se aSIJmiÓ que
~ctnstantr! ell eY Area mucstreada, 10 Ccldl
variac icnes,
se
n o e s e s t r i c t a m e n t e ciertOS p u e s t o qlif pueden presental’
p e r o e s vcjlido r e c o n o c e r e l val.ol. rnetlj.0 como l a t e n d e n c i a g e n e r a l .
Para
coeficiente
la estimaci&l
de
mortal ided
de
la
e s
49
p e r o es v á l i d o r e c o n o c e r e l valor m e d i o c o m o l a t e n d e n c i a g e n e r a l .
I V . Evaluacibn d e l a b i o m a s a r e p r o d u c t o r a .
I-lanta aqui se h a n d i s c u t i d o c a d a u n o d e l o s p a r á m e t r o 5
que
se
utilizan en la
huevos.
Ahora si se
evaluaci dn
p OT’ p r o d u c c i d n d e
valor de
a n a l i z a n l o s v a l o r e s m e d i o s d e c a d a par&netru y el
b ioTasa
o b t e n i d o se
e
x
i
s
t
e
n
dos
f
u
e
n
t
e
s
i
m
p
o
r
t
antes de
hace
evidente
que
variacibn, u n a e-, l a f r e c u e n c i a d e deciovantes y l a o t r a l a
estimacián
de la
prnduccidn de
huevos,
a
lo
largo de
e s t a discusibn s e h a n
e x p u e s t o a l g u n a s i d e a s s o b r e e l c o m p o r t a m i e n t o d e e s t o 5 par&netros, lo
c u a l e n c i e r t a f o r m a e x p l i c a e s t a gran variaci6n.
E s t o a p u n t a d i r e c t a m e n t e a los problema5 relativos al
muestreo
q u e d e b e r 8 o r g a n i z a r s e p a r a l l e v a r a c a b o l a evaluaci6n de la sardi.n.s a
‘g r a n e<jcalñ,
modificaciones
en l a
con s i d erar
aunque
5 in
llegar a
metodologia, p o r l o m e n o s e n e l á r e a d e l a
c o s t a O c c i d e n t a l d e BaJa
Cal if ornin Sur.
..Finalmente e l v a l o r d e b i o m a s a o b t e n i d o , c e r c a n o a l a s 23,OG3 T:r,
p a r a ~1
mes
de
diferente
al
obtenido
J u l i o drz
17w>
es
por
colf 17r000 T m p a r a l a t?istra
HernAndez-Váxquez (1984 informe
Interno)
p o (’
é p o c a , l o c u a l s e detertnin6 p o r
captura
del a n á l i s i s d e
medio
puede
dos
unidad
observada
tener
de
diferencia
e5fuerao.
La
e x p l i c a c i o n e s , l a p r i m e r a e s q u e p o r r a z o n e s o p e r a t i v a s , n o s e 1leL.S a
forma simultánea con el muestreo de
cabo el m u e s t r e o d e a d u l t o s e n
unos
d ía5r
p l a n c t o n , a u n q u e l a d i f e r e n c i a en t i e m p o fu6 d e 5 0 1 0
pero
dado las dimensiones
sistema estudiado, pueden tener un
mi 6ma5
del
naturaleza de
l a o t r a raxbn t i e n e q u e v é r c o n l a
e f e c t o .amplificado,
l o s mhtodos d e evaluacidlr, e s t o es el anAlisis de c a p t u r a p o r u n i d a d d e
terldencia g e n e r a l p a r a e l p e r i o d o c o n s i d e r a d o , ei?
e s f u e r z o reFleJa l a
E~f;o
el mk>todo p o r p r o d u c c i d n d e h u e v o s la ,observaciÓ n e s i n s t a n t á n e a .
d i s p o n i b l e a la
poblacián
tambidn s u g i e r e q u e
l a fraccidn d e l a
pesquerfa d e n t r o
de Bahía Magdalena, r e c i b e u n a p o r t e d e l á r e a vecifiaf
zona
para
p u e s t o q u e s i s e c o n s i d e r a l a c a p t u r a t o t a l obtenida e n l a
J u l i o d e 1382, e l v a l o r d e b i o m a s a es s u p e r i o r a e s t a s c a p t u r a s .
Ba,lo e s t a s c o n s i d e r a c i o n e s , p u e d e s u g e r i r s e q u e Dahl/a M a g d a l e n a
niSica
e5 u n s i t i o d e r e f u g i o p e r a e l d e s o v e d e l a s a r d i n a , é5to n o 5ig’
Occidental de
que representa toda el área de reproducción de la costa
d
e
existe
c i e r t a tendencia
BaJa C a l i f o r n i a
Sur,
pero sí
que
s
e
n
t
i
d
o
n
o
existen
t-n ,e/ste
cardúmenes a d e s o v a r d e n t r o d e l a Bahía.
a p o y e n e s t a h i p ó t e s i s , . l o c u a l ser& aclal.ado
pruebas concluyentes
que
tnna
en
la
sardina
información de la
cuando se disponga de mayor
c i r c u n v e c i n a a l a bahia.
emplearfos
l o s métodos
A l l l e g a r a e s t e p u n t o se p u e d e ver q u e
un resultado
para la e v a l u a c i ó n
p o r producciÓ n d e h u e v o s , *tienen
si4tisfactori0, s i s e p i e n s a u t i l i z a r e s t a m e t o d o l o g í a p a r a l a poblacibn
mismo
105
p r e s e n t e e n l a c o s t a o c c i d e n t a l d e BaJa C a l i f o r n i a Sur, aSi
h a c e n a l o l a r g o d e l d e s a r r o l l o d e e s t e trabdjol
s e ñ a l a m i e n t o s q u e se
s o b r e l a i n t e r p r e t a c i ó n d e e s t o s r e s u l t a d o s e s p e c i f i c a m e n t e 105 q u e s e
r e f i e r e n a l o s v a l o r e s d e p r o d u c c i ó n d i a r i a y s u s VariaCiOnesi c o n ésto
los
se está en c o n d i c i o n e s de’ seíïalar q u e e s t e mdtodo es a’plicable aún
u t i l i z a n d o l a s mue5tras p r o v e n i e n t e s d e l a
.flota
comerc i a l ,
para el
muestreo de
adultos,
pero
dc
Jar
c
l
a
r
o
q
u
e
s
e
t
r
a
t
a de un
que
hay
c o m p r o m i s o e n t r e l a s p r i n c i p a l e s ventaJas d e e s t e mbtodo,
tales
c nP0
los nivela5 de
c o n f i a n z a e n q u e se p r e t e n d e u t i l i z a r y l o s c o s t o s qge
gsto r e p r e s e n t a .
técnico, la
aplicación
Desde el
esta
p u n t o d e vi sita
de
metodologia t i e n e
c u e s t i o n e 5 q u e e s p r e c i s o r e s o l v e r p r e v i a m e n t e a:ttes
de plantear su utilización en un área extensa.
Aún p a r a e l c a s o d e u n a
e s p e c i e c o m o S._ sagaz_, la cual se h a e s t u d i a d o d e s d e h a c e t i e m p o ,
pero
donde existen
poblaciones
q u e 5 e manifiestal~ e n
diferencias en
las
carñcteristicas p a r t i c u l a r e s d e
d i v e r s o s {ndices m e t a b ó l i c o s cj d e
producci6n d e
repercute en las estimaciones de los
C \JBl
gametos, lo
p a r á m e t r o s p o b l a c i o n a l e s r e q u e r i d o s , p o r o t r a p a r t e , 5i s e
trata de
especies poco
e s t u d i a d a s , c o m a p u e d e ser e l c a s o d e especie5 pelágicas
‘t r o p i c a l e s , e s t o r e p r e s e n t a u n a d e l a s mayores
limitantes
esta
para
metodologia
necesari 0
contar
COII
de
que
e5
evaluación,
puesto
dest’s’e,
i n f o r m a c i ó n d e t a l l a d a d e l o s p r o c e s o 5 d e l a reproducci6n y del
a s í c o m o d e l d e s a r r o l l o e m b r i o n a r i o , lo cual en la mayoría de 105 casos
5e d e s c o n o c e .
obtenci6n d e
Utra p a r t e q u e d e b e s e ñ a l a r s e es e n c u a n t o .a l a
muestras Y el
proceso de
laboratorio,
ya q u e 6stas d o s p a r t e s d e l
s i s t e m a d e e v a l u a c i ó n r e q u i e r e n d e m a n i p u l a c i o n e s e s p e c í f i c a s , t a l ccmo
se señalb a n t e r i o r m e n t e .
este método es
1Jna d e l a s ventaJas d e
que
ofrece la posibilidad de
l
o
5
v
a
l
o
r
e
s
d e b i o m a s a e n i’o~lra
obtener
expedita, que resulta posible en esta especie, 0 en cualquier
Cfríl
siempre y
c
u
e
n
t
e
c
o
n
l
o
s
s
i
s
t
e
m
a
s
o
r
g
a
n
i
z
a
d
o
s
c
o
m
o
l
i
n
e
a
s de
se
cuando
mecani
zadas
ha
sta
d
o
n
d
e
es
produccidn, p e r f e c t a m e n t e a r t i c u l a d a 5 y
p o s i b l e , con
n
e
c
e
s
a
r
i
a
p
a
ra
fin
de
con
la
i
n
f
o
r
m
a
c
i
ó
n
el
contar
alimentar el modelo de evaluación en el momento oportuno.
Con t o d o l o h a s t a a q u í e x p u e s t o se h a plantedo u n e s q u e m a d e
i n v e s t i g a c i ó n p a r a l l e v a r a c a b o l a evaluaci6n p o r p r o d u c c i ó n d e hue-.os
e n SJ3 saqa.x_l
e m b a r g o e l e s q u e m a e s vAlido p a r a o t r a s e s p e c i e s d e
sin
los
desovant(5 p a r c i a l e s .
E s t o r e s u l t a i m p o r t a n t e 5i s e p i e n s a e n
crirìuda
sard ina
recurso5
tale5
como la
pesqueros
tropicales,
para la
importancia
(&lpisthonema
-_. sppi q u e e n l a a c t u a l i d a d t i e n e g r a n
industria nacional.
e s q u e m a 5e
han p r o b a d o 1 0 5 m é t o d o s
BaJo
este
la
básicas
sobre
requeridos, se
observaciones
h an
rea1.i zado
p
a
r
a
La
e
m
b
r
i
o
n
a
r
i
o
de
S.
reproducción
e
l
desarro
lo
saga X-8
Y
?j U 5
estimacidit d e
n e c e s a r i o s y se hãn a n a l i z a d o
los
parAmetros
p o s i b i l i d a d e s y a l g u n a s a l t e r n a t i v a s , l a s c u a l e s p u e d e n 5er e l p u n t o d e
p a r t i d a p a r a r e a l i z a r estos traba,los c o n o t r a s espec,ies i m p o r t a n t e s 1 d e
d e n u e s t r o país, e x i s t e u n e s c a s o
la5 cuales para el
ca50
concreto
conocimiento.
r’
,
i
51
’ C CINCLW X QNFS
d
I
clinal
del
patrón
1.
Se
conf iwna l a
distribucihn
reproducción de S
saqax
e
n
l
a
costa
o
c
c
i
d
e
n
t
a
l
d
e
Norteamérick.
A, _..-
de
2.
L a f o r m a d e l c i c l o d e reproducci&n en el srea d e e s t u d i a , ãe
largo de
sin
embargo
p r e s e n t a c o n i r r e g u l a r i d a d e s a lo
l o s año5,
a p a r e c e ell f o r m a c o n s i s t e n t e c o n d o s meximos.
1 1 e ab. a a
saq.32, e~t 13ohia M a g d a l e n a , s e
3.
L a reproducciln de S
. ..z... -.
cabo en un
ámplio
i n t e r v a l o d e t e m p e r a t u r a s : e - i c u a l se a m p l í a ha::ia
las temperaturas más altas.
E l c o m p o r t a m i e n t o d e l a t e m p e r a t u r a , d e n t r o d e l a s á r e a s de /
4.
reproducción de S
_= s.a_pax en Bahfa M a g d a l e n a , m u e s t r a h o m o g e n e i d a d ta la
’ c o l u m n a dr? a g u a .
j
9w .
L o s p r o c e s o s r e p r o d u c t i v o s d e sS_, a,gax e n Bah ia Mw;;;e”.;:,
están asaciado’r;
a
qrie
tiene el
frente
las variaciones
ecuatorial
pesente e n l a
Corriente de California y la masa de
agua
zona.
ernhr i onar i o
c o n respecto a l a
b.
El tiempo de desarrollo
u n c o m p o r t a m i e n t o semeJante al que se d e s c r i b e pira
temperatura, sigue
e l á r e a d e C a l i f o r n i a , como un m o d e l o p o t e n c i a l .
.
desarrollo
estudio,
el
el
área
de
7.
Aparentemente en
embrionario se
completa en menos tiempo que en el área de California,
modelo de
que
el
sino
no solo por la diferencia en la temperatura,
tiempo d e
d e s a r r o l l o , p a r a C a l i f o r n i a t i e n e u n a p e n d i e n t e m e n o r q!ie el
e n c o n t r a d o e n Uahia Flagdalena.
Se confxrmnn
8.
desove cada noc ha.
q u e a 1.~1s 22:OO
h oras
s e preserlta el máximo d e l
7.
C o n s i d e r a n d o c l c i c l o d e produccibn d e o v o c i t o s , S
-c.- saaax
d
e
d
e
s
o
v
e
s
p
o
r
t
e
m
p
o
r
a
d
a
y~
p
o
r
t a n t a una
p r e s e n t a IJ~
número
elevado
c
o
n
s
iderados
v
a
l
o
r
e
s
l
o
s
producción de ovocitos notablemente mayor a
hasta ahora.
El valor obtenido para la fecundidad es un valor m e n o r a l
10.
clupeidos, p e r o c o m p a r a b l e a l o b t e n i d o p a r a e.jta
otl‘os
reportado para
especie en California.
I
E l p r o c e s o d e reabsorci¿r, d e l o s folic~los postovulatori~ls~
11.
de 1
cicatrices
ei semeJante a l d e s c r i t o p a r a F
__._ m_nrb+_x.~ s ó l o que< l a s
d e s o v e s o n d,e m a y o r tamaGo y l a t e c a e x t e r n a e s mss g r u e s a .
I
b
frecuencia de
estimación de la
12.
El
s i s t e m a para
la
deso’vantes q u e c o n s i d e r a a l dia 1 de sólo o c h o horas) resultb a p r o p i a d o
p a r a e s t a e s p e c i e e n l a s c o n d i c i o n e s e n q u e desarrollb el traba J o .
13.
LOS
valore5
encontrados,
de
\
frecuencia
de
desovanfr+s,
V
5”
r eve lan q11e
rtotohleme~~te~
estas
este
parámetro
var iñ
p u e d e n s e r d e n t r o d e l a m i s m a temporada P irlteranuales.
oscilacianes
mov ta 1 i dad
EI1 va1ov encc*ntrado del co~f-ici~~~tr
d e
f 4.
a l t o , pero
p u d i e r a e s t a r relacàcnndo CC)II las condiciortes p r o p i a s
época q l a l o c a l i d a d d o n d e s e t~‘aha,~h.
kl v a l o r d e ~wducci6n m e d i a de
15.
c o m p a r a b l e a l r e p o r t a d o p a r a o t r a s espec:ies.
huevos
en
el
t?S
de
marI
fwq
la
es
1-a forma e n Xa c u a l se lleva a c a b o e l d e s o v e , e n e l
SFT-l0
1 h.
que
F5kP
fellt!?flbt?iIc~
5c1¿4
p?‘
bCtiCñfn@ntf?
pun’
i’
Js1,
de los
cnrdbmenes,
hace
estimacibn d e
p o r t a n t o r e p r e s e n t a l a mayor FlJK,nf:@ d e v a r i a c i ó n e n l a
l a b i o m a s a dasovante.
(
/
El valnv d e hi(lmasn der;nv;~nte estA e n e l
mi smo
orden de
1-i.
magnitud que el
reportado
p Oi’ o t r o s m6todos, p o r t a n t o s e c o n s i d e r a
m é t o d o de
aplicaci6n
del
factibilidad
ti e
aceptable, y
señala la
evaluaci<Sn p o r pratfucrciólt d e hr~evos t-1 p~~;ìn escala.
b i ,>m.ssa
N o s e rec.omienda llevar a c a b o l a e v a l u a c i ó n d e l a
18.
r e p r o d u c t o r a d e $.._ sa_ga_x p o r mGtodos i c t i o p l a n c tonológic os> d u r a n t e el
msximo d e reproduccj6n d e verarro.
Para e l desararollo d e l a evi3lIIotiún d e s&_ .Fd.t’d.f&X. p 01’ e s t e
I.Y.
måtodo, e s
m u e s t r a s d e õdlJ ItOS pl’OVenient@S de 1.23
utilj zar
posible
‘S’ .a I o 1”
f l o t a c o m e r c i a l , s i n e m b a r g o e l valor obt.ellj do n o r e p r e s e n t a e l
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J:il -1S7.
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M a d u r e z s e x u a l , p e s o prc!mediol prcrporcihn s e x u a l y .frecuencia d e
denovantes d e S-3 ? ino2.2
cn
e l G o l f o dt? C a l i f o r n i a p.ara
.?!! 9 !%?.
noviembre de
10th
anual
meeting La
J 0 1 1. a
1704.
C IIICASIII
Cal i I?orllia.
.l’
“““s-~~!,Q~~~~o,J. R;r~~;,~~ti~;;~ade Sio-, Q;;;jåci~net.
1425.
Levy..
d e Q~z_thn1te1?a
disc:us iÓ n
Clupeidaa) y
sobre
1 .a
ji,)f_~.~~t.e (Giitlther) (Pistes:
evnl uac i ón por
de
h1lCVC~5, e n B a h í a M a g d a l e n a , 3 C.
prnducc i(,n
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Fishes - a G e n e r a l M o d e l .
Figura No. 1.
M o d e l o d e i n v e s t i g a c i ó n paT’a a p l i c a r
mótodo de evaluacibn por produccih d e h u e v o s en M é x i c o .
el
_
L
,
PRCIWPCION
D E HEMERAS
MUESTRA MINIMA
“ 7
tamaiio de
Figura No. 36.
EJWciciO p a r a d e t e r m i n a r
el
l a mue5tra
para determinar la praporcion de hembras por l a n c e .
85
Fig. No.
CalCUFI ‘5
2.
basi c
stñti on
plan
of
oceanographic stations
used to d e t e r m i n e d t h e a b u n d a n c e o f eggs
a n d larvae.
Northern, C e n t r a l a n d S o u t h e r n r e g i o r r s a r e mar;ted.
Fig.
No.
Fig.
No.
f i s h (from Macer,
3.
Sampling station
p l a n in L(ahia
Magdalena.
4.
R c p r o d u c t i v e cicle f o r a p a r t i a l
1 9 7 6 ) m o d i f i e d For g?_ 5=+x.
:-ig.
No.
5.
estimate t h e age o f
spawll ing
two
used
Camparison betwoen
sys tems
t h e post-ovuIatc)ry F o l l i c l e o f g.__ saaax.
t0
F’ig.
No.
6.
Irttraovarian o o c i t e f r e q u e n c y distribufian
o f a m a t u r e femala:
a) cumulative F r e q u e n c y
distributioni
b)
p l o t in p r o b a b i l i s t i c paper.
k
I
Fig.
development
a n d lY82.
No.
7.
Frequelrcy
stages
o f S,” FL+ q.S.x_)
gonadic
djstribution
of
the
far t h e f i s h i n g seasons o f 1 4 8 1
Fig.
No.
8.
MonthXy gonadosomatic
in B a h i a M a g d a l e n a , a) 19R1, b 1 1913;?.
index
for 9
c
x5aqa
ldl.VdC
Relati.ve a b u n d a n c e o f e g g s (al a n d
Fig.
No.
9.
(b) of
S.
N
o
r
t
h
e
r
n
rone
of
Cal
i
f
o
r
n
i
a
recorded
the
s_z3..3x
in
,between 1951 - 1 9 6 6 (from Kramer, 1970).
R e l a t i v e a b u n d a n c e o f e g g s (al and larvac
Fig.
No.
10.
(b) of 8
_,i. s_a_qqpx in t h e C e n t r a l zone r e c o r d e d b e t w e e n 1 9 5 1 - 1 9 6 5
(from K r a m e r , 1970).
Fig.
No.
11.
Relative abulldattce o f e g g s (al a n d larvae
be tween
1991
(b) o f &_ sñg+x in t h e S o u t h e r n zorre r e c o r d e d
1 9 6 6 (fromC(ramer, 1970).
Fig. No.
Monthl$ m e a n s u r f a c e t e m p e r a t u r e in Bahid
1.2.
M a g d a l e n a - B a h i a AlmeJas d u r i n g 19Rl - 1 9 8 3 .
F’ig. No. ’ 1.3.
A1rnua 1
insol.ation
t h e
represents
Magdalena.
Hatched
arca5
reproduc tive activi t y o F s=_, ~~g.aax_.
b
\.
cycl e
months
Bahia
in
mas inum
o f
to’ss
plankton
Frequency distribution o f
F’ig.
No.
14.
t h e s u r f a c e temperature, a) r e p r e s e n t s n e t
grouped acording to
positi.tie,
values;
b) represents relative v a l u e s (proportion o f
A p o s i t i v e t o w is that in wich a t least
tows VS.
temperature).
o n e e g g O f cjL saj33 w a s fourld.
F-;ig. N o .
according to
the
xsacia
r e p r o d u c t i o n of S,!._
Areas
af
J 5.
d e f i n i t i a n of S m i t h & R i c h a r d s o n (19-791, in
\
86
Bahia Magdalena;
b) March, 1 9 8 2 ; c)
al* Februarya 1382;
$June,
1982;
d) JUly, lYR2;
e) e a r l y May, lY83;
f) late May 1 9 8 3
16.
A b u n d a n c e o f e g g s o f S. xgga_ as recoleded
Fig.
No.
during a sampling pcriod of 24 h r s .
temperature Fig.
No.
17.
Exponential m o d e l o f t h e
dependent d e v e l o p m e n t
rate F o r stages V I I Pz X I (Ahlstrom, 1943)
o b t a i n e d in Bah ia Magdalena
R ornan nume c.a 1 s
f 01’ z!.“.. S,E!!.z!..
indicate t h e age of eggr; colected in 2 4 h r p e r i o d s .
temperacure
F’ig.
No.
10.
Comparisson or’ two m o d e l s o f
- d e v e l o p m e n t ratr.
T h e continuous line indicate t h a t o b t a i n e d
indicates
for
that
line
b y Lasker (1964).
T h e discontinuous
B a t h m o d e l s a r e based on d e v e l o p m e n t stags :<f.
Bahia Magdalena.
Fig. No.
W a t e r t e m p e r a t u r e r e c o r d e d a t t h r e e dcpth
19.
l e v e l s (namely:
surface, mi dwater, bottom) f o r a p e r i o d 08 2 4
station;
d),
el, f 1 Medano
Corte2
hri
a),
b),
c)
Puerto
Amari 11’0 s t a t i o n .
F’ig. N o .
Plot based
upon
in J u l y 1 9 8 2 .
female
P a t t e r n of! a s p a w n i n g patch (S-.. ,-_. s_?!g.z+C~ *
20.
t h e v a l u e s o f e g g a b u n d a n c e irr B a h i a Magdalena
Iiourly r e c o r d e d o f g o n a d o s o m a t i c index of
Fig. No.
21.
s p e c i m e n s of $L_ suqg_~ k e p t in c a p t i v i t y .
Fig.
No.
22.
Hidrated ovary.
Fig.
No.
23.
nay
Fig.
No.
24.
nay ”
1 ” p o s t -ovulatory
F ig.
No.
25.
1:) b y
” 2 ” post-ovulatory f o l l i c l e (age 3 2 -
Fig.
No.
26.
N o n spawning d e v e l o p e d ovary.
Fig.
No.
27.
Masive atretia.
Fig.
No.
28.
Immature
Fig.
No.
29.
Alpha
i Fig.
No.
30.
Reta a t r e t i a .
F- ig.
No.
31.
(>ñmmñ a t r e t i a .
Fig.
No.
32.
Delta atretie.
Fig.
No.
8 hr).
32 hrì.
56 hr).
33.
“0” p o s t - o v u l a t o r y
f o l l i c l e (age 0 -
f o l l i c l e (age 8 -
ovary.
atretis.
Mature
pernale
proportion
grocped
87
according ta the gonadosomatic
p r o b a b i l i t y sc.ale).
index.
Cicatter diagram and
Fig. No.
34.
batch fecundity and ganad - I?ree w e i g h t .
(The
o r d i n a t e is a
regres ion
1 ine
t’0r
l i n e of
Fig. No. 35.
Scatter diagram and r e g r e s i o n
l
i
n
e
a
r
regre55ictr
is
l
h
i
s
gonad - f r e e weight
(8.
_-._ zxg_a_x ) .
hidraeed
c u r r e n t l y used
to makrt the w e i g h t c o r r e c t i o n o f
T h i s f i g u r e represents J u l y o f 1 9 8 2 .
females.
I)etel~mination o f t h e s a m p l e size in o r d e r
Fig. No. 3h.
t a a b t a i n an adecuate f c m a l e p r o p o r t i o n p e r catch.
,
88
/
R
i
1. 1 Ilc: II Relda p Cfl’ 5 u
apoyo y
l\gradezco al Dr.
I)ñI1 J kl
entvs iasmo para el
tl e
@rete trabado,
a s í c o m o a la
de!:ñr-T;uI 10
ftcvel~ 1 y
Stephen
revisidn d e l texto> aN.
(i .
i‘lacewicz
y
L)r
Goldberq po~. s u vnlior,s ayuda PTI PI. e s t u d i o histol6gico, a l Dr
texto,
\John t-lunter p o r 511s v a l io%or. comonta7~ios y reviãi Bn
del
a l 111.
n1 t’t
JUrg (911
Fli)~ Ca ll, Dr.
Mancy Lo y L)r.
Alhei t,
111s.
Gaicy Citwuffer p o r 5~15 f: onr~~ntaï’j 05 y suqc*T’encias,
al
Jofrey
I)r
Mor;f-r p o r
1.n ver5 f-3 cac .i(‘Iit r í e la!: irlrl~tj Fic:acio,les de 10s h u e v o s
d e s a r d i n a , a la I)T.A.
,\ng c 3 F) ti AI. ~~33% i ñ o y Ura.
lrma lk3lehrr
por
la T’T?Vi 5 i&n
cr í-t.i ca
4: F! 3 t. (1 i a :I PI.
FZII c.
Jos L_u<s C a s t r o
d íe.1
IIr- .
Jo-34
Wrtí? Po’,’ S\l> 4uqvTPnc i iS?b q ,I,C?VI¡ r;jhn da1 traba,lon a l
.
f. I,
LuL 5 Castro-.-tIguii*,e
( i‘.i t:j f at
Di0.l.
tIndr&s Levy y
al
p0í
Bi(tl.
GVC, t3VO Ga~.c ía p (,r. ^>t~ valior,n participacihn a
l o
largo
del proc eso
iltvest i qnr,I B!I,
a L.idcrvina f7e3ie3 gomez, M a c a r i o
de
I. 11
participación
C amn c h 0 r Ua1 hina I:lr,res tJ h-11!~1:! 1 ~ñmciT’lb<;Tt por
en el prorer;o t é c n i c o df.1 rn~\t:t~r~j~~l crmp1ratlo~
(
L
A l F’)~.ograma cl e Ay 1-d n 1. nt F’YII~(T i (r11a 1. de Sc1.i p p s Ins t i tut ion
al! /Ic eñnograplty y
klr* c, 1.
I.i! hPries
10-s
Crnter
Sotut h
a l
Por
a todas
diPerente3 a p o y o s p a r a
4:;rpar. iteción
r e c i b i d a y,
1 13
ayudaron
aqr~ella% personas e instjtur iorle!; q u e dt* a l g u n a
manera
para l a reali xaci(rri d e c5t.a trabe Jo.
I’
ur
.
15Clb e 1
ill
Uchoo
C’ 5 }’f? c. i õ 1
t i m o CJII~ rnpI)c. i;ln mrrq
gl-iJn
JIáez,
apoy 0
p (1-l’
5 \J
col;4borador y ecposn.
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l3iol.
comprensión
Rosa
como